31/12/2011
Último dia desse ano- com vento e chuva- que convida a refletir sobre a finitude, em geral.
O dia de praia parece chorar por algo que termina.
Vivemos o fim de um ciclo, que nos reserva avaliar o porquê desse dia ser especial, como fazendo parte de algo maior se fechando.
É um final fictício, pois as coisas continuam, apesar dos ganhos e perdas individuais.
Para alguns, há motivos de alegrias, para outros, de tristezas.
Rodeada por parte da minha família próxima, sinto-me feliz por saber todos bem.
Às vezes, sinto um aperto no peito pela possibilidade das surpresas da vida.
Chove, continua chovendo, muito.
As ruas alagadas, os vidros das janelas escorrendo lágrimas pelo fim de ano que se encerra.
Amanhã novo ano reinicia nos lembrando que a vida continua e preenchendo nosso ser com mensagens de bons augúrios nos telefonemas e e-mails dos amigos.
Que venha o novo ano confirmar o que de bom esperamos!
sábado, 31 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
Natal e Ano Novo
Hoje li um “post” excelente, no blog do Nei, sobre o Natal, que gostaria de ter escrito.
Inspirou-me a escrever alguma coisa sobre o assunto
Ele fala, sobre o sentimento das pessoas nessa época do ano, dentre outras coisas, e, muitas vezes, penso como ele.
Os votos que trocamos com todas as pessoas de nossas relações são os melhores: paz, saúde, amor, realização de sonhos, paz, um feliz Natal e uma enorme gama de bons desejos..., que se estende para o novo ano.
Claro que são votos sinceros que vêm ao encontro do que cada um espera para si mesmo, também.
Algumas pessoas que conheço não gostam dessa comemoração toda: ficam tristes, deprimidas, ansiosas pelo término de uma etapa e pela grande esperança que colocam na que virá, pois essa situação já se repetiu muitas vezes e muito do que foi desejado, com tanto carinho, tanta intensidade, não ocorreu.
A troca de presentes torna-se obrigação e não se quer esquecer-se de ninguém.
A ausência, de algumas pessoas, por diferentes motivos, ajuda na tristeza que é despertada.
Natal e Ano Novo são festas que favorecem demonstração de afeto, encontros, trocas de presentes, desejos de tudo de bom, mas que não bastam por si mesmos.
Vivê-las sem colocar tanta expectativa favoreceria usufruí-las com mais tranqüilidade.
Importante é vivermos o dia a dia, plantando e colhendo os frutos do cotidiano, comemorando a realidade real, com alegria e satisfação, usufruindo os vários momentos que merecem ser comemorados, simplesmente por estarmos bem, vivos, com saúde, junto das pessoas que queremos bem.
Inspirou-me a escrever alguma coisa sobre o assunto
Ele fala, sobre o sentimento das pessoas nessa época do ano, dentre outras coisas, e, muitas vezes, penso como ele.
Os votos que trocamos com todas as pessoas de nossas relações são os melhores: paz, saúde, amor, realização de sonhos, paz, um feliz Natal e uma enorme gama de bons desejos..., que se estende para o novo ano.
Claro que são votos sinceros que vêm ao encontro do que cada um espera para si mesmo, também.
Algumas pessoas que conheço não gostam dessa comemoração toda: ficam tristes, deprimidas, ansiosas pelo término de uma etapa e pela grande esperança que colocam na que virá, pois essa situação já se repetiu muitas vezes e muito do que foi desejado, com tanto carinho, tanta intensidade, não ocorreu.
A troca de presentes torna-se obrigação e não se quer esquecer-se de ninguém.
A ausência, de algumas pessoas, por diferentes motivos, ajuda na tristeza que é despertada.
Natal e Ano Novo são festas que favorecem demonstração de afeto, encontros, trocas de presentes, desejos de tudo de bom, mas que não bastam por si mesmos.
Vivê-las sem colocar tanta expectativa favoreceria usufruí-las com mais tranqüilidade.
Importante é vivermos o dia a dia, plantando e colhendo os frutos do cotidiano, comemorando a realidade real, com alegria e satisfação, usufruindo os vários momentos que merecem ser comemorados, simplesmente por estarmos bem, vivos, com saúde, junto das pessoas que queremos bem.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Significado de comentário no blog
Finalmente li um comentário no meu blog, depois de muito tempo.
A Jo comentou e conseguiu postar, o que me alegrou muito!
As pessoas que me seguem têm me enviado seus comentários por e-mail, pois dizem não estarem conseguindo postar no blog.
Achei que era um problema do blogspot, mas deve ter sido superado ou a Jo é muito craque.
Escrever me dá muito prazer, quase tanto quanto saber que o que escrevo é lido.
Tira aquela sensação de estar-se falando sozinha.
Nem procurava mais olhar o ítem comentário e foi uma baita surpresa encontrar, hoje, "1" , em vez de "0".
Logo, logo vou escrever novo texto, depois desse incentivo da Jo.
A Jo comentou e conseguiu postar, o que me alegrou muito!
As pessoas que me seguem têm me enviado seus comentários por e-mail, pois dizem não estarem conseguindo postar no blog.
Achei que era um problema do blogspot, mas deve ter sido superado ou a Jo é muito craque.
Escrever me dá muito prazer, quase tanto quanto saber que o que escrevo é lido.
Tira aquela sensação de estar-se falando sozinha.
Nem procurava mais olhar o ítem comentário e foi uma baita surpresa encontrar, hoje, "1" , em vez de "0".
Logo, logo vou escrever novo texto, depois desse incentivo da Jo.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Showzaço!


O talento do Nei escancara minha admiração e das pessoas que o acompanham.
Showzaço o de ontem!
Último show de 2011, felizmente em Porto Alegre, pois pude assistir.
Iniciou com seu amigo Fernando Samalea brilhando no seu bandoneon. Excelente músico!
Boquiaberto o público aprovou.
Nei iniciou seu show e mostrou todo seu talento, competência, maturidade, empatia e profissionalismo.
Durante toda semana , fazendo a lista de convidados, já ia vislumbrando o sucesso que seria.
Meus amigos, convidados, me cumprimentavam entusiasmados e agradecidos pelo espetáculo que assistiam e pela segurança que o Nei evidenciava, próprio de quem sabe o que faz.
Alberto, eu ,Victor, Joel, Denise, Pati, Ângela, Ju, Lu, Ale e Theo(sua família próxima) curtimos sua performance, junto com o público presente, cantando e movimentando-nos ao rítmo do belíssimo repertório.
Foi uma noite que deixou um sentimento de " quero mais ".
Que venha logo o DVD!!!!!
Retirei do release do Vini:
"A guitarra elétrica do rock gaúcho e o bandoneon cosmopolita argentino são as armas usadas por Nei Van Soria e Fernando Samalea numa noite onde os dois músicos e amigos compartilharão o palco do SESC, para apresentar, em 2 shows, um espetáculo maior!
Rock, tango, jazz e poesia.
Nei Van Soria traz seu repertório de músicas rockeiras e poéticas, enquanto Fernando Samalea, conhecido por sua colaboração como baterista de Charly Garcia, Gustavo Cerati e do próprio Nei, apresenta seu trabalho voltado ao bandoneon em uma tradução moderna e, ao mesmo tempo, tradicional!
Uma noite dupla!
Uma noite única!
Guitarra e bandoneon!
Van Soria e Samalea!
Show de Nei Van Soria e Fernando Samalea
Dia 10/12/2011 – Sábado- 20h
Teatro do Sesc, Av Alberto Bins, 665 - Porto Alegre/RS"
Showzaço o de ontem!
Último show de 2011, felizmente em Porto Alegre, pois pude assistir.
Iniciou com seu amigo Fernando Samalea brilhando no seu bandoneon. Excelente músico!
Boquiaberto o público aprovou.
Nei iniciou seu show e mostrou todo seu talento, competência, maturidade, empatia e profissionalismo.
Durante toda semana , fazendo a lista de convidados, já ia vislumbrando o sucesso que seria.
Meus amigos, convidados, me cumprimentavam entusiasmados e agradecidos pelo espetáculo que assistiam e pela segurança que o Nei evidenciava, próprio de quem sabe o que faz.
Alberto, eu ,Victor, Joel, Denise, Pati, Ângela, Ju, Lu, Ale e Theo(sua família próxima) curtimos sua performance, junto com o público presente, cantando e movimentando-nos ao rítmo do belíssimo repertório.
Foi uma noite que deixou um sentimento de " quero mais ".
Que venha logo o DVD!!!!!
Retirei do release do Vini:
"A guitarra elétrica do rock gaúcho e o bandoneon cosmopolita argentino são as armas usadas por Nei Van Soria e Fernando Samalea numa noite onde os dois músicos e amigos compartilharão o palco do SESC, para apresentar, em 2 shows, um espetáculo maior!
Rock, tango, jazz e poesia.
Nei Van Soria traz seu repertório de músicas rockeiras e poéticas, enquanto Fernando Samalea, conhecido por sua colaboração como baterista de Charly Garcia, Gustavo Cerati e do próprio Nei, apresenta seu trabalho voltado ao bandoneon em uma tradução moderna e, ao mesmo tempo, tradicional!
Uma noite dupla!
Uma noite única!
Guitarra e bandoneon!
Van Soria e Samalea!
Show de Nei Van Soria e Fernando Samalea
Dia 10/12/2011 – Sábado- 20h
Teatro do Sesc, Av Alberto Bins, 665 - Porto Alegre/RS"
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Meu tempo
Procuro transcender meu tempo, apesar das incertezas que ele acarreta.
Minha mente, minha emoção, minhas condições físicas embasam a maneira como encaro as incertezas do meu cotidiano.
Apesar das adversidades inesperadas me sinto plena, livre e saudável e aprendo com cada uma delas usufruindo da minha capacidade de mudar.
Com meus pensamentos, com o poder interno que possuo, reforço as metas a que me proponho.
As dificuldades que encontro não me rendem e me fortaleço nas relações afetivas que me cercam e que não me deixam só. Sempre busco viver a vida, que sinto como um dom de infinitas possibilidades, desfrutando de todas conquistas pessoais, que dependem de minhas decisões, de meu talento pessoal, de minha energia, para tornarem-se realidade.
Evito reforçar minhas limitações, confio na minha voz interior que guiam meus passos.
Sinto que vou além do meu tempo seguindo uma trajetória de vida de respeito, amor, alegria, harmonia e paz.
Minha mente, minha emoção, minhas condições físicas embasam a maneira como encaro as incertezas do meu cotidiano.
Apesar das adversidades inesperadas me sinto plena, livre e saudável e aprendo com cada uma delas usufruindo da minha capacidade de mudar.
Com meus pensamentos, com o poder interno que possuo, reforço as metas a que me proponho.
As dificuldades que encontro não me rendem e me fortaleço nas relações afetivas que me cercam e que não me deixam só. Sempre busco viver a vida, que sinto como um dom de infinitas possibilidades, desfrutando de todas conquistas pessoais, que dependem de minhas decisões, de meu talento pessoal, de minha energia, para tornarem-se realidade.
Evito reforçar minhas limitações, confio na minha voz interior que guiam meus passos.
Sinto que vou além do meu tempo seguindo uma trajetória de vida de respeito, amor, alegria, harmonia e paz.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Dezembro, final de ano
Dezembro é um mês que leva a reflexões e a altas intenções.
As ruas com um movimento acima do normal, assim como as lojas me fazem observar fisionomias mais cansadas, que parecem estar vivendo um fim de ciclo, o que não deixa de ser.
Procuro lembrar todos que quero presentear, faço compras de última hora, participo de festas de "amigo secreto" e do final das atividades e me preparo para viver a comemoração do Natal e da festa do final de ano que me leva a avaliar o que passou e a esperança e quase certeza de que tudo vai melhorar.
Certa ansiedade, acima do normal...
Estabeleço altas expectativas para o novo ano.
Penso que agora vou olhar o mundo de forma diferente, que vou vencer todas as adversidades e superar minhas limitações.
Que vou viver com intensidade cada vez maior e fazer o que deve ser feito com a confiança que tenho de poder fazê-lo.
Que vou apreciar com olhar positivo as novas possibilidades e que, com a sabedoria que adquiri durante a vida vivida, saberei usá-la para inspirar meus passos e reforçar minha auto-estima e meu amor-próprio.
Que saberei reconhecer a felicidade e não a deixarei passar, respeitando meus limites e não perdendo meus propósitos.
Cada final representa um porvir pleno de desejos e intenções!
Dezembro, final de ano... início de novo ciclo.
As ruas com um movimento acima do normal, assim como as lojas me fazem observar fisionomias mais cansadas, que parecem estar vivendo um fim de ciclo, o que não deixa de ser.
Procuro lembrar todos que quero presentear, faço compras de última hora, participo de festas de "amigo secreto" e do final das atividades e me preparo para viver a comemoração do Natal e da festa do final de ano que me leva a avaliar o que passou e a esperança e quase certeza de que tudo vai melhorar.
Certa ansiedade, acima do normal...
Estabeleço altas expectativas para o novo ano.
Penso que agora vou olhar o mundo de forma diferente, que vou vencer todas as adversidades e superar minhas limitações.
Que vou viver com intensidade cada vez maior e fazer o que deve ser feito com a confiança que tenho de poder fazê-lo.
Que vou apreciar com olhar positivo as novas possibilidades e que, com a sabedoria que adquiri durante a vida vivida, saberei usá-la para inspirar meus passos e reforçar minha auto-estima e meu amor-próprio.
Que saberei reconhecer a felicidade e não a deixarei passar, respeitando meus limites e não perdendo meus propósitos.
Cada final representa um porvir pleno de desejos e intenções!
Dezembro, final de ano... início de novo ciclo.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Enfrentando medos...
Não é comum eu ter medo.
Eu respeito e enfrento meus medos.
Medo do envelhecer sem condições adequadas?
Medo da solidão?
Medo de doenças irreversíveis?
Medo de possíveis perdas próximas?
Medo da crise mundial?
Medo de engordar?
Medo de más notícias?
... de alguma forma, em algum momento, sinto algum medo.
Não vejo como importante deixar de ter medo, pois ele está presente na vida de todo mundo, com maior ou menor intensidade.
Toco muito bem minha vida apesar de...
É um sentimento natural, quando não exagerado e alerta de algum perigo, de alguma ameaça e, muitas vezes, serve para mobilizar e proteger.
Quando o medo traz insegurança, ansiedade, tento analisar a razão desse sentimento e busco a maneira de conviver com os fatos reais, sem exagero, com objetividade, no momento que ocorrem.
O medo não me paralisa para a vida, não me limita, não poda a riqueza interna que armazenei e que uso como uma boa ferramenta para transformar os caminhos que percorro.
Em situações de vida inesperadas que possam me despertar medo enfrento-as buscando forças internas com o máximo de equilíbrio, que busquei adquirir durante toda minha simples existência.
Eu respeito e enfrento meus medos.
Medo do envelhecer sem condições adequadas?
Medo da solidão?
Medo de doenças irreversíveis?
Medo de possíveis perdas próximas?
Medo da crise mundial?
Medo de engordar?
Medo de más notícias?
... de alguma forma, em algum momento, sinto algum medo.
Não vejo como importante deixar de ter medo, pois ele está presente na vida de todo mundo, com maior ou menor intensidade.
Toco muito bem minha vida apesar de...
É um sentimento natural, quando não exagerado e alerta de algum perigo, de alguma ameaça e, muitas vezes, serve para mobilizar e proteger.
Quando o medo traz insegurança, ansiedade, tento analisar a razão desse sentimento e busco a maneira de conviver com os fatos reais, sem exagero, com objetividade, no momento que ocorrem.
O medo não me paralisa para a vida, não me limita, não poda a riqueza interna que armazenei e que uso como uma boa ferramenta para transformar os caminhos que percorro.
Em situações de vida inesperadas que possam me despertar medo enfrento-as buscando forças internas com o máximo de equilíbrio, que busquei adquirir durante toda minha simples existência.
sábado, 26 de novembro de 2011
Viver com sabedoria
Eu quero ter muita sabedoria de vida!
Com ela posso melhor usar minha energia.
