domingo, 23 de outubro de 2011

Maturidade no viver






Já escrevi muito sobre o envelhecer e a maturidade no viver, que não inicia nessa fase.
Acredito que o bem viver é um processo constante e evolutivo que depende de vários aspectos positivos: saúde emocional, independência, capacidade pessoal, criatividade, disponibilidade afetiva e auto-estima.
O envolvimento das minhas habilidades, os vínculos afetivos, os meus projetos de vida e minha autogerência favorecem vencer obstáculos, que ocorrem em todo ciclo da vida.
A realidade incontestável da prolongação da vida humana me permite resgatar o positivo dessa fase e vivê-la com atitudes acertadas de construção, leve, responsável, ativa e presente.
E, para que haja transformações e inovações, adapto-me aos novos momentos e aos acelerados tempos, que somam-se às experiências anteriores acumuladas, às minhas riquezas de vida vivida e que favorecem o constante intercâmbio emocional e intelectual.
Meu auto conhecimento, a crença em mim e o sentido que dou à minha vida, encarando a passagem do tempo como mais uma etapa da vida, favorecem encontrar-me comigo mesma e com o outro, sem idealização.
Deixo a utopia de lado e vivo a realidade que sou capaz, pois creio na maturidade no viver.

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