Não me importo de estar só.
Não preciso estar rodeada de pessoas, mas aprecio contato humano e a troca que propicia.
Sempre tenho muito a fazer.
Vivo numa inquietação danada, pois sinto no final de um dia que podia ter feito mais, mas isso me faz bem, pois não sinto nenhum vazio.
Os dias voam.
Pela manhã, ao acordar me vem à mente o dia que tenho pela frente e a energia recuperada me impulsiona para a ação.
Não planejo muito, pois não me desgasto no pensamento com aquilo que farei.
Vou fazendo...
Pensar no que se tem a fazer cansa mais, porque é fazer inúmeras vezes a mesma coisa.
Concretamente só precisamos fazer uma vez.
As atividades rotineiras vão sendo feitas, mas sem muito "penso".
Os fatos novos que surgem sempre têm espaço no meu dia.
E a inquietude que sinto gera o entusiasmo e inspiração no meu cotidiano.
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