Sou positiva, não deixo de cumprir minha palavra, não costumo me queixar, faço as coisas com emoção e minhas ações são frutos e reflexo da vida que levo.
Acho viver uma experiência intransferível e minha energia me conduz.
Identifico-me com pessoas afetivas, emito minha opinião pessoal com emoção e sinceridade, não uso subterfúgios, para dizer o que penso e é assim que enfrento as circunstâncias da vida, na melhor das intenções.
Quem bem me conhece identifica em minhas manifestações a objetividade do meu pensar.
Com segurança me permito tomar decisões e buscar respostas àquilo que não conheço e constantemente tento me aprimorar e vencer os desafios que encontro.
Sou crítica comigo, com o outro e com as situações.
Observo-me e avalio-me diante das minhas ações, constantemente.
Não me conformo em errar e, possíveis causas, não projeto no outro.
Ocupo-me ativamente e não tento convencer as pessoas a agirem seguindo meu modelo.
Minha capacidade de ser me ajuda a não reprimir emoções e sentimentos, a não me lamentar e me impulsiona a viver com otimismo.
Viver com alegria é meu lema e quero viver bem e com sabedoria!
Com ela posso melhor usar minha energia.
Sou positiva, não deixo de cumprir minha palavra, não costumo me queixar, faço as coisas com emoção e minhas ações são frutos e reflexo da vida que levo.
Acho viver uma experiência intransferível e minha energia me conduz.
Identifico-me com pessoas afetivas, emito minha opinião pessoal com emoção e sinceridade, não uso subterfúgios, para dizer o que penso e é assim que enfrento as circunstâncias da vida, na melhor das intenções.
Quem bem me conhece identifica em minhas manifestações a objetividade do meu pensar.
Com segurança me permito tomar decisões e buscar respostas àquilo que não conheço e constantemente tento me aprimorar e vencer os desafios que encontro.
Sou crítica comigo, com o outro e com as situações.
Observo-me e avalio-me diante das minhas ações, constantemente.
Não me conformo em errar e, possíveis causas, não projeto no outro.
Ocupo-me ativamente e não tento convencer as pessoas a agirem seguindo meu modelo.
Minha capacidade de ser me ajuda a não reprimir emoções e sentimentos, a não me lamentar e me impulsiona a viver com otimismo.
Viver com alegria é meu lema e quero viver bem e com sabedoria!
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Natal em Gramado

Em Gramado a comemoração do Natal inicia em Novembro e vai até Janeiro.
O povo que aqui vem curte tudo e o que se observa é que a cidade se transforma.
Alberto e eu viemos nesse feriadão de 15/11, para nos hospedar na Pousada do Serrano, por 4 dias, e encontramos, em Gramado, pessoas de todas as idades, de todos os lugares, que buscam assistir e participar da movimentada programação dessa festa.
Andam, dia e noite, de lá pra cá e o trânsito que geralmente é tranqüilo, nessa época, congestiona.
Fico observando o movimento e as fisionomias das pessoas que se mostram atônitas frente a tudo que vêem.
Em alguns momentos Alberto tenta filmar o espetáculo das luzes, vendo se dá certo sua empreitada.
É um privilégio estarmos presentes, mais uma vez, nos encantando com a decoração, com as pessoas e com o clima antecipado natalino.
Canela, cidade irmã, onde também não deixamos de ir, vive clima similar.
Apesar de viajarmos para Gramado várias vezes por ano, a época do Natal Luz é uma das mais emocionantes, quando se ouvem músicas natalinas ao longe, assim como o espocar dos fogos de artifício e sentimos renovar nossa admiração por essa cidade serrana, tão bonita e organizada.
O povo que aqui vem curte tudo e o que se observa é que a cidade se transforma.
Alberto e eu viemos nesse feriadão de 15/11, para nos hospedar na Pousada do Serrano, por 4 dias, e encontramos, em Gramado, pessoas de todas as idades, de todos os lugares, que buscam assistir e participar da movimentada programação dessa festa.
Andam, dia e noite, de lá pra cá e o trânsito que geralmente é tranqüilo, nessa época, congestiona.
Fico observando o movimento e as fisionomias das pessoas que se mostram atônitas frente a tudo que vêem.
Em alguns momentos Alberto tenta filmar o espetáculo das luzes, vendo se dá certo sua empreitada.
É um privilégio estarmos presentes, mais uma vez, nos encantando com a decoração, com as pessoas e com o clima antecipado natalino.
Canela, cidade irmã, onde também não deixamos de ir, vive clima similar.
Apesar de viajarmos para Gramado várias vezes por ano, a época do Natal Luz é uma das mais emocionantes, quando se ouvem músicas natalinas ao longe, assim como o espocar dos fogos de artifício e sentimos renovar nossa admiração por essa cidade serrana, tão bonita e organizada.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Escrever
Escrevo para nada e para ninguém.
Penso que todos que aprenderam a ler e a escrever tem alguma vontade de escrever e tem algo a dizer.
Quando observo o esforço de algumas pessoas que abrem a boca para falar e não conseguem se fazer entender e, se pudessem escrever, ajudaria na sua comunicação...
Mas a limitação do pensamento e a incapacidade de expressarem-se, de alguma forma, os torna impotentes.
Frente aos fatos, fico triste, muito triste!
Essa limitação humana seja pelas causas que forem, vai além do que se pode aceitar.
A ciência justifica, mas a emoção daquele que observa essa realidade, não deixa de se questionar.
- É inexorável essa situação?
-Que sina é essa?
-Que futuro lhes aguarda?
-Faltou luta pessoal para modificar esse "status quo" ou faltou forças e condições para tal?
Sensação de insegurança pelo que não se pode mudar.
O caminho que a realidade apresenta não responde às questões.
Tenho saudades de outros tempos e das suas boas lembranças.
Penso que todos que aprenderam a ler e a escrever tem alguma vontade de escrever e tem algo a dizer.
Quando observo o esforço de algumas pessoas que abrem a boca para falar e não conseguem se fazer entender e, se pudessem escrever, ajudaria na sua comunicação...
Mas a limitação do pensamento e a incapacidade de expressarem-se, de alguma forma, os torna impotentes.
Frente aos fatos, fico triste, muito triste!
Essa limitação humana seja pelas causas que forem, vai além do que se pode aceitar.
A ciência justifica, mas a emoção daquele que observa essa realidade, não deixa de se questionar.
- É inexorável essa situação?
-Que sina é essa?
-Que futuro lhes aguarda?
-Faltou luta pessoal para modificar esse "status quo" ou faltou forças e condições para tal?
Sensação de insegurança pelo que não se pode mudar.
O caminho que a realidade apresenta não responde às questões.
Tenho saudades de outros tempos e das suas boas lembranças.
domingo, 23 de outubro de 2011
Maturidade no viver

Já escrevi muito sobre o envelhecer e a maturidade no viver, que não inicia nessa fase.
Acredito que o bem viver é um processo constante e evolutivo que depende de vários aspectos positivos: saúde emocional, independência, capacidade pessoal, criatividade, disponibilidade afetiva e auto-estima.
O envolvimento das minhas habilidades, os vínculos afetivos, os meus projetos de vida e minha autogerência favorecem vencer obstáculos, que ocorrem em todo ciclo da vida.
A realidade incontestável da prolongação da vida humana me permite resgatar o positivo dessa fase e vivê-la com atitudes acertadas de construção, leve, responsável, ativa e presente.
E, para que haja transformações e inovações, adapto-me aos novos momentos e aos acelerados tempos, que somam-se às experiências anteriores acumuladas, às minhas riquezas de vida vivida e que favorecem o constante intercâmbio emocional e intelectual.
Meu auto conhecimento, a crença em mim e o sentido que dou à minha vida, encarando a passagem do tempo como mais uma etapa da vida, favorecem encontrar-me comigo mesma e com o outro, sem idealização.
Deixo a utopia de lado e vivo a realidade que sou capaz, pois creio na maturidade no viver.
Acredito que o bem viver é um processo constante e evolutivo que depende de vários aspectos positivos: saúde emocional, independência, capacidade pessoal, criatividade, disponibilidade afetiva e auto-estima.
O envolvimento das minhas habilidades, os vínculos afetivos, os meus projetos de vida e minha autogerência favorecem vencer obstáculos, que ocorrem em todo ciclo da vida.
A realidade incontestável da prolongação da vida humana me permite resgatar o positivo dessa fase e vivê-la com atitudes acertadas de construção, leve, responsável, ativa e presente.
E, para que haja transformações e inovações, adapto-me aos novos momentos e aos acelerados tempos, que somam-se às experiências anteriores acumuladas, às minhas riquezas de vida vivida e que favorecem o constante intercâmbio emocional e intelectual.
Meu auto conhecimento, a crença em mim e o sentido que dou à minha vida, encarando a passagem do tempo como mais uma etapa da vida, favorecem encontrar-me comigo mesma e com o outro, sem idealização.
Deixo a utopia de lado e vivo a realidade que sou capaz, pois creio na maturidade no viver.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Guardados
Costumo guardar coisas: bilhetinhos, mensagens, cartõezinhos, convites, textos, livros, documentos, milhares de coisas...
Tralhas enchem gavetas, armários, prateleiras... tenho muito em todo lugar.
Prometo pra mim mesma que vou fazer uma limpeza.
Quando?
Nunca me dou um tempo!
Dou valor a muitas pequenas coisas materiais, porisso as guardo.
Ao examiná-las para me desfazer, começo a ler, a examinar e, muitas, guardo novamente.
Paralelamente, cuido pra não guardar, dentro de mim, maus sentimentos: tristeza, raiva, medos, desânimo... procuro cuidar, organizar e guardar boas lembranças, alegria, entusiasmo, bom humor, equilíbrio...
O atrolho externo não me pesa.
Em alguns momentos, me desvencilho daquilo que não tenho usado ou que não necessito, sem notar espaços vazios.
Poderia fazê-lo mais frequentemente.
A montoeira de coisas que guardo não me incomoda e, internamente, não me prejudica.
Procuro estar imune ao sofrimento interno, evitando não negar a realidade que me cerca e a não fazer o jogo do "contente" e do "faz de conta"e, à minha maneira, lido bem assim.
Preservo o que me dá prazer e me deixa feliz e tranquila.
Tralhas enchem gavetas, armários, prateleiras... tenho muito em todo lugar.
Prometo pra mim mesma que vou fazer uma limpeza.
Quando?
Nunca me dou um tempo!
Dou valor a muitas pequenas coisas materiais, porisso as guardo.
Ao examiná-las para me desfazer, começo a ler, a examinar e, muitas, guardo novamente.
Paralelamente, cuido pra não guardar, dentro de mim, maus sentimentos: tristeza, raiva, medos, desânimo... procuro cuidar, organizar e guardar boas lembranças, alegria, entusiasmo, bom humor, equilíbrio...
O atrolho externo não me pesa.
Em alguns momentos, me desvencilho daquilo que não tenho usado ou que não necessito, sem notar espaços vazios.
Poderia fazê-lo mais frequentemente.
A montoeira de coisas que guardo não me incomoda e, internamente, não me prejudica.
Procuro estar imune ao sofrimento interno, evitando não negar a realidade que me cerca e a não fazer o jogo do "contente" e do "faz de conta"e, à minha maneira, lido bem assim.
Preservo o que me dá prazer e me deixa feliz e tranquila.
domingo, 16 de outubro de 2011
A vida continua
Dia ensolarado convida a colocar roupas claras.
Sair pelas ruas sentindo perfume no ar das flores da primavera.
Imagino que as pessoas circulam pelas praças com chimarrão, jogando conversa fora.
Aqui em casa, o silêncio sentindo a falta das vozes dos filhos e netos.
Logo Vic chega de Garopaba e semana que vem, Nei com sua família dos States.
Comuniquei-me com ele a pouco pelo MSN e recém tinham acordado.
Com horário novo estamos com duas horas de diferença.
Sabendo notícias, meu coração fica tranquilo.
O mundo é pequeno frente à nova tecnologia.
A proximidade que favorece me causa sempre perplexidade.
A vida continua nessa onda de tranquilidade e bem estar.
Sair pelas ruas sentindo perfume no ar das flores da primavera.
Imagino que as pessoas circulam pelas praças com chimarrão, jogando conversa fora.
Aqui em casa, o silêncio sentindo a falta das vozes dos filhos e netos.
Logo Vic chega de Garopaba e semana que vem, Nei com sua família dos States.
Comuniquei-me com ele a pouco pelo MSN e recém tinham acordado.
Com horário novo estamos com duas horas de diferença.
Sabendo notícias, meu coração fica tranquilo.
O mundo é pequeno frente à nova tecnologia.
A proximidade que favorece me causa sempre perplexidade.
A vida continua nessa onda de tranquilidade e bem estar.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
O tempo
O tempo, sempre o tempo...
Não espera por nada e por ninguém. Segue seu fluxo e seu movimento, como um rio que segue pro mar.
Passa...passa...
Sei que agora os dias parecem mais longos e logo muda o horário: de "verão".
Gosto! Entro em sintonia rapidamente.
Durmo menos e abro-me internamente a cada dia!
Penso no porvir, o que vem a ser...
Quero continuar bem!
As coisas mudam?
Quem o sabe?
Não espera por nada e por ninguém. Segue seu fluxo e seu movimento, como um rio que segue pro mar.
Passa...passa...
Sei que agora os dias parecem mais longos e logo muda o horário: de "verão".
Gosto! Entro em sintonia rapidamente.
Durmo menos e abro-me internamente a cada dia!
Penso no porvir, o que vem a ser...
Quero continuar bem!
As coisas mudam?
Quem o sabe?
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Dia do professor
Por que homenagear o professor? E o que é ser professor?
Ser Professor é ser Educador, é semear, é continuamente aperfeiçoar-se, é aprender a usar ferramentas para melhor desempenhar sua função.
É ser um eterno aprendiz, pois além de ensinar, aprende com seus alunos.
Apesar de vivermos na era da tecnologia, nada substitui o professor.
Ele vai além do giz, do lápis, do apagador, do livro, dos materiais que utiliza...
Por trás do poeta, do escritor, do dançarino, do artista e de tantas formações, tem um professor que, muitas vezes, foi o responsável do aluno descobrir seus dons.
Na sua formação, estuda a estrutura da matéria e suas relações, para dominá-la profundamente e, continuamente, necessita aperfeiçoar-se.
Busca atender às diferenças individuais e os diferentes níveis de seus alunos.
O professor é aquele que é organizado, responsável, entusiasta, inovador, flexível, bem humorado, líder, exigente, capaz de escutar, incentivar , que valoriza o aluno e o encoraja a grandes aprendizados e ensina lições que vão além do conteúdo formal: a pensar, a perguntar, a ver, a querer, a se movimentar...
O professor tem que ter claro seus objetivos, utilizar novas idéias e novos materiais, conhecer as necessidades dos alunos, que não são iguais, no seu jeito de aprender.
Muitos bons alunos independem do professor para aprender, mas para outros, com mais dificuldade, o professor é fundamental.
Ensinar e aprender são atitudes que vão durar a vida toda.
O professor vai ajudar o aluno a viver mudanças, a percorrer caminhos e produzir bons frutos e alicerçar sua formação.
O professor, fazendo o seu melhor, serve de modelo para que cada aluno seja capaz de fazer o melhor, somando e acrescendo em sua formação.
Com a consciência de ser aberto ao novo e apostar no progresso estará ensinando o aluno a vencer os desafios e a acompanhar as mudanças que se apresentam.
O ensinar e a relação interpessoal ajudam o professor a viver essa aventura do ensinar e continuamente aprender. É músico e regente, fala e ouve , ajuda a desabrochar, a se expressar, a se transformar, construir e sonhar com um mundo melhor.
Ambos, professor e aluno, são especiais, compartilham de uma grande experiência, num espírito de cooperação, importando-se um com o outro.
Ser professor é ter energia para renovar esforços, é conhecer, partilhar, amar o que faz, para inspirar e instigar o aluno a acreditar em si mesmo, superar suas limitações e vibrar com o desenvolvimento de sua autonomia e de sua aprendizagem, seja em que faixa etária estiver.
Professores! Somos eternos aprendizes.
Feliz Dia do Professor, que é todos os dias.
Ser Professor é ser Educador, é semear, é continuamente aperfeiçoar-se, é aprender a usar ferramentas para melhor desempenhar sua função.
É ser um eterno aprendiz, pois além de ensinar, aprende com seus alunos.
Apesar de vivermos na era da tecnologia, nada substitui o professor.
Ele vai além do giz, do lápis, do apagador, do livro, dos materiais que utiliza...
Por trás do poeta, do escritor, do dançarino, do artista e de tantas formações, tem um professor que, muitas vezes, foi o responsável do aluno descobrir seus dons.
Na sua formação, estuda a estrutura da matéria e suas relações, para dominá-la profundamente e, continuamente, necessita aperfeiçoar-se.
Busca atender às diferenças individuais e os diferentes níveis de seus alunos.
O professor é aquele que é organizado, responsável, entusiasta, inovador, flexível, bem humorado, líder, exigente, capaz de escutar, incentivar , que valoriza o aluno e o encoraja a grandes aprendizados e ensina lições que vão além do conteúdo formal: a pensar, a perguntar, a ver, a querer, a se movimentar...
O professor tem que ter claro seus objetivos, utilizar novas idéias e novos materiais, conhecer as necessidades dos alunos, que não são iguais, no seu jeito de aprender.
Muitos bons alunos independem do professor para aprender, mas para outros, com mais dificuldade, o professor é fundamental.
Ensinar e aprender são atitudes que vão durar a vida toda.
O professor vai ajudar o aluno a viver mudanças, a percorrer caminhos e produzir bons frutos e alicerçar sua formação.
O professor, fazendo o seu melhor, serve de modelo para que cada aluno seja capaz de fazer o melhor, somando e acrescendo em sua formação.
Com a consciência de ser aberto ao novo e apostar no progresso estará ensinando o aluno a vencer os desafios e a acompanhar as mudanças que se apresentam.
O ensinar e a relação interpessoal ajudam o professor a viver essa aventura do ensinar e continuamente aprender. É músico e regente, fala e ouve , ajuda a desabrochar, a se expressar, a se transformar, construir e sonhar com um mundo melhor.
Ambos, professor e aluno, são especiais, compartilham de uma grande experiência, num espírito de cooperação, importando-se um com o outro.
Ser professor é ter energia para renovar esforços, é conhecer, partilhar, amar o que faz, para inspirar e instigar o aluno a acreditar em si mesmo, superar suas limitações e vibrar com o desenvolvimento de sua autonomia e de sua aprendizagem, seja em que faixa etária estiver.
Professores! Somos eternos aprendizes.
Feliz Dia do Professor, que é todos os dias.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Mobilização com satisfação
Faz tempo que não escrevo no blog...
Continuo pensando sentindo e agindo, que resultam nas minhas escolhas e aprofundam meu autoconhecimento.
Pelo dinamismo da vida, os acontecimentos continuam ocorrendo.
Sinto-me integrada ao meu momento presente, ao meio, às circunstâncias, à minha família e vivendo inteira, usufruindo com liberdade minhas capacidades e confiando na qualidade e no sentido das escolhas que faço.
Tenho consciência do papel que exerço, da tomada de decisões necessárias e procuro estar conectada, atuante e disponível.
Procuro não me apegar à idéia de que as coisas poderiam ser diferentes e lido com aquilo que realmente é e vejo o que pode ser modificado e o que ainda posso aprender e fazer.
Assim me mobilizo para a ação com relativa satisfação!!!
Continuo pensando sentindo e agindo, que resultam nas minhas escolhas e aprofundam meu autoconhecimento.
Pelo dinamismo da vida, os acontecimentos continuam ocorrendo.
Sinto-me integrada ao meu momento presente, ao meio, às circunstâncias, à minha família e vivendo inteira, usufruindo com liberdade minhas capacidades e confiando na qualidade e no sentido das escolhas que faço.
Tenho consciência do papel que exerço, da tomada de decisões necessárias e procuro estar conectada, atuante e disponível.
Procuro não me apegar à idéia de que as coisas poderiam ser diferentes e lido com aquilo que realmente é e vejo o que pode ser modificado e o que ainda posso aprender e fazer.
Assim me mobilizo para a ação com relativa satisfação!!!
domingo, 18 de setembro de 2011
Bodas de ouro e confirmação de votos
A noite passada fui à comemoração dos 50 anos de casados da Neusa e do Claudio.
Fazia algum tempo que não os via, assim como seus filhos Claudia e Fernando com os respectivos filhos.
Foi muito emocionante ver as irmãs da Neusa e, também, constatar a linda família que ela formou.
A cerimônia de renovação dos votos foi cheia de recordações da história do casal.
Tudo acontecia num clima afetivo, amoroso e emotivo!
Cercados pelos parentes e amigos o casal foi muito festejado.
O encontro desde antes do namoro foi relatado, em cuja época eu era colega da Neusa no Instituto de Educação e acompanhava todas as histórias do início do flerte.
Nos aproximamos e ficamos amigas, apesar de não nos vermos por muitos anos, mas sempre nos sentimos muito próximas e ligadas por estreitos laços.
Nos encontrávamos esporadicamente.
Trabalhamos por muitos anos no mesmo IE e tivemoso o 1º filho no mesmo mês e ano e, hoje, Victor e Claudia, estão com 49 anos.
Estudamos para o vestibular e fizemos a mesma faculdade.
Trabalhei a seu convite na faculdade e encontrei, nessa festa, a equipe de colegas e amigas que formamos.
Foi uma noite agradável, alegre e muito emotiva!
Fazia algum tempo que não os via, assim como seus filhos Claudia e Fernando com os respectivos filhos.
Foi muito emocionante ver as irmãs da Neusa e, também, constatar a linda família que ela formou.
A cerimônia de renovação dos votos foi cheia de recordações da história do casal.
Tudo acontecia num clima afetivo, amoroso e emotivo!
Cercados pelos parentes e amigos o casal foi muito festejado.
O encontro desde antes do namoro foi relatado, em cuja época eu era colega da Neusa no Instituto de Educação e acompanhava todas as histórias do início do flerte.
Nos aproximamos e ficamos amigas, apesar de não nos vermos por muitos anos, mas sempre nos sentimos muito próximas e ligadas por estreitos laços.
Nos encontrávamos esporadicamente.
Trabalhamos por muitos anos no mesmo IE e tivemoso o 1º filho no mesmo mês e ano e, hoje, Victor e Claudia, estão com 49 anos.
Estudamos para o vestibular e fizemos a mesma faculdade.
Trabalhei a seu convite na faculdade e encontrei, nessa festa, a equipe de colegas e amigas que formamos.
Foi uma noite agradável, alegre e muito emotiva!
sábado, 17 de setembro de 2011
Capacidade interior
Desde que nascemos estamos aprendendo: com nossa família, com a escola, com os amigos e conosco mesmos.
Todas minhas experiências são interligadas a tudo, a todos e às condições da minha vida.
Muitas vezes atribuí culpa do que me acontecia a fatores externos.
Aprendi que junto ao externo estão minhas condições emocionais.
A harmonia interior, meu equilíbrio, mais do que tudo, me ajuda a enfrentar as intempéries da vida.
Sei que sem equilíbrio emocional até pode-se resolver as coisas, mas com muito mais desgaste, com muito mais sofrimento.
Quanto mais articulada emocionalmente me sinto, com mais eficiência e satisfação minha vida acontece.
Ao me conhecer melhor, sinto-me fortalecida internamente, baixo as expectivas em relação ao outro e assim lido melhor comigo e com tudo.
Todas minhas experiências são interligadas a tudo, a todos e às condições da minha vida.
Muitas vezes atribuí culpa do que me acontecia a fatores externos.
Aprendi que junto ao externo estão minhas condições emocionais.
A harmonia interior, meu equilíbrio, mais do que tudo, me ajuda a enfrentar as intempéries da vida.
Sei que sem equilíbrio emocional até pode-se resolver as coisas, mas com muito mais desgaste, com muito mais sofrimento.
Quanto mais articulada emocionalmente me sinto, com mais eficiência e satisfação minha vida acontece.
Ao me conhecer melhor, sinto-me fortalecida internamente, baixo as expectivas em relação ao outro e assim lido melhor comigo e com tudo.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Jardim da vida
Eu nunca tinha pensado ser como um jardim onde minha vida florescesse.
Mas se assim pensasse, minha vida seria consequência das sementes que ali plantasse.
Quando crescessem coisas boas provavelmente seriam frutos das coisas boas que plantei e do positivo dos meus pensamento e das minhas ações.
Pensamentos negativos somados às circunstâncias dos acontecimentos favorecem alguns resultados não tão bons.
Conscientizar minhas ações, cuidar de meus desejos e pensamentos faz a minha transformação, que resulta num caminho iluminado pleno de vida.
Busco paz no viver e a autenticidade dessa busca determina o meu caminhar e os objetivos com que traço meus passos.
Resgatar boas experiências, preservar o lado positivo e otimista, expandir minha mente e meus afetos privilegia a existência e o florescimento do meu jardim.
Mas se assim pensasse, minha vida seria consequência das sementes que ali plantasse.
Quando crescessem coisas boas provavelmente seriam frutos das coisas boas que plantei e do positivo dos meus pensamento e das minhas ações.
Pensamentos negativos somados às circunstâncias dos acontecimentos favorecem alguns resultados não tão bons.
Conscientizar minhas ações, cuidar de meus desejos e pensamentos faz a minha transformação, que resulta num caminho iluminado pleno de vida.
Busco paz no viver e a autenticidade dessa busca determina o meu caminhar e os objetivos com que traço meus passos.
Resgatar boas experiências, preservar o lado positivo e otimista, expandir minha mente e meus afetos privilegia a existência e o florescimento do meu jardim.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Visita ao Lar de Idosos
Essa noite perdi o sono.
Acordei no meio da noite chateada, pois tinha dormido pensando nos meus consogros, Helena e Joachim, que estão morando no Lar dos Idosos, local sobre o qual já falei em outra ocasião, quando visitei meu cunhado, que também mora lá.
É um local amplo, florido e muito bem atendido. Quanto a isso, não tenho a menor dúvida.
O dia estava iluminado, depois de um tempo longo de frio e chuva e os jardins, com as azaléias em flor.
O que me chateou é aquilo que me faz refletir sempre e muito.
Pela história de vida, por motivo de doença, pessoas perdem sua autonomia e vêem a necessitar de cuidados especiais.
Racionalmente, sei disso.
Optar por um cuidado mais de perto e constante, por pessoas especializadas, num lugar especial, vem a ser a melhor opção da família.
Felizes, ainda, os que podem receber atendimento às suas necessidades, num lugar assim.
Constato que minha perda de sono é sintoma da impotência e tristeza que sinto, quando observo a perda de saúde, limitação dos movimentos e da comunicação.
Pessoalmente, vivo uma história diferente, mas emocionalmente, nessas ocasiões, me afeta observar e constatar a diferença de vida que ocorreu com as pessoas que me são próximas e que quero bem.
Acordei no meio da noite chateada, pois tinha dormido pensando nos meus consogros, Helena e Joachim, que estão morando no Lar dos Idosos, local sobre o qual já falei em outra ocasião, quando visitei meu cunhado, que também mora lá.
É um local amplo, florido e muito bem atendido. Quanto a isso, não tenho a menor dúvida.
O dia estava iluminado, depois de um tempo longo de frio e chuva e os jardins, com as azaléias em flor.
O que me chateou é aquilo que me faz refletir sempre e muito.
Pela história de vida, por motivo de doença, pessoas perdem sua autonomia e vêem a necessitar de cuidados especiais.
Racionalmente, sei disso.
Optar por um cuidado mais de perto e constante, por pessoas especializadas, num lugar especial, vem a ser a melhor opção da família.
Felizes, ainda, os que podem receber atendimento às suas necessidades, num lugar assim.
Constato que minha perda de sono é sintoma da impotência e tristeza que sinto, quando observo a perda de saúde, limitação dos movimentos e da comunicação.
Pessoalmente, vivo uma história diferente, mas emocionalmente, nessas ocasiões, me afeta observar e constatar a diferença de vida que ocorreu com as pessoas que me são próximas e que quero bem.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Cotidiano e bem viver
Novamente em Setembro.
Olhar sob outro prisma, pensar diferente, reinventar, é a maneira de enfrentar o cotidiano e viver, valorizando com a devida importância o tempo, as coisas e os assuntos.
Energia, rítmo, harmonia, objetividade e certo distanciamento fazem brotar do mundo interior a capacidade de enfrentar, sem muito desgaste, as circunstâncias da vida.
No curso dos acontecimentos, impulsos me levam a agir.
E nada melhor do que conseguir solucionar o que é possível, sem muita apreensão, mas com alegria e disposição.
Isso dá a sensação de bem viver o cotidiano, independente do tempo cronológico e climático.
Olhar sob outro prisma, pensar diferente, reinventar, é a maneira de enfrentar o cotidiano e viver, valorizando com a devida importância o tempo, as coisas e os assuntos.
Energia, rítmo, harmonia, objetividade e certo distanciamento fazem brotar do mundo interior a capacidade de enfrentar, sem muito desgaste, as circunstâncias da vida.
No curso dos acontecimentos, impulsos me levam a agir.
E nada melhor do que conseguir solucionar o que é possível, sem muita apreensão, mas com alegria e disposição.
Isso dá a sensação de bem viver o cotidiano, independente do tempo cronológico e climático.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Como conduzo minha vida
A receita que sigo é única e especial, sigo modelo próprio, não tenho inveja e não repito ninguém.
Não fico esperando as coisas acontecerem, não espero ajuda sobrenatural, vivo dentro da minha realidade e faço acontecer.
Vejo os caminhos à minha frente e escolho o que quero seguir, pensando numa estratégia que me dê satisfação.
Nem sempre consigo evitar sofrimentos e algum trabalho.
Mesmo que meu salário não seja alto, vivo dentro das minhas possibilidades.
Busco conquistar meios de crescer e crio oportunidades de multiplicar meus recursos para realizar aquilo que almejo.
Usufruo intensamente e minha mente guia a realidade possível.
Dentre os vários ângulos que percebo, procuro optar por aquele que mantenha minha tranquilidade.
Procuro não perder as novas oportunidades que surgem e sim, transformá-las em realidade de vida com qualidade, profundidade e autenticidade.
Conduzir minha vida com equilíbrio foi a melhor maneira que encontrei.
Não fico esperando as coisas acontecerem, não espero ajuda sobrenatural, vivo dentro da minha realidade e faço acontecer.
Vejo os caminhos à minha frente e escolho o que quero seguir, pensando numa estratégia que me dê satisfação.
Nem sempre consigo evitar sofrimentos e algum trabalho.
Mesmo que meu salário não seja alto, vivo dentro das minhas possibilidades.
Busco conquistar meios de crescer e crio oportunidades de multiplicar meus recursos para realizar aquilo que almejo.
Usufruo intensamente e minha mente guia a realidade possível.
Dentre os vários ângulos que percebo, procuro optar por aquele que mantenha minha tranquilidade.
Procuro não perder as novas oportunidades que surgem e sim, transformá-las em realidade de vida com qualidade, profundidade e autenticidade.
Conduzir minha vida com equilíbrio foi a melhor maneira que encontrei.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Ser o que sou
Com o avançar da idade começo a me indagar:
- Sou o que sempre quis ser?
Acredito que aceito-me do jeito que sou, não me auto critico e, quando realizo algo, o faço da melhor forma que sei.
Não procuro enganar-me e não me nego às oportunidades que surgem.
Sigo impulsos e reconheço o valor dos relacionamentos com a família e com os amigos.
Não me considero perfeita e convivo bem com minhas capacidades e limitações.
Não costumo me lastimar pelo que não fiz e valorizo minhas conquistas pessoais.
Tenho entusiasmo frente às novidades e não receio trilhar novos caminhos.
As experiências anteriores servem de suporte às novas.
As mudanças do mundo estimulam a vontade de aprender e consigo adaptar-me aos avanços que ocorrem com tanta rapidez.
Usufruir das oportunidades que se apresentam favorecem alcançar a satisfação e o equilíbrio e ajudam a evitar extremos de altos e baixos, de alegrias e tristezas, de entusiasmo e decepções.
Cada vez mais sinto que sou aquilo que quis e posso ser, e me sinto fortalecida e, de certa forma, feliz.
- Sou o que sempre quis ser?
Acredito que aceito-me do jeito que sou, não me auto critico e, quando realizo algo, o faço da melhor forma que sei.
Não procuro enganar-me e não me nego às oportunidades que surgem.
Sigo impulsos e reconheço o valor dos relacionamentos com a família e com os amigos.
Não me considero perfeita e convivo bem com minhas capacidades e limitações.
Não costumo me lastimar pelo que não fiz e valorizo minhas conquistas pessoais.
Tenho entusiasmo frente às novidades e não receio trilhar novos caminhos.
As experiências anteriores servem de suporte às novas.
As mudanças do mundo estimulam a vontade de aprender e consigo adaptar-me aos avanços que ocorrem com tanta rapidez.
Usufruir das oportunidades que se apresentam favorecem alcançar a satisfação e o equilíbrio e ajudam a evitar extremos de altos e baixos, de alegrias e tristezas, de entusiasmo e decepções.
Cada vez mais sinto que sou aquilo que quis e posso ser, e me sinto fortalecida e, de certa forma, feliz.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Retorno
Sempre sinto que o retorno é muito rápido!
A semana foi produtiva, porque o descanso que eu vim procurar, encontrei.
Descanso, mas não monotonia.
Vi todos os curtas que concorreram a prêmio, 20 no total.
Uns, eu gostei muito, outros menos.
Criatividade, não faltou.
Me impressiono com a capacidade evidenciada na criação.
Os diretores e suas equipes se apresentaram antes das sessões e valorizavam o trabalho realizado.
Lembrei muito do Joel que gosta tanto de cinema e sei da sua capacidade de produzir qualquer dos curtas que assisti.
Vou lembrar de falar pra ele.
Assisti alguns debates, alguns filmes da mostra paralela, que gostei muito também.
Gramado respira clima de cinema, principalmente nos fins de semana.
Hoje, véspera do retorno, me sinto reabastecida para recomeçar.
A semana foi produtiva, porque o descanso que eu vim procurar, encontrei.
Descanso, mas não monotonia.
Vi todos os curtas que concorreram a prêmio, 20 no total.
Uns, eu gostei muito, outros menos.
Criatividade, não faltou.
Me impressiono com a capacidade evidenciada na criação.
Os diretores e suas equipes se apresentaram antes das sessões e valorizavam o trabalho realizado.
Lembrei muito do Joel que gosta tanto de cinema e sei da sua capacidade de produzir qualquer dos curtas que assisti.
Vou lembrar de falar pra ele.
Assisti alguns debates, alguns filmes da mostra paralela, que gostei muito também.
Gramado respira clima de cinema, principalmente nos fins de semana.
Hoje, véspera do retorno, me sinto reabastecida para recomeçar.
domingo, 7 de agosto de 2011
Gramado- 39º Festival de Cinema
Alberto e eu chegamos hoje em Gramado, num ônibus executivo, num dia ensolarado que convidava para o relaxamento.
O apartamento que estamos no Pousada dá para uma vista maravilhosa, que acresce no prazer que estamos sentindo.
Alberto descansa lendo o jornal e de vez em quando olha para fora com os pensamentos longe.
Fui dar uma volta na "van" e o movimento está como eu nunca vi, nem no Natal Luz.
Muitas pessoas aglomeradas, com sacolas cheias,provavelmente curiosas para ver algum artista que se encontra na cidade.
É sempre bom voltar a Gramado!
Quando retornei ao Pousada, Alberto já me esperava com um chazinho.
Preparei um chimarrão e descemos para o salão para ver se há movimento aqui, também.
Início de uma semana que promete ser de grande prazer.
O apartamento que estamos no Pousada dá para uma vista maravilhosa, que acresce no prazer que estamos sentindo.
Alberto descansa lendo o jornal e de vez em quando olha para fora com os pensamentos longe.
Fui dar uma volta na "van" e o movimento está como eu nunca vi, nem no Natal Luz.
Muitas pessoas aglomeradas, com sacolas cheias,provavelmente curiosas para ver algum artista que se encontra na cidade.
É sempre bom voltar a Gramado!
Quando retornei ao Pousada, Alberto já me esperava com um chazinho.
Preparei um chimarrão e descemos para o salão para ver se há movimento aqui, também.
Início de uma semana que promete ser de grande prazer.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Ação e reação
Pela lei da física sei que toda ação gera uma reação igual e em sentido contrário.
Saber que ação, ato, atitude gerará um efeito, uma resposta igual e em sentido contrário pode evitar colocar no outro, nas coisas, a culpa do que nos ocorre e que não ajuda no crescimento pessoal.
Quando não se está satisfeito com o que ocorre em nossa vida é o momento de reprogramar atitudes para que a resposta também se reprograme.
Isso exige esforço pessoal, porque o dar e o receber estão interligados e a consciência da ligação entre os acontecimentos, as idéias e situações é fundamental.
Reações inesperadas nada mais são do que a falta de conscientização do que gera nossos pontos de vista contraditórios, nosso modo de pensar e agir.
Muitas vezes perpetuamos ações e respostas por não perceber essa relação.
Saber que ação, ato, atitude gerará um efeito, uma resposta igual e em sentido contrário pode evitar colocar no outro, nas coisas, a culpa do que nos ocorre e que não ajuda no crescimento pessoal.
Quando não se está satisfeito com o que ocorre em nossa vida é o momento de reprogramar atitudes para que a resposta também se reprograme.
Isso exige esforço pessoal, porque o dar e o receber estão interligados e a consciência da ligação entre os acontecimentos, as idéias e situações é fundamental.
Reações inesperadas nada mais são do que a falta de conscientização do que gera nossos pontos de vista contraditórios, nosso modo de pensar e agir.
Muitas vezes perpetuamos ações e respostas por não perceber essa relação.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Inquietude
Não me importo de estar só.
Não preciso estar rodeada de pessoas, mas aprecio contato humano e a troca que propicia.
Sempre tenho muito a fazer.
Vivo numa inquietação danada, pois sinto no final de um dia que podia ter feito mais, mas isso me faz bem, pois não sinto nenhum vazio.
Os dias voam.
Pela manhã, ao acordar me vem à mente o dia que tenho pela frente e a energia recuperada me impulsiona para a ação.
Não planejo muito, pois não me desgasto no pensamento com aquilo que farei.
Vou fazendo...
Pensar no que se tem a fazer cansa mais, porque é fazer inúmeras vezes a mesma coisa.
Concretamente só precisamos fazer uma vez.
As atividades rotineiras vão sendo feitas, mas sem muito "penso".
Os fatos novos que surgem sempre têm espaço no meu dia.
E a inquietude que sinto gera o entusiasmo e inspiração no meu cotidiano.
Não preciso estar rodeada de pessoas, mas aprecio contato humano e a troca que propicia.
Sempre tenho muito a fazer.
Vivo numa inquietação danada, pois sinto no final de um dia que podia ter feito mais, mas isso me faz bem, pois não sinto nenhum vazio.
Os dias voam.
Pela manhã, ao acordar me vem à mente o dia que tenho pela frente e a energia recuperada me impulsiona para a ação.
Não planejo muito, pois não me desgasto no pensamento com aquilo que farei.
Vou fazendo...
Pensar no que se tem a fazer cansa mais, porque é fazer inúmeras vezes a mesma coisa.
Concretamente só precisamos fazer uma vez.
As atividades rotineiras vão sendo feitas, mas sem muito "penso".
Os fatos novos que surgem sempre têm espaço no meu dia.
E a inquietude que sinto gera o entusiasmo e inspiração no meu cotidiano.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
A vida espera?
Penso nisso quando me vejo correndo muito pra tudo.
O tempo não pára e a vida não espera.
Vivo em um movimento ininterrupto e pretendo assim viver, até o fim.
Apesar disso, percebo que tudo é temporário nesse eterno movimento que segue.
Tudo muda e nada permanece igual nas coisas, nas situações e nas pessoas.
Essa dinâmica é a razão de viver.
Os fatos se sucedem, a vida continua e é natural seguir em frente, enfrentando o tempo que tudo leva.
O importante e inevitável são as experiências que ficam.
Tudo a seu tempo.
Velhos hábitos, velhos caminhos que levam para os mesmos lugares e, em novos momentos, se tornam diferentes.
Quando vivemos e valorizamos esses fatos, não ficamos às margens de nada, nem de nós mesmos.
Estar em nós é estar vivos.
O tempo não pára e a vida não espera.
Vivo em um movimento ininterrupto e pretendo assim viver, até o fim.
Apesar disso, percebo que tudo é temporário nesse eterno movimento que segue.
Tudo muda e nada permanece igual nas coisas, nas situações e nas pessoas.
Essa dinâmica é a razão de viver.
Os fatos se sucedem, a vida continua e é natural seguir em frente, enfrentando o tempo que tudo leva.
O importante e inevitável são as experiências que ficam.
Tudo a seu tempo.
Velhos hábitos, velhos caminhos que levam para os mesmos lugares e, em novos momentos, se tornam diferentes.
Quando vivemos e valorizamos esses fatos, não ficamos às margens de nada, nem de nós mesmos.
Estar em nós é estar vivos.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Origem da minha vida que me lembro...
Comecei a lembrar de minha origem e cheguei a algumas constatações:
-a genética que herdei mais o cuidado que tenho comigo, refletem na minha saúde;
-também influiu o desenvolvimento científico e tecnológico do mundo atual para que eu ultrapassasse, em idade, meus pais;
-a conservação da saúde depende desse desenvolvimento e também do cuidado pessoal preventivo.
Apesar das restrições que surgem com a idade, de maneira geral, sou saudável e dinâmica.
Quando tinha 14 anos perdi meu pai, com 50 anos, de ataque cardíaco fulminante.
Com 26 anos, já casada, minha mãe morreu das complicações da diabete e da angina de peito e estava com 65 anos.
Moços, naquela época e muito mais, nos dias atuais.
Eram imigrantes: ela veio criança com sua família da Rússia e, ele, da Lituânia, moço, sem parentes, sozinho, fugindo da guerra.
Não sei como se encontraram.
Será que foi casamento arranjado?
Era comum naquela época.
O Brasil oferecia terras no interior do RS, num projeto de colonização, para imigrantes judeus.
Se não me engano, chamava-se Barão Hirsh quem liderava esse assentamento que deu nome à cidade para a qual meus pais foram designados.
Quatro das minhas irmãs nasceram lá.
Eu, a caçula das mulheres, uma irmã e meu irmão já nascemos em POA.
Formou-se uma família de sete filhos: seis irmãs e um irmão.
Minhas lembranças são tênues da minha infância.
Estudei sempre no Instituto de Educação até me formar, quando fui convidada para lá lecionar e fui ficando, concomitantemente à minha formação superior e pós graduação, até me aposentar.
Iniciei minha vida profissional paralela à minha vida de casada e formação da minha família.
Mas, voltando à minha origem, que me lembre, houve adaptação de meus pais a uma nova cultura, a novos costumes e não me passaram más experiências de vida, que porventura tiveram.
Tinham certo sotaque na língua falada, isso me lembro, e tinham pouco estudo, mas sentia, principalmente em minha mãe grande força, determinação, estímulo e vontade de viver.
Conduzia sua vida com sabedoria inata.
Não conheci meu pai, como a minha mãe.
Com ela convivi mais próxima e mais tempo.
Sentia seu afeto e seu orgulho por mim.
Muitas vezes lembro dela com vontade que pudesse ter vivido mais e aproveitado o avanço em que vivemos.
Acho que esse saudosismo ocorre por saber como ela compartilhava das coisas boas da vida!
Estou surpresa com esses pensamentos que vieram à tona.
-a genética que herdei mais o cuidado que tenho comigo, refletem na minha saúde;
-também influiu o desenvolvimento científico e tecnológico do mundo atual para que eu ultrapassasse, em idade, meus pais;
-a conservação da saúde depende desse desenvolvimento e também do cuidado pessoal preventivo.
Apesar das restrições que surgem com a idade, de maneira geral, sou saudável e dinâmica.
Quando tinha 14 anos perdi meu pai, com 50 anos, de ataque cardíaco fulminante.
Com 26 anos, já casada, minha mãe morreu das complicações da diabete e da angina de peito e estava com 65 anos.
Moços, naquela época e muito mais, nos dias atuais.
Eram imigrantes: ela veio criança com sua família da Rússia e, ele, da Lituânia, moço, sem parentes, sozinho, fugindo da guerra.
Não sei como se encontraram.
Será que foi casamento arranjado?
Era comum naquela época.
O Brasil oferecia terras no interior do RS, num projeto de colonização, para imigrantes judeus.
Se não me engano, chamava-se Barão Hirsh quem liderava esse assentamento que deu nome à cidade para a qual meus pais foram designados.
Quatro das minhas irmãs nasceram lá.
Eu, a caçula das mulheres, uma irmã e meu irmão já nascemos em POA.
Formou-se uma família de sete filhos: seis irmãs e um irmão.
Minhas lembranças são tênues da minha infância.
Estudei sempre no Instituto de Educação até me formar, quando fui convidada para lá lecionar e fui ficando, concomitantemente à minha formação superior e pós graduação, até me aposentar.
Iniciei minha vida profissional paralela à minha vida de casada e formação da minha família.
Mas, voltando à minha origem, que me lembre, houve adaptação de meus pais a uma nova cultura, a novos costumes e não me passaram más experiências de vida, que porventura tiveram.
Tinham certo sotaque na língua falada, isso me lembro, e tinham pouco estudo, mas sentia, principalmente em minha mãe grande força, determinação, estímulo e vontade de viver.
Conduzia sua vida com sabedoria inata.
Não conheci meu pai, como a minha mãe.
Com ela convivi mais próxima e mais tempo.
Sentia seu afeto e seu orgulho por mim.
Muitas vezes lembro dela com vontade que pudesse ter vivido mais e aproveitado o avanço em que vivemos.
Acho que esse saudosismo ocorre por saber como ela compartilhava das coisas boas da vida!
Estou surpresa com esses pensamentos que vieram à tona.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Resistência para viajar
Tenho amigos que facilmente viajam para vários lugares e parecem não ter a dificuldade que tenho .
Acho que sou comodista.
Gosto de lugares conhecidos onde me sinta em casa.
Tenho essa sensação quando vou a Capão, Gramado, Gravatal.
Gosto de lugares em que conheça as pessoas, os caminhos...
Não gosto e não sei arrumar malas.
Levo coisas demais e carrego muito peso, o que se torna incômodo.
Quando chego é o maior alívio, pois vejo que não esqueci nada do que queria trazer e começo a usufruir intensamente.
Aí, o prazer que que me preenche é muito bom!
Cheguei em Gravatal dia 15 e começo a sentir que o tempo está voando e, hoje, 3ª feira, me dá certa ansiedade ao sentir saudades antecipadas do bem estar que se tem aqui: banhos termais maravilhosos, piscinas, caminhadas, jogos, festas organizadas, segurança, encontro de pessoas, compras e o dia rapidamente chega ao fim.
Como a quase dois anos, por motivos vários, não vinha pra cá, quero absorver tudo que me rodeia, vorazmente.
Gostaria de ter menos resistência de viajar, pois quando o faço sinto-me livre, plena e privilegiada.
.
Acho que sou comodista.
Gosto de lugares conhecidos onde me sinta em casa.
Tenho essa sensação quando vou a Capão, Gramado, Gravatal.
Gosto de lugares em que conheça as pessoas, os caminhos...
Não gosto e não sei arrumar malas.
Levo coisas demais e carrego muito peso, o que se torna incômodo.
Quando chego é o maior alívio, pois vejo que não esqueci nada do que queria trazer e começo a usufruir intensamente.
Aí, o prazer que que me preenche é muito bom!
Cheguei em Gravatal dia 15 e começo a sentir que o tempo está voando e, hoje, 3ª feira, me dá certa ansiedade ao sentir saudades antecipadas do bem estar que se tem aqui: banhos termais maravilhosos, piscinas, caminhadas, jogos, festas organizadas, segurança, encontro de pessoas, compras e o dia rapidamente chega ao fim.
Como a quase dois anos, por motivos vários, não vinha pra cá, quero absorver tudo que me rodeia, vorazmente.
Gostaria de ter menos resistência de viajar, pois quando o faço sinto-me livre, plena e privilegiada.
.
sábado, 16 de julho de 2011
Tombo previsível
É importante dar-me conta, quando surge algum fato em minha vida, que poderia tê-lo evitado. Posso até pensar isso, depois que ocorreu.
Vou exemplificar: tenho um lado da minha casa, com escada que, quando chove, vira um tobogã.
Na última 5ª feira, chovia torrencialmente e, apesar de saber do fato acima, com as mãos carregadas, com um chinelo inadequado, levei um dos maiores tombos que me lembro de ter caído.
Até já previa isto, pois tirei os óculos antes de descer.
Mas o que me fez arriscar?
Imagino que, ter consciência das coisas, não me fez deixar de correr o risco que corri.
Quando me dei conta, voei, bati o rosto e a cabeça na parede e machuquei todo meu lado esquerdo.
Estatelada no chão, os chinelos voaram e os objetos que carregava, idem.
Fiquei parada alguns instantes surpresa e, ao mesmo tempo, preocupada com as consequências do meu ato insano.
Fui levantando devagar, me observando toda dolorida, mas podendo me mexer.
Acabei de descer a escada, recolhendo o que caíra comigo e depois voltei, vagarosamente, para pegar gelo para passar na face, na cabeça e nas pernas, tentando evitar o roxo, principalmente, nas partes mais visíveis.
Não queria evidenciar minha leviandade e explicações, pois viajaria para Gravatal, 6ª feira.
Levei horas passando gelo, Hirudoid, anti inflamatório e, mesmo assim, não evitei roxos na perna e na coxa e ficar toda dolorida.
Bem feito pra eu aprender a me cuidar mais e dar-me conta que não sou onipotente e posso tudo!
Vou exemplificar: tenho um lado da minha casa, com escada que, quando chove, vira um tobogã.
Na última 5ª feira, chovia torrencialmente e, apesar de saber do fato acima, com as mãos carregadas, com um chinelo inadequado, levei um dos maiores tombos que me lembro de ter caído.
Até já previa isto, pois tirei os óculos antes de descer.
Mas o que me fez arriscar?
Imagino que, ter consciência das coisas, não me fez deixar de correr o risco que corri.
Quando me dei conta, voei, bati o rosto e a cabeça na parede e machuquei todo meu lado esquerdo.
Estatelada no chão, os chinelos voaram e os objetos que carregava, idem.
Fiquei parada alguns instantes surpresa e, ao mesmo tempo, preocupada com as consequências do meu ato insano.
Fui levantando devagar, me observando toda dolorida, mas podendo me mexer.
Acabei de descer a escada, recolhendo o que caíra comigo e depois voltei, vagarosamente, para pegar gelo para passar na face, na cabeça e nas pernas, tentando evitar o roxo, principalmente, nas partes mais visíveis.
Não queria evidenciar minha leviandade e explicações, pois viajaria para Gravatal, 6ª feira.
Levei horas passando gelo, Hirudoid, anti inflamatório e, mesmo assim, não evitei roxos na perna e na coxa e ficar toda dolorida.
Bem feito pra eu aprender a me cuidar mais e dar-me conta que não sou onipotente e posso tudo!
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Minha casa
Minha casa é arrumada, limpa, um pouco bagunçada e tem muita luz e muita vida dentro dela.
Os livros que saem das prateleiras e são colocados sobre as mesinhas de cabeceira se juntam às revistas para serem lidos.
Tem um quartinho onde acumulo tudo, pois tenho mania de guardar.
O negócio é achar algo, quando preciso.
Gosto de receber meus filhos, meus netos, meus amigos e para isso a casa está sempre pronta.
Ela tem a minha cara: descontraída, espontânea e que me faz sentir bem, assim como as pessoas que a frequentam.
Ontem, num frio de rachar éramos 15 em torno da mesa farta, a nos deliciar com o churrasco feito pelo Vic.
Comemoramos mais uma vez o niver da Re, com o calor humano muito maior do que o fogo das lareiras feito pelo Nei.
Todos conversavam animadamente e o dia ficou pleno até o final, recheado de afeto e calor.
My house is my home.
Os livros que saem das prateleiras e são colocados sobre as mesinhas de cabeceira se juntam às revistas para serem lidos.
Tem um quartinho onde acumulo tudo, pois tenho mania de guardar.
O negócio é achar algo, quando preciso.
Gosto de receber meus filhos, meus netos, meus amigos e para isso a casa está sempre pronta.
Ela tem a minha cara: descontraída, espontânea e que me faz sentir bem, assim como as pessoas que a frequentam.
Ontem, num frio de rachar éramos 15 em torno da mesa farta, a nos deliciar com o churrasco feito pelo Vic.
Comemoramos mais uma vez o niver da Re, com o calor humano muito maior do que o fogo das lareiras feito pelo Nei.
Todos conversavam animadamente e o dia ficou pleno até o final, recheado de afeto e calor.
My house is my home.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Inverno nos pensamentos

Não gosto quando o frio é muito e os dias ficam cinzentos.
Parece que o frio fica por dentro, também.
Os pensamentos como as roupas, de certa forma, me amarram e me vem uma leve tristeza .
Eu, que sou muito ativa, me vejo tomada por um turbilhão de emoções e sentimentos contraditórios, ao pensar em algumas pessoas próximas, que estão limitadas por doença e que estão hospitalizadas.
Apesar de saber que cada um percorre seu caminho, eu me importo com o que me rodeia e me afeto emocionalmente.
Não tenho dificuldade de viver comigo mesma e de enfrentar os pensamentos que surgem e vão crescendo: quando a saúde é perdida, muito ou tudo é perdido.
E, não é?
Acho que viver é muito bom e quando alguém próximo está ameaçado em sua saúde, ponho-me em seu lugar e sinto a impotência que isso representa.
Um corpo saudável e um coração tranquilo é a maior riqueza que se possa ter.
Procuro espantar esses maus pensamentos e problemas.
Busco, então, alguma atividade que ajude a vencer o frio do inverno externo e interno e possibilitar que volte minha tranquilidade no viver.
Parece que o frio fica por dentro, também.
Os pensamentos como as roupas, de certa forma, me amarram e me vem uma leve tristeza .
Eu, que sou muito ativa, me vejo tomada por um turbilhão de emoções e sentimentos contraditórios, ao pensar em algumas pessoas próximas, que estão limitadas por doença e que estão hospitalizadas.
Apesar de saber que cada um percorre seu caminho, eu me importo com o que me rodeia e me afeto emocionalmente.
Não tenho dificuldade de viver comigo mesma e de enfrentar os pensamentos que surgem e vão crescendo: quando a saúde é perdida, muito ou tudo é perdido.
E, não é?
Acho que viver é muito bom e quando alguém próximo está ameaçado em sua saúde, ponho-me em seu lugar e sinto a impotência que isso representa.
Um corpo saudável e um coração tranquilo é a maior riqueza que se possa ter.
Procuro espantar esses maus pensamentos e problemas.
Busco, então, alguma atividade que ajude a vencer o frio do inverno externo e interno e possibilitar que volte minha tranquilidade no viver.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Níver da Re
Renata está com 15 anos!Parabens pra ela e pra nós que acompanhamos seu crescimento.
Está menos tímida e linda com seu novo cabelo!
Desenha muito bem, apesar de ser muito crítica com aquilo que faz.
Ama o Japão e já domina alguma coisa da língua, por sua própria iniciativa e muitas coisas mais.
Demonstra grande força interior que aos poucos está descobrindo.
Parece que foi ontem, 28 de junho de 1996, dia em que nasceu e que parecia uma bonequinha mignon.
Hoje, uma mocinha alta e esguia, que anda de ônibus sozinha, seguindo os passos da Ju, conquistando sua independência.
Desde esse dia 28 estamos comemorando seu níver: com uma janta, em petit comité, preparada pelo "Pai Chef", continuando com "Pai Pizzaiolo", no sábado para suas amigas e no Domingo com "Pai Churrasqueiro" para a família próxima.
Afinal esses 15 anos está demonstrando que a Renata cresceu e quer comemorar com todos seu níver.
Meu desejo é que ela continue assim, com muita alegria, e com essa força para conquistar tudo que merece.
sábado, 25 de junho de 2011
Autonomia X Dependência
Esses dois conceitos se interligam.
Somos dependentes, quando as decisões de nossa vida passam para as mãos do outro.
E, ainda tem sorte, quem é dependente e tem um "outro" para decidir sua vida.
Infeliz de quem, pelas suas características de personalidade, pelo contexto sócio-cultural em que viveu tem dependência física, econômica, psíquica...
Quando eu digo que tenho autonomia sobre minha vida sei que convivo com riscos, incertezas e conflitos.
Conhecimento pessoal, capacidade de decidir, de selecionar informações, de criatividade, de iniciativa, preenchem a possibilidade de satisfazer minhas necessidades básicas: materiais, emocionais, sociais, culturais, que conduzem meus passos, minhas ações, para minha autonomia.
Infelizmente, circunstâncias podem nos fazer ficar sem autonomia e perder nossa independência pessoal, em algum momento da vida.
É triste esse momento!
Quando temos autonomia interrogamos, refletimos, deliberamos com liberdade e responsabilidade nossas ações na vida.
A responsabilidade comigo mesma é preservar minha liberdade e ser capaz de auto gerir-me, auto-governar-me, com independência, em cada momento e serei feliz, se tiver bem-estar com autonomia.
Somos dependentes, quando as decisões de nossa vida passam para as mãos do outro.
E, ainda tem sorte, quem é dependente e tem um "outro" para decidir sua vida.
Infeliz de quem, pelas suas características de personalidade, pelo contexto sócio-cultural em que viveu tem dependência física, econômica, psíquica...
Quando eu digo que tenho autonomia sobre minha vida sei que convivo com riscos, incertezas e conflitos.
Conhecimento pessoal, capacidade de decidir, de selecionar informações, de criatividade, de iniciativa, preenchem a possibilidade de satisfazer minhas necessidades básicas: materiais, emocionais, sociais, culturais, que conduzem meus passos, minhas ações, para minha autonomia.
Infelizmente, circunstâncias podem nos fazer ficar sem autonomia e perder nossa independência pessoal, em algum momento da vida.
É triste esse momento!
Quando temos autonomia interrogamos, refletimos, deliberamos com liberdade e responsabilidade nossas ações na vida.
A responsabilidade comigo mesma é preservar minha liberdade e ser capaz de auto gerir-me, auto-governar-me, com independência, em cada momento e serei feliz, se tiver bem-estar com autonomia.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Tempo de elaborar dores
Fiquei perturbada ao saber que uma ex-colega do alongamento está com cancer e fazendo quimio, uma ex-colega da dança teve morte súbita e outra teve um AVC hemorrágico.
Que dor acompanhar essas más notícias!
Penso tanto que precisamos ter paz interior para tocar nossa vida com qualidade e que aquilo que não podemos mudar, de certa forma, não nos deveria afetar como acontece.
E que o que deve importar é que estamos vivos e que as experiências pelas quais passamos vai contribuir para nosso contínuo crescimento.
Mas os acontecimentos da realidade próxima nos trava.
Acredito que o que plantamos com alegria, esperança, amor vamos colher e que nada nos deterá na medida que sonhamos, amamos e construímos, seja o que for.
As notícias de perdas, doenças, afeta-me e me deixa impotente frente a essa realidade.
Terei que elaborar mais uma vez esses acontecimentos não desejados.
Que dor acompanhar essas más notícias!
Penso tanto que precisamos ter paz interior para tocar nossa vida com qualidade e que aquilo que não podemos mudar, de certa forma, não nos deveria afetar como acontece.
E que o que deve importar é que estamos vivos e que as experiências pelas quais passamos vai contribuir para nosso contínuo crescimento.
Mas os acontecimentos da realidade próxima nos trava.
Acredito que o que plantamos com alegria, esperança, amor vamos colher e que nada nos deterá na medida que sonhamos, amamos e construímos, seja o que for.
As notícias de perdas, doenças, afeta-me e me deixa impotente frente a essa realidade.
Terei que elaborar mais uma vez esses acontecimentos não desejados.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Motivo para escrever
Leio um comentário da Ju, minha neta de 19 anos, dizendo que gosta do que escrevo e que devo continuar, pois sempre me acompanha.
Escreveu que não estava conseguindo comentar após cada post, apesar de ter tentado muitas vezes.
Como fico estimulada e orgulhosa!
Engraçado, pois foi ela que me orientou como se postava comentário.
Às vezes acontecem coisas incompreensíveis no manejo com o computador.
Parece que se aprendeu para sempre, mas aí dá um "ruído" que quase nos tira do sério.
Gosto de escrever, pois favorece revelar um novo olhar sobre o mundo.
Fico com a sensação que sou mais partícipe e isso me ajuda a compreender melhor a realidade que me cerca.
Apesar que escrever é uma atividade solitária, sinto que me aproximo dos que me lêem, através da expressão das minhas idéias e pensamentos.
A vontade de comentar um fato que ocorre, uma satisfação que sentimos, uma observação, um comentário,uma palavra acende uma faísca que serve como estímulo para criar um novo texto.
domingo, 22 de maio de 2011
Construção da Vida
Existir automaticamente, alienados da realidade é esquecer que a vida é curta.
Enfrentando nossos medos construímos nossa história, nos auto conhecemos e agimos nos mostrando como somos.
A vida não pode ser pequena!
Acredito que a tecnologia não substitui nossas reflexões, mas pode nos ajudar na nossa capacidade de aprender .
Desde que nascemos vamos nos fazendo dia a dia e nos tornando algo novo e pode-se dizer que nunca se será o mesmo que ontem.
Nunca estamos prontos porisso não podemos estagnar nem interromper o processo de vitalidade, de renovação, de abrir a mente.
A vida se encontra dentro de nós e o sentimento que estamos sempre em construção é que nos faz vivos.
Não nos considerar completos, prontos, nos faz vislumbrar o horizonte mais extenso que nosso passado, que é nossa referência, mas não nossa direção.
Essa obra de construção e de aprendizado é que vamos deixar na vida e que nos torna vivos!
Enfrentando nossos medos construímos nossa história, nos auto conhecemos e agimos nos mostrando como somos.
A vida não pode ser pequena!
Acredito que a tecnologia não substitui nossas reflexões, mas pode nos ajudar na nossa capacidade de aprender .
Desde que nascemos vamos nos fazendo dia a dia e nos tornando algo novo e pode-se dizer que nunca se será o mesmo que ontem.
Nunca estamos prontos porisso não podemos estagnar nem interromper o processo de vitalidade, de renovação, de abrir a mente.
A vida se encontra dentro de nós e o sentimento que estamos sempre em construção é que nos faz vivos.
Não nos considerar completos, prontos, nos faz vislumbrar o horizonte mais extenso que nosso passado, que é nossa referência, mas não nossa direção.
Essa obra de construção e de aprendizado é que vamos deixar na vida e que nos torna vivos!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Tema do XVII Encontro sobre o Envelhecimento
O tema do XVII Encontro sobre Envelhecimento é:
" O saber do idoso na autonomia da Vida".
O nº de idosos vem aumentando significativamente nos dias de hoje e é cada vez mais destacado o poder que o idoso pode exercer na sociedade.
É importante a conscientização do seu valor na interação com o meio em que vive.
Pensando sobre esse tema, mais uma vez me dou conta que não tenho dúvida que a pessoa, em qualquer idade, precisa saber o valor de seu papel e ter um senso crítico para analisar o que a rodeia e fazer as melhores opções para praticar com autonomia sua vida.
Quanto melhor o idoso estiver cuidando-se, usufruindo das oportunidades que se apresentam, buscando aprimorar-se, melhor relacionar-se-á e melhor será sua vida.
Ao avançar na idade, muitos desistem de continuar a se desenvolver em todos os sentidos, por achar que não vale mais a pena.
É comum ficar mais rígido não só fisicamente, mas nas atitudes.
Penso ainda que, muito mais que saber, é ter-se saúde emocional para exercer, na plenitude, essa autonomia.
O equilíbrio emocional com que cada um leva sua vida traz como consequência a busca de autonomia na sua vida.
Será interessante discutir esse foco com o grupo e espero que, se necessário, ao darem-se conta das condições internas responsáveis por cada agir, cada um elabore sobre o que lhe limita e seja capaz de buscar a ajuda necessária que o faça vencer os obstáculos pessoais.
Conviver com as limitações físicas que vão surgindo com a idade não é o mais difícil.
As limitações emocionais , ao meu ver, quando negadas, não conscientizadas, passam a ser o mais castrador em termos do uso da autonomia.
Como exercerá autonomia na vida alguém preso à sua insegurança, tristeza, insatisfação, falta de entusiasmo,rigidez, depressão?
Para tomar as rédeas do bem viver é preciso mais do que tudo querer Viver na plenitude e se responsabilizar por transformar-se e transformar ao seu redor.
Cada um é responsável pela condução da sua vida com saber, poder e autonomia!
" O saber do idoso na autonomia da Vida".
O nº de idosos vem aumentando significativamente nos dias de hoje e é cada vez mais destacado o poder que o idoso pode exercer na sociedade.
É importante a conscientização do seu valor na interação com o meio em que vive.
Pensando sobre esse tema, mais uma vez me dou conta que não tenho dúvida que a pessoa, em qualquer idade, precisa saber o valor de seu papel e ter um senso crítico para analisar o que a rodeia e fazer as melhores opções para praticar com autonomia sua vida.
Quanto melhor o idoso estiver cuidando-se, usufruindo das oportunidades que se apresentam, buscando aprimorar-se, melhor relacionar-se-á e melhor será sua vida.
Ao avançar na idade, muitos desistem de continuar a se desenvolver em todos os sentidos, por achar que não vale mais a pena.
É comum ficar mais rígido não só fisicamente, mas nas atitudes.
Penso ainda que, muito mais que saber, é ter-se saúde emocional para exercer, na plenitude, essa autonomia.
O equilíbrio emocional com que cada um leva sua vida traz como consequência a busca de autonomia na sua vida.
Será interessante discutir esse foco com o grupo e espero que, se necessário, ao darem-se conta das condições internas responsáveis por cada agir, cada um elabore sobre o que lhe limita e seja capaz de buscar a ajuda necessária que o faça vencer os obstáculos pessoais.
Conviver com as limitações físicas que vão surgindo com a idade não é o mais difícil.
As limitações emocionais , ao meu ver, quando negadas, não conscientizadas, passam a ser o mais castrador em termos do uso da autonomia.
Como exercerá autonomia na vida alguém preso à sua insegurança, tristeza, insatisfação, falta de entusiasmo,rigidez, depressão?
Para tomar as rédeas do bem viver é preciso mais do que tudo querer Viver na plenitude e se responsabilizar por transformar-se e transformar ao seu redor.
Cada um é responsável pela condução da sua vida com saber, poder e autonomia!
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Vencendo a dor
Meados de abril, feriadão da Páscoa me leva novamente a refletir da rapidez com que o tempo passa.
A avaliação médica que faço de 6 em 6 meses chegou.
Não gosto de ficar em jejum por 12 horas, mas me livro logo dos exames de laboratório, para não ficar sofrendo.
Fiz uma ressonância do ombro esquerdo, que não parou de doer, ainda, para melhor avaliação. Já tinha feito uma ecografia no final do ano passado.
O ortopedista constatou mais precisamente o rompimento parcial do ligamento e a formação de bursite. Como a dor está muito persistente e se tornando crônica decidiu realizar infiltração de cortisona para ver se resolve, pois o antiinflamatório que tomei não adiantou.
Após a infiltração pensei que também não ia adiantar, mas parece que o alívio já iniciou.
Fico me observando para ver se não estou me enganando, pois como não gosto de me sentir fragilizada tenho medo de continuar a sentir a dor persistente do braço.
Me pego testando o movimento e realmente estou conseguindo levantá-lo sem abafar um gemido, como nos últimos tempos, pelo menos nos últimos 6 meses.
Não deixo de fazer meus exercícios, de organizar minhas coisas e as da casa e corro um pouco mais para me livrar dessa avaliação médica.
A gente só se dá conta como a maior parte do tempo sente-se bem, quando aparece uma dor que vai se tornando crônica e vamos nos acostumando a senti-la e a nos proteger para evitá-la.
Fiquei com medo de atrofiar o movimento do braço por evitar sentir dor.
Como a idade que me encontro é a dita Idade do "Condor"(com dor), achei que tinha chegado minha vez.
Já tive várias épocas que meus ossos reagiram com muita dor e já fiz muitos tratamentos, tanto que já me sinto especialista no assunto.
O negócio é achar a medicação e o procedimento que vai resolver e, às vezes, leva um tempo.
Através de vários caminhos, avaliações, diagnósticos, procedimentos parece que mais essa luta vai ser vencida.
É o que espero!!!!!!
A avaliação médica que faço de 6 em 6 meses chegou.
Não gosto de ficar em jejum por 12 horas, mas me livro logo dos exames de laboratório, para não ficar sofrendo.
Fiz uma ressonância do ombro esquerdo, que não parou de doer, ainda, para melhor avaliação. Já tinha feito uma ecografia no final do ano passado.
O ortopedista constatou mais precisamente o rompimento parcial do ligamento e a formação de bursite. Como a dor está muito persistente e se tornando crônica decidiu realizar infiltração de cortisona para ver se resolve, pois o antiinflamatório que tomei não adiantou.
Após a infiltração pensei que também não ia adiantar, mas parece que o alívio já iniciou.
Fico me observando para ver se não estou me enganando, pois como não gosto de me sentir fragilizada tenho medo de continuar a sentir a dor persistente do braço.
Me pego testando o movimento e realmente estou conseguindo levantá-lo sem abafar um gemido, como nos últimos tempos, pelo menos nos últimos 6 meses.
Não deixo de fazer meus exercícios, de organizar minhas coisas e as da casa e corro um pouco mais para me livrar dessa avaliação médica.
A gente só se dá conta como a maior parte do tempo sente-se bem, quando aparece uma dor que vai se tornando crônica e vamos nos acostumando a senti-la e a nos proteger para evitá-la.
Fiquei com medo de atrofiar o movimento do braço por evitar sentir dor.
Como a idade que me encontro é a dita Idade do "Condor"(com dor), achei que tinha chegado minha vez.
Já tive várias épocas que meus ossos reagiram com muita dor e já fiz muitos tratamentos, tanto que já me sinto especialista no assunto.
O negócio é achar a medicação e o procedimento que vai resolver e, às vezes, leva um tempo.
Através de vários caminhos, avaliações, diagnósticos, procedimentos parece que mais essa luta vai ser vencida.
É o que espero!!!!!!
quinta-feira, 31 de março de 2011
Sobrepeso, preocupação constante, eterno recomeçar.
Estou, de novo, iniciando a eterna busca para baixar meu peso.
Não tenho lembrança de quando comecei essa caminhada em forma de gangorra.
Passa um tempo em que minhas roupas caem perfeitamente e, quando facilito no comer, elas ficam inconfortáveis salientando parte do corpo, o que não gosto.
Levo um susto quando subo na balança, mas serve para eu tomar vergonha e decidir cuidar o quê e o quanto como.
Tudo de novo vai começar. Esse "sobe desce" eu chamo de gangorra.
No correr dos dias ameniza o auto controle, começo a sentir a diferença e o foco "cuidar o quê e o quanto como" fica mais tênue e começo a me sentir melhor.
A satisfação começa a aumentar, quando as roupas, de novo, caem melhor.
Cada vez que isso está acontecendo quero manter para sempre o cuidado e atenção para manter um peso adequado constante.
Mas, aos poucos, vou me acomodando e a gangorra vai subindo, até eu levar um susto e, de novo, começar.
Com quem se fala, o assunto comum é: diferentes regimes, orientações alimentares seguidas, ingestão ou não de remédios, troca de sugestões e eternas recaídas...
A comida natural é um "up" para a saúde, comentário na mídia e entre as pessoas.
E a gente, da mistura de informações, vai aprendendo e selecionando o que melhor faz pra si mesmo.
Como o sobrepeso não chega a afetar minha saúde, as recaídas são frequentes.
As pernas ficam um pouco mais inchadas e mais pesadas para andar, o que não gosto, e a estética fica prejudicada e isso vem a ser o estímulo para o recomeço.
Eterno recomeço da intenção de que, agora, vou cuidar para sempre!
Não tenho lembrança de quando comecei essa caminhada em forma de gangorra.
Passa um tempo em que minhas roupas caem perfeitamente e, quando facilito no comer, elas ficam inconfortáveis salientando parte do corpo, o que não gosto.
Levo um susto quando subo na balança, mas serve para eu tomar vergonha e decidir cuidar o quê e o quanto como.
Tudo de novo vai começar. Esse "sobe desce" eu chamo de gangorra.
No correr dos dias ameniza o auto controle, começo a sentir a diferença e o foco "cuidar o quê e o quanto como" fica mais tênue e começo a me sentir melhor.
A satisfação começa a aumentar, quando as roupas, de novo, caem melhor.
Cada vez que isso está acontecendo quero manter para sempre o cuidado e atenção para manter um peso adequado constante.
Mas, aos poucos, vou me acomodando e a gangorra vai subindo, até eu levar um susto e, de novo, começar.
Com quem se fala, o assunto comum é: diferentes regimes, orientações alimentares seguidas, ingestão ou não de remédios, troca de sugestões e eternas recaídas...
A comida natural é um "up" para a saúde, comentário na mídia e entre as pessoas.
E a gente, da mistura de informações, vai aprendendo e selecionando o que melhor faz pra si mesmo.
Como o sobrepeso não chega a afetar minha saúde, as recaídas são frequentes.
As pernas ficam um pouco mais inchadas e mais pesadas para andar, o que não gosto, e a estética fica prejudicada e isso vem a ser o estímulo para o recomeço.
Eterno recomeço da intenção de que, agora, vou cuidar para sempre!
segunda-feira, 21 de março de 2011
Outono, nova estação
Semana cheia!
De volta à rotina.
As coisas voltaram a ser como eram antes da ida à praia.
Hoje a temperatura outonal, no seu início, o sol a brilhar dão luminosidade às idéias.
Fico em casa, sem pressa, buscando usufruir esse dia que inicia, com calma e languidez.
Vou seguindo minha rotina de afazeres sem ansiedade, sem pendências, buscando o simples prazer de viver.
Sábado, pela manhã, no lindo jardim das Malhas Elaine, beleza e sugestões de bem vestir mais uma vez assisti no desfile da coleção Outono-Inverno.
Um domingo pleno com almoço em família, em continuidade da vinda dos netos que aqui dormiram.
À tarde, um encontro com primos do Alberto, na casa da Odete, valorizam a alegria do reencontro e a convivência familiar, com a promessa saudosista de manter mais assíduos novos futuros encontros.
A vida atribulada de cada um com suas respectivas famílias espaçam os contatos, apesar do grande carinho que temos uns pelos outros.
A intimidade se mantém e a surpresa ao ver os netos de cada família que cresceram e estão se tornando os adultos jovens que um dia fomos, nos mostra que o tempo passou para todos.
Parte do grupo comenta e compara as doses dos medicamentos que tomam.
É engraçado como isso vem a situar a nossa faixa etária, quando o foco demonstra a preocupação com a saúde e o cuidado pessoal.
Foi muito bom esse encontro fechando com chave de ouro essa 1ª semana em POA.
A nova estação que inicia prenuncia bons momentos que virão.
De volta à rotina.
As coisas voltaram a ser como eram antes da ida à praia.
Hoje a temperatura outonal, no seu início, o sol a brilhar dão luminosidade às idéias.
Fico em casa, sem pressa, buscando usufruir esse dia que inicia, com calma e languidez.
Vou seguindo minha rotina de afazeres sem ansiedade, sem pendências, buscando o simples prazer de viver.
Sábado, pela manhã, no lindo jardim das Malhas Elaine, beleza e sugestões de bem vestir mais uma vez assisti no desfile da coleção Outono-Inverno.
Um domingo pleno com almoço em família, em continuidade da vinda dos netos que aqui dormiram.
À tarde, um encontro com primos do Alberto, na casa da Odete, valorizam a alegria do reencontro e a convivência familiar, com a promessa saudosista de manter mais assíduos novos futuros encontros.
A vida atribulada de cada um com suas respectivas famílias espaçam os contatos, apesar do grande carinho que temos uns pelos outros.
A intimidade se mantém e a surpresa ao ver os netos de cada família que cresceram e estão se tornando os adultos jovens que um dia fomos, nos mostra que o tempo passou para todos.
Parte do grupo comenta e compara as doses dos medicamentos que tomam.
É engraçado como isso vem a situar a nossa faixa etária, quando o foco demonstra a preocupação com a saúde e o cuidado pessoal.
Foi muito bom esse encontro fechando com chave de ouro essa 1ª semana em POA.
A nova estação que inicia prenuncia bons momentos que virão.
terça-feira, 15 de março de 2011
Retomando as atividades
Casa cheia no fim de semana com os filhos, noras e netos.
É a maior satisfação!!!
Começo a organizar a casa, os armários, depois da ausência de quase 3 meses.
Parece que não tem fim, mas aos poucos volta a ser como antes.
Já iniciei Yoga, Dança e terei Biodança também.
Encontro com as colegas, relatos de como foram as férias e tudo vai aplacando.
A melhor coisa que sinto é o retorno da rotina.
Gosto da Vida que levo em POA.
Na realidade como gosto da vida que levo, não importa onde esteja.
Cheguei a fazer uma lista de tudo que precisava fazer e também vou resolvendo as coisas pendentes.
É bom estar de volta!
É a maior satisfação!!!
Começo a organizar a casa, os armários, depois da ausência de quase 3 meses.
Parece que não tem fim, mas aos poucos volta a ser como antes.
Já iniciei Yoga, Dança e terei Biodança também.
Encontro com as colegas, relatos de como foram as férias e tudo vai aplacando.
A melhor coisa que sinto é o retorno da rotina.
Gosto da Vida que levo em POA.
Na realidade como gosto da vida que levo, não importa onde esteja.
Cheguei a fazer uma lista de tudo que precisava fazer e também vou resolvendo as coisas pendentes.
É bom estar de volta!
quinta-feira, 10 de março de 2011
Encerrando o veraneio
Parece ontem que eu estava arrumando as coisas para vir para Capão - isso foi antes de 18/12/10.
Hoje, 10/03/11 estou arrumando as coisas para fechar o veraneio.
Misto de alegria e tristeza ocorre.
Amanhã fecho o apto sem previsão de volta, antes do início do próximo veraneio.
Ansiedade pelo recomeço...
Melancolia pela visão da escuridão da maioria dos prédios, pelo pouco movimento na praia e a ventania já anunciando a chegada da nova estação.
Muito trabalho me aguarda, pois fui mandando a bagagem durante todo o tempo e Ju falou que meu quarto está atulhado com malas, sacolas e pacotes...
Quarta feira Joel com sua família retornaram e carregaram quase a maioria do resto das coisas.
Poucas coisas ficaram, minhas e do Alberto, que facilitará nosso retorno.
Tenho esperança de um dia aprender a viajar com pouca bagagem.
Enquanto isso não ocorre vou tendo esse trabalhão!
Tenho amigas inteligentes que sabem viajar.
Carregam o estritamente necessário.
Quero seguir esse modelo, mas ainda não consigo.
Vou me esforçar para melhorar!
Hoje, 10/03/11 estou arrumando as coisas para fechar o veraneio.
Misto de alegria e tristeza ocorre.
Amanhã fecho o apto sem previsão de volta, antes do início do próximo veraneio.
Ansiedade pelo recomeço...
Melancolia pela visão da escuridão da maioria dos prédios, pelo pouco movimento na praia e a ventania já anunciando a chegada da nova estação.
Muito trabalho me aguarda, pois fui mandando a bagagem durante todo o tempo e Ju falou que meu quarto está atulhado com malas, sacolas e pacotes...
Quarta feira Joel com sua família retornaram e carregaram quase a maioria do resto das coisas.
Poucas coisas ficaram, minhas e do Alberto, que facilitará nosso retorno.
Tenho esperança de um dia aprender a viajar com pouca bagagem.
Enquanto isso não ocorre vou tendo esse trabalhão!
Tenho amigas inteligentes que sabem viajar.
Carregam o estritamente necessário.
Quero seguir esse modelo, mas ainda não consigo.
Vou me esforçar para melhorar!
quarta-feira, 2 de março de 2011
Retorno para Capão
Alberto e eu estamos retornando para Capão.
A semana foi proveitosa e, para variar, não a senti passar.
Gramado tem o poder de trazer variadas sensações de bem estar. Sempre deixa um gostinho de "quero mais".
O contato com a belíssima paisagem e o clima agradável exige o casaquinho, o cobertor.
O aquecimento traz aconchego e convite à leitura e ao descanso.
O jogo de canastra e o tomar chimarrão fazem parte da rotina da tarde.
O Pousada do Serrano está muito acolhedor.
A Van disponível em vários horários da manhã e da tarde propicia carona nas voltas das várias caminhadas, facilitando o retorno.
Gramado nos treina em subidas e descidas.
Fico feliz também em voltar para Capão, pois tenho saudades da bicicleta e da ida diária para a beira da praia.
E, logo logo, estaremos nos preparando para o retorno a Porto Alegre.
A semana foi proveitosa e, para variar, não a senti passar.
Gramado tem o poder de trazer variadas sensações de bem estar. Sempre deixa um gostinho de "quero mais".
O contato com a belíssima paisagem e o clima agradável exige o casaquinho, o cobertor.
O aquecimento traz aconchego e convite à leitura e ao descanso.
O jogo de canastra e o tomar chimarrão fazem parte da rotina da tarde.
O Pousada do Serrano está muito acolhedor.
A Van disponível em vários horários da manhã e da tarde propicia carona nas voltas das várias caminhadas, facilitando o retorno.
Gramado nos treina em subidas e descidas.
Fico feliz também em voltar para Capão, pois tenho saudades da bicicleta e da ida diária para a beira da praia.
E, logo logo, estaremos nos preparando para o retorno a Porto Alegre.
terça-feira, 1 de março de 2011
Niver da Ju - crescimento dos netos!
Curto muito os aniversários dos meus netos me admirando sempre da rapidez com que eles cresceram!
Ontem ao me comunicar, de Gramado, pelo niver da Ju, agora com 19 anos, essa perplexidade aumenta e me dou conta, mais uma vez, da efemeridade do tempo.
Sou muito "coruja" com os filhos e com os netos: acho-os todos lindos, afetivos, amorosos, talentosos, inteligentes, queridos... e me sinto orgulhosa de todos e de cada um.
Tento me lembrar quando eram pequenos, mas só com fotos para concretizar as lembranças.
A vivência cotidiana é tão intensa quando usufruo com eles, nas fases em que se encontram e fico tão deslumbrada pelas conversas, ações e pensamentos, que parece que sempre foram assim.
Tenho que me conter para não ser aquela "chata", que quer contar para todos como cada um é, e ficar mostrando fotos.
Eventualmente me escapa e compartilho o que penso e conheço sobre eles, com medo de causar inveja.
Mesmo quando não estou no dia do aniversário perto de algum deles, como agora, me comunico para expressar todo meu afeto e, me vem ao pensamento, reflexões como essas que estou escrevendo.
Ontem ao me comunicar, de Gramado, pelo niver da Ju, agora com 19 anos, essa perplexidade aumenta e me dou conta, mais uma vez, da efemeridade do tempo.
Sou muito "coruja" com os filhos e com os netos: acho-os todos lindos, afetivos, amorosos, talentosos, inteligentes, queridos... e me sinto orgulhosa de todos e de cada um.
Tento me lembrar quando eram pequenos, mas só com fotos para concretizar as lembranças.
A vivência cotidiana é tão intensa quando usufruo com eles, nas fases em que se encontram e fico tão deslumbrada pelas conversas, ações e pensamentos, que parece que sempre foram assim.
Tenho que me conter para não ser aquela "chata", que quer contar para todos como cada um é, e ficar mostrando fotos.
Eventualmente me escapa e compartilho o que penso e conheço sobre eles, com medo de causar inveja.
Mesmo quando não estou no dia do aniversário perto de algum deles, como agora, me comunico para expressar todo meu afeto e, me vem ao pensamento, reflexões como essas que estou escrevendo.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Gramado - Uma semana de prazer
Essa semana que tenho em Gramado me inspira ao sossego.
O Pousada está quase vazio e poucos dos 75 aptos têm hóspedes.
O salão aconchegante tem quase ninguém e me sinto dona de todos os espaços.
Desço para ler os jornais e de vez em quando bato papo com alguém.
A certeza da calma que vou encontrar me dá uma sensação de bem-estar, pois como venho da agitação de Capão, reabasteço minhas energias.
Quando estou em Capão e se aproxima o período de vir para Gramado me dá uma preguicinha, mas depois que aqui chego usufruo da beleza ao redor, da paz do ambiente, me sentindo privilegiada desse poder.
A sacada do apto 319 do meu período fixo, dá para uma vegetação belíssima e traz uma serenidade para ler, observar e refletir sobre todas as possibilidades para fazer.
Me encanto com a temperatura agradável, que faz com que usemos um cobertor à noite.
Variadas temperaturas durante o dia: sol, garoa, nublado, fazem de Gramado algo especial.
Quando se sai para caminhar não dá para prever se o tempo vai se manter estável.
Não me importa que haja estabilidade.
Trouxe maiô para ir para a piscina, mas ainda não me apeteceu.
Nem me aproximo da sala de aparelhos para ginástica.
Tenho a sensação que fico em banho maria ou lagarteando, não me comprometendo com nada especial.
É dessa forma que me apraz usufruir Gramado.
Alberto comentou ontem, no nosso 2º dia aqui, que parece que estamos há mais de uma semana.
E eu já sinto pena da rapidez com que está passando, pois gostaria de usufruir com mais vagar tudo isso que nos rodeia, pois sempre acho que o tempo voa.
O Pousada está quase vazio e poucos dos 75 aptos têm hóspedes.
O salão aconchegante tem quase ninguém e me sinto dona de todos os espaços.
Desço para ler os jornais e de vez em quando bato papo com alguém.
A certeza da calma que vou encontrar me dá uma sensação de bem-estar, pois como venho da agitação de Capão, reabasteço minhas energias.
Quando estou em Capão e se aproxima o período de vir para Gramado me dá uma preguicinha, mas depois que aqui chego usufruo da beleza ao redor, da paz do ambiente, me sentindo privilegiada desse poder.
A sacada do apto 319 do meu período fixo, dá para uma vegetação belíssima e traz uma serenidade para ler, observar e refletir sobre todas as possibilidades para fazer.
Me encanto com a temperatura agradável, que faz com que usemos um cobertor à noite.
Variadas temperaturas durante o dia: sol, garoa, nublado, fazem de Gramado algo especial.
Quando se sai para caminhar não dá para prever se o tempo vai se manter estável.
Não me importa que haja estabilidade.
Trouxe maiô para ir para a piscina, mas ainda não me apeteceu.
Nem me aproximo da sala de aparelhos para ginástica.
Tenho a sensação que fico em banho maria ou lagarteando, não me comprometendo com nada especial.
É dessa forma que me apraz usufruir Gramado.
Alberto comentou ontem, no nosso 2º dia aqui, que parece que estamos há mais de uma semana.
E eu já sinto pena da rapidez com que está passando, pois gostaria de usufruir com mais vagar tudo isso que nos rodeia, pois sempre acho que o tempo voa.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Vizinhança
Interessante o que observo na convivência com vizinhos.
Como em POA moro numa casa, não tenho a mesma vivência como com os vizinhos da praia. Morando em casa cumprimenta-se os vizinhos que passam em frente, troca-se poucas palavras, mas cada um respeita a privacidade do outro e há um afeto no ar.
Sempre tive apto na praia. Esse é o 3º que tenho em Capão.
Como o tempo livre é maior, tem-se um foco comum da ida diária à praia, desce-se pelo elevador comum várias vezes ao dia, passa-se pela mesma porta do prédio, contata-se mais com as pessoas.
Nos prédios anteriores fiz grandes amizades que se mantém até hoje, como "amigos da praia".
Nunca havia contatado com pessoas inconvenientes, agressivas, dissimuladas como nesse último prédio em que moro. Ainda bem que é minoria.
É muito desagradável!
A maioria das pessoas são agradáveis, simpáticas, amistosas.
Mas nunca mais fiz grandes amizades como nos prédios anteriores.
Será que faz parte do mundo atual, que as pessoas ficaram diferentes, mais desconfiadas, mais inseguras, menos afetivas?
Sempre tive necessidade de manter esse lado das amizades com alto astral e quando isso não ocorre me deixa desiludida e chateada.
Procuro ligar-me a pessoas que pensam como eu.
Ainda bem que as encontro, ainda!
Como em POA moro numa casa, não tenho a mesma vivência como com os vizinhos da praia. Morando em casa cumprimenta-se os vizinhos que passam em frente, troca-se poucas palavras, mas cada um respeita a privacidade do outro e há um afeto no ar.
Sempre tive apto na praia. Esse é o 3º que tenho em Capão.
Como o tempo livre é maior, tem-se um foco comum da ida diária à praia, desce-se pelo elevador comum várias vezes ao dia, passa-se pela mesma porta do prédio, contata-se mais com as pessoas.
Nos prédios anteriores fiz grandes amizades que se mantém até hoje, como "amigos da praia".
Nunca havia contatado com pessoas inconvenientes, agressivas, dissimuladas como nesse último prédio em que moro. Ainda bem que é minoria.
É muito desagradável!
A maioria das pessoas são agradáveis, simpáticas, amistosas.
Mas nunca mais fiz grandes amizades como nos prédios anteriores.
Será que faz parte do mundo atual, que as pessoas ficaram diferentes, mais desconfiadas, mais inseguras, menos afetivas?
Sempre tive necessidade de manter esse lado das amizades com alto astral e quando isso não ocorre me deixa desiludida e chateada.
Procuro ligar-me a pessoas que pensam como eu.
Ainda bem que as encontro, ainda!
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Meu imaginário
Meu imaginário é rico e às vezes sou impaciente, me desencanto.
Mas na maioria da vezes me encanto com tudo e com as pessoas.
Sou cheia de certezas e também de contraditórios, mas como sou realista logo tenho os pés no chão.
Fico entediada quando sinto não ter algum objetivo de ação.
Me comunico facilmente e busco ser ponte com as pessoas.
Consigo achar sempre algo de bom e consigo aprender algo novo a todo momento.
Me sinto viva, cheia de gás, de energia...
Percebo as mudanças ao meu redor, os tons, os sons, o ritmo e, em cada ação, sinto que estou viva!
Os acontecimentos e meus filhos com seus filhos independem de mim e seguem seus caminhos, o que me deixa mais leve.
Procuro aceitar essas transformações da vida ao meu redor com sensatez, aproveitando o convívio e a troca que se estabelece, sabendo que não tenho respostas pra tudo e tampouco obrigação de ser cada vez mais competente e eficaz.
Algumas coisas se perdem e outros ganhos acontecem e os ciclos vão acontecendo num movimento contínuo.
É impossível não querer perder nunca, mas a certeza que algo novo sempre surgirá acalenta meu interior
O convívio me aquece, não tenho mais a exigência de tudo ser perfeito, os contrastes me surpreendem e continuo aprendendo sobre mim mesma.
Entendo mais minhas carências, minhas urgências, minhas incertezas, minhas decepções...
Sou forte e frágil ao mesmo tempo.
Me comovo facilmente, me machuco com decepções, com gestos e palavras que me desagradam, com críticas injustas, com desvalorizações do que faço.
Choro facilmente, protesto diante de injustiças.
Preservo meu espaço, minha liberdade, meus desejos, não abdico de mim.
Essa experiência com a vida dentro do meu imaginário é que dá a graça, a riqueza, a possibilidade e a capacidade de um contínuo renovar-me frente ao cotidiano.
É confortável saber que as coisas e os fatos não são permanentes e nunca tudo é sempre bom ou sempre ruím.
Viver com equilíbrio, encontrar relativa satisfação e alegria, menos sofrimento e mais tranquilidade e doçura é o desejo que me nutre.
Mas na maioria da vezes me encanto com tudo e com as pessoas.
Sou cheia de certezas e também de contraditórios, mas como sou realista logo tenho os pés no chão.
Fico entediada quando sinto não ter algum objetivo de ação.
Me comunico facilmente e busco ser ponte com as pessoas.
Consigo achar sempre algo de bom e consigo aprender algo novo a todo momento.
Me sinto viva, cheia de gás, de energia...
Percebo as mudanças ao meu redor, os tons, os sons, o ritmo e, em cada ação, sinto que estou viva!
Os acontecimentos e meus filhos com seus filhos independem de mim e seguem seus caminhos, o que me deixa mais leve.
Procuro aceitar essas transformações da vida ao meu redor com sensatez, aproveitando o convívio e a troca que se estabelece, sabendo que não tenho respostas pra tudo e tampouco obrigação de ser cada vez mais competente e eficaz.
Algumas coisas se perdem e outros ganhos acontecem e os ciclos vão acontecendo num movimento contínuo.
É impossível não querer perder nunca, mas a certeza que algo novo sempre surgirá acalenta meu interior
O convívio me aquece, não tenho mais a exigência de tudo ser perfeito, os contrastes me surpreendem e continuo aprendendo sobre mim mesma.
Entendo mais minhas carências, minhas urgências, minhas incertezas, minhas decepções...
Sou forte e frágil ao mesmo tempo.
Me comovo facilmente, me machuco com decepções, com gestos e palavras que me desagradam, com críticas injustas, com desvalorizações do que faço.
Choro facilmente, protesto diante de injustiças.
Preservo meu espaço, minha liberdade, meus desejos, não abdico de mim.
Essa experiência com a vida dentro do meu imaginário é que dá a graça, a riqueza, a possibilidade e a capacidade de um contínuo renovar-me frente ao cotidiano.
É confortável saber que as coisas e os fatos não são permanentes e nunca tudo é sempre bom ou sempre ruím.
Viver com equilíbrio, encontrar relativa satisfação e alegria, menos sofrimento e mais tranquilidade e doçura é o desejo que me nutre.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Meu Dia da Mágica
Hoje é o último dia dos meus 70 anos.
Fui feliz mais um ano e novo ciclo inicia amanhã com a nova idade.
Não posso dizer que "sempre" fui feliz, porque essa palavra é frágil e em muitos momentos quebrou.
Tenho inquietações, faço a tentativa de segurar o tempo e controlar meus medos.
Sei que sou fruto das minhas experiências de ontem que refletem, hoje, no que faço, na maneira de agir na vida.
Meu desafio é viver o desenrolar da minha vida avaliando as coisas que me rodeiam, usufruir com alegria as pessoas, as possibilidades que se apresentam, os projetos que crio, desabrochar e não me deixar murchar.
Busco no tempo uma luz para projetar no presente o bom que não se perdeu e me encantar na capacidade de viver.
Deixo vir à tona o meu melhor e não quero me fragilizar antecipadamente.
Procuro ouvir minha voz interior que me auxilia a encontrar com alegria belas experiências. Acredito que tenho a capacidade de mudar e sempre me encantar com a vida.
A idade chegou num patamar de onde consigo enxergar melhor o que há pra ver.
Procuro superar dores, cumprir tarefas, realizar aquilo que sou capaz
Muitas coisas impensáveis consigo realizar e a minha vida me convida a vibrar com o que me rodeia e, às vezes, me vejo como um mistério ainda a desvendar.
A tarefa de viver nunca se conclui, pois tenho sonhos e expectativas que se acumulam.
Tenho consciência da passagem do tempo, da morte, da ansiedade e da melancolia que às vezes me cerca, mas tenho dentro de mim a capacidade de recuperação de sonhos e de novos projetos. Sei que sou a responsável pelas decisões que tomo frente à vida.
Sou real na minha maturidade que me permite olhar com menos ilusões, entender com mais tranquilidade, aceitar com menos sofrimento e ter a liberdade de ser o que posso ser agora.
E a cada dia posso tecer algo novo e não abdicar da minha condição.
Respeito minha essência, não solapo a confiança que tenho na vida e em mim, me deslumbro diante das experiências e me renovo a cada uma.
Preservo meu espaço, minha liberdade, meus desejos.
Penso na morte com um sentimento de impotência e vazio, o que me deixa fragilizada, mas sei que desde que nascemos andamos em direção a ela.
E aí cabe avaliar melhor minha maneira de viver, contemplar o que me rodeia e usufruir a plenitude das experiências.
Viver em paz é tão bom!!!
Mas nada é permanente.
Meu corpo não é mais adolescente, as rugas aparecem, sou mais frágil fisicamente, externa e internamente vou atrofiando, mas não perco a possibilidade de buscar viver cada vez melhor.
Quero levar a vida de maneira leve e doce, pois tenho muitas buscas a fazer.
Sinto algumas vezes que sou âncora, mas na maioria das vezes quero ter asas. Não me aquieto.
Não me sinto acomodada, não me deixo sufocar.
Muitas vezes tenho incertezas, sou dura, erro, me exponho, me abro, sou impaciente e sou frágil.
Procuro entender minhas carências, meus contrastes, não me deixar sufocar, pois não tenho respostas pra tudo.
E, aí, olho ao meu redor, valorizo tudo que tenho de bom e me percebo inteira de novo.
Fui feliz mais um ano e novo ciclo inicia amanhã com a nova idade.
Não posso dizer que "sempre" fui feliz, porque essa palavra é frágil e em muitos momentos quebrou.
Tenho inquietações, faço a tentativa de segurar o tempo e controlar meus medos.
Sei que sou fruto das minhas experiências de ontem que refletem, hoje, no que faço, na maneira de agir na vida.
Meu desafio é viver o desenrolar da minha vida avaliando as coisas que me rodeiam, usufruir com alegria as pessoas, as possibilidades que se apresentam, os projetos que crio, desabrochar e não me deixar murchar.
Busco no tempo uma luz para projetar no presente o bom que não se perdeu e me encantar na capacidade de viver.
Deixo vir à tona o meu melhor e não quero me fragilizar antecipadamente.
Procuro ouvir minha voz interior que me auxilia a encontrar com alegria belas experiências. Acredito que tenho a capacidade de mudar e sempre me encantar com a vida.
A idade chegou num patamar de onde consigo enxergar melhor o que há pra ver.
Procuro superar dores, cumprir tarefas, realizar aquilo que sou capaz
Muitas coisas impensáveis consigo realizar e a minha vida me convida a vibrar com o que me rodeia e, às vezes, me vejo como um mistério ainda a desvendar.
A tarefa de viver nunca se conclui, pois tenho sonhos e expectativas que se acumulam.
Tenho consciência da passagem do tempo, da morte, da ansiedade e da melancolia que às vezes me cerca, mas tenho dentro de mim a capacidade de recuperação de sonhos e de novos projetos. Sei que sou a responsável pelas decisões que tomo frente à vida.
Sou real na minha maturidade que me permite olhar com menos ilusões, entender com mais tranquilidade, aceitar com menos sofrimento e ter a liberdade de ser o que posso ser agora.
E a cada dia posso tecer algo novo e não abdicar da minha condição.
Respeito minha essência, não solapo a confiança que tenho na vida e em mim, me deslumbro diante das experiências e me renovo a cada uma.
Preservo meu espaço, minha liberdade, meus desejos.
Penso na morte com um sentimento de impotência e vazio, o que me deixa fragilizada, mas sei que desde que nascemos andamos em direção a ela.
E aí cabe avaliar melhor minha maneira de viver, contemplar o que me rodeia e usufruir a plenitude das experiências.
Viver em paz é tão bom!!!
Mas nada é permanente.
Meu corpo não é mais adolescente, as rugas aparecem, sou mais frágil fisicamente, externa e internamente vou atrofiando, mas não perco a possibilidade de buscar viver cada vez melhor.
Quero levar a vida de maneira leve e doce, pois tenho muitas buscas a fazer.
Sinto algumas vezes que sou âncora, mas na maioria das vezes quero ter asas. Não me aquieto.
Não me sinto acomodada, não me deixo sufocar.
Muitas vezes tenho incertezas, sou dura, erro, me exponho, me abro, sou impaciente e sou frágil.
Procuro entender minhas carências, meus contrastes, não me deixar sufocar, pois não tenho respostas pra tudo.
E, aí, olho ao meu redor, valorizo tudo que tenho de bom e me percebo inteira de novo.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Casa de Passagem
Verão me mudo para Capão.
E o que acontece?
Meus filhos e meus netos passam por aqui.
Excepcionalmente um ou outro neto fica uma temporada.
Em geral, um filho com sua família passa uns dias no seu trajeto para Santa Catarina.
Muda minha rotina, mas a satisfação é imensa!
Deixo de ir à praia, de andar de bicicleta, enfim de quase sair de casa.
Fico curtindo esse momento. Intensamente.
Por isso chamo minha moradia de "Casa de Passagem".
Isso está acontecendo nesse momento com Nei, Angela e Theo que chegaram 3ª feira e ficarão até 6ª feira, quando irão para Armação.
Estou curtindo a presença deles ficando mais em casa.
Eles não gostam da praia de Capão.
Acham muito movimentada.
Com muito custo Angela e Theo saem para o centrinho, atrás de novidades.
Dessa vez a Renata, que está passando esse verão conosco, vai acompanhá-los em busca de pincéis chineses para desenho em nankin, prometidos pelo Nei.
Nei já fez seu pão e fará o almoço. Trouxe camarões gigantérrimos, segundo a Angela, massa italiana, vinho e champagne.
Meus três filhos são gourmets, cozinheiros e chefs.
Quando vêm a minha casa, tomam conta da cozinha.
Aprecio demais! Sou uma privilegiada.
O movimento aumenta, a rotina muda, mas não há nada, nem preço algum que valha mais do que isso.
Quando Nei e sua família viajarem para Armação, Joel, Pati e as crianças estarão chegando, assim como o Vic.
Legítima "Casa de Passagem".
E o que acontece?
Meus filhos e meus netos passam por aqui.
Excepcionalmente um ou outro neto fica uma temporada.
Em geral, um filho com sua família passa uns dias no seu trajeto para Santa Catarina.
Muda minha rotina, mas a satisfação é imensa!
Deixo de ir à praia, de andar de bicicleta, enfim de quase sair de casa.
Fico curtindo esse momento. Intensamente.
Por isso chamo minha moradia de "Casa de Passagem".
Isso está acontecendo nesse momento com Nei, Angela e Theo que chegaram 3ª feira e ficarão até 6ª feira, quando irão para Armação.
Estou curtindo a presença deles ficando mais em casa.
Eles não gostam da praia de Capão.
Acham muito movimentada.
Com muito custo Angela e Theo saem para o centrinho, atrás de novidades.
Dessa vez a Renata, que está passando esse verão conosco, vai acompanhá-los em busca de pincéis chineses para desenho em nankin, prometidos pelo Nei.
Nei já fez seu pão e fará o almoço. Trouxe camarões gigantérrimos, segundo a Angela, massa italiana, vinho e champagne.
Meus três filhos são gourmets, cozinheiros e chefs.
Quando vêm a minha casa, tomam conta da cozinha.
Aprecio demais! Sou uma privilegiada.
O movimento aumenta, a rotina muda, mas não há nada, nem preço algum que valha mais do que isso.
Quando Nei e sua família viajarem para Armação, Joel, Pati e as crianças estarão chegando, assim como o Vic.
Legítima "Casa de Passagem".
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
A fragilidade da Vida
Soube que nosso escritor Moacir Scliar, Imortal da Academia, apelido Mico, primo do meu cunhado, foi fazer uma cirurgia e teve um AVC, quando em recuperação.
Como o conheci muito jovem, mesmo que não próxima, o sentia assim.
Tenho acompanhado as notícias sobre sua recuperação e sei que respira por aparelhos e não sabem quais as sequelas que poderá ter.
Hoje sou mais uma anônima que torce por sua recuperação.
Como a Vida é frágil!
De uma hora pra outra ela pode se transformar, transforma o futuro e nos deixa atônitos frente aos acontecimentos que ocorrem.
Sempre penso no prazer que sinto no dia a dia, quando a sensação de paz me envolve, por sentir todos os meus próximos, bem.
Aí usufruo a luminosidade do dia, a água límpida do mar como reflexo dessa paz.
Sinto receio de não manter em algum momento essa sensação.
Por conhecer a fragilidade da Vida sentimentos ambíguos fazem parte de meu ser e do meu viver.
Como o conheci muito jovem, mesmo que não próxima, o sentia assim.
Tenho acompanhado as notícias sobre sua recuperação e sei que respira por aparelhos e não sabem quais as sequelas que poderá ter.
Hoje sou mais uma anônima que torce por sua recuperação.
Como a Vida é frágil!
De uma hora pra outra ela pode se transformar, transforma o futuro e nos deixa atônitos frente aos acontecimentos que ocorrem.
Sempre penso no prazer que sinto no dia a dia, quando a sensação de paz me envolve, por sentir todos os meus próximos, bem.
Aí usufruo a luminosidade do dia, a água límpida do mar como reflexo dessa paz.
Sinto receio de não manter em algum momento essa sensação.
Por conhecer a fragilidade da Vida sentimentos ambíguos fazem parte de meu ser e do meu viver.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Divagando...
A pouco estava falando com o Nei no MSN, depois de falar com o Vic.
Na discussão sobre vários fatos, o Nei argumenta não ter culpa dos seus genes.
E aí a conversa girou sobre as coisas que carregamos por termos nascidos em determinada família e a carga que isso vem a acarretar.
Realmente ele se vê agindo desta ou de outra maneira identificado ora com o Alberto e ora comigo.
Num momento colocou numa frase o nome de uma irmã minha, por achar que eu estava agindo como ela e eu retruquei que ele também carregava esses genes.
A corrente é longa e a mistura das famílias que nos antecedem e seguem vem a dar o tempero da formação de cada um.
Falei-lhe que me puxara na beleza, na inteligência, no talento, na alegria, na modéstia e ele completou : "na ironia também".
A única coisa que não puxara por mim era na aristrocracia, que herdara dos Soria.
Claro que estávamos ironizando esses comentários!
Eu me orgulho muito de cada meu filho, de cada meu neto, e pensar de onde vêm seus traços, a maneira de agir, a formação que têm pode-se justificar de várias maneiras.
"Quem sai aos seus não degenera" "O fruto não cai longe da árvore"
E assim vai essa divagação...
Na discussão sobre vários fatos, o Nei argumenta não ter culpa dos seus genes.
E aí a conversa girou sobre as coisas que carregamos por termos nascidos em determinada família e a carga que isso vem a acarretar.
Realmente ele se vê agindo desta ou de outra maneira identificado ora com o Alberto e ora comigo.
Num momento colocou numa frase o nome de uma irmã minha, por achar que eu estava agindo como ela e eu retruquei que ele também carregava esses genes.
A corrente é longa e a mistura das famílias que nos antecedem e seguem vem a dar o tempero da formação de cada um.
Falei-lhe que me puxara na beleza, na inteligência, no talento, na alegria, na modéstia e ele completou : "na ironia também".
A única coisa que não puxara por mim era na aristrocracia, que herdara dos Soria.
Claro que estávamos ironizando esses comentários!
Eu me orgulho muito de cada meu filho, de cada meu neto, e pensar de onde vêm seus traços, a maneira de agir, a formação que têm pode-se justificar de várias maneiras.
"Quem sai aos seus não degenera" "O fruto não cai longe da árvore"
E assim vai essa divagação...
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Dias de veraneio
Algumas pessoas que conheço não entendem eu gostar tanto de Capão.
Capão tem a ver com sol, passeios de bicicleta, convívio próximo com a família, caminhadas na areia com os pés descalços, sentar na praia, ver e conviver com os amigos de sempre, jogar conversa fora, tomar chimarrão, jogar cartas com as netas...
Os dias passam rapidamente, com a mesma sensação da rapidez da passagem do tempo.
Procuro usufruir cada dia, cada momento, cada atividade intensamente, como tudo que faço.
Conheço cada caminho e isso me traz a segurança que gosto de sentir.
Gosto do meu apartamento e me sinto muito bem, também, quando estou em casa.
Têm as vindas e idas dos filhos e netos.
Tem a permanência maior de um ou outro.
Têm os afazeres, as leituras de livros que preenchem, que dão prazer e satisfação.
Como poderia não gostar de tudo isso?
Capão tem a ver com sol, passeios de bicicleta, convívio próximo com a família, caminhadas na areia com os pés descalços, sentar na praia, ver e conviver com os amigos de sempre, jogar conversa fora, tomar chimarrão, jogar cartas com as netas...
Os dias passam rapidamente, com a mesma sensação da rapidez da passagem do tempo.
Procuro usufruir cada dia, cada momento, cada atividade intensamente, como tudo que faço.
Conheço cada caminho e isso me traz a segurança que gosto de sentir.
Gosto do meu apartamento e me sinto muito bem, também, quando estou em casa.
Têm as vindas e idas dos filhos e netos.
Tem a permanência maior de um ou outro.
Têm os afazeres, as leituras de livros que preenchem, que dão prazer e satisfação.
Como poderia não gostar de tudo isso?
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Ano Novo
Interessante o que representa a chegada do ano novo.
Costumo pensar e avaliar o que passou nos aspectos positivos, naquilo que conquistei e naquilo que usufruí.
Fico feliz por não ter ocorrido perda alguma significativa e que a maioria das coisas foi rotineira sem grandes preocupações, sem grandes sustos.
A chegada do ano novo traz esperanças e uma nova luz sobre aquilo que se almeja.
Pessoas, em geral, te desejam "Feliz Ano Novo" e o sentimento que aflora é de reciprocidade. Nesse dia parece que todos serão mais felizes.
Passamos um final de ano tranquilo e em poucas pessoas: Alberto, eu, Vic, Re, Ju e seu namorado Vitor.
O churrasco saiu pelas 10 horas da noite e fomos à praia ver os fogos e pular as 7 ondinhas.
O espetáculo de fogos foi belíssimo e emocionante!
Brindamos com champagne e voltamos para casa com a sensação de leveza e com esperanças renovadas.
Deseja-se paz, saúde, alegrias, amor, serenidade e felicidade para todos.
O ano começa e volta-se a viver a rotina da praia.
Todos estando bem passa-se a ter a segurança que tudo estará bem.
E nada melhor do que a estabilidade do que já se conhece para se ter a serenidade de viver e usufruir o cotidiano!
Costumo pensar e avaliar o que passou nos aspectos positivos, naquilo que conquistei e naquilo que usufruí.
Fico feliz por não ter ocorrido perda alguma significativa e que a maioria das coisas foi rotineira sem grandes preocupações, sem grandes sustos.
A chegada do ano novo traz esperanças e uma nova luz sobre aquilo que se almeja.
Pessoas, em geral, te desejam "Feliz Ano Novo" e o sentimento que aflora é de reciprocidade. Nesse dia parece que todos serão mais felizes.
Passamos um final de ano tranquilo e em poucas pessoas: Alberto, eu, Vic, Re, Ju e seu namorado Vitor.
O churrasco saiu pelas 10 horas da noite e fomos à praia ver os fogos e pular as 7 ondinhas.
O espetáculo de fogos foi belíssimo e emocionante!
Brindamos com champagne e voltamos para casa com a sensação de leveza e com esperanças renovadas.
Deseja-se paz, saúde, alegrias, amor, serenidade e felicidade para todos.
O ano começa e volta-se a viver a rotina da praia.
Todos estando bem passa-se a ter a segurança que tudo estará bem.
E nada melhor do que a estabilidade do que já se conhece para se ter a serenidade de viver e usufruir o cotidiano!
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