sexta-feira, 15 de abril de 2011

Vencendo a dor

Meados de abril, feriadão da Páscoa me leva novamente a refletir da rapidez com que o tempo passa.
A avaliação médica que faço de 6 em 6 meses chegou.
Não gosto de ficar em jejum por 12 horas, mas me livro logo dos exames de laboratório, para não ficar sofrendo.
Fiz uma ressonância do ombro esquerdo, que não parou de doer, ainda, para melhor avaliação. Já tinha feito uma ecografia no final do ano passado.
O ortopedista constatou mais precisamente o rompimento parcial do ligamento e a formação de bursite. Como a dor está muito persistente e se tornando crônica decidiu realizar infiltração de cortisona para ver se resolve, pois o antiinflamatório que tomei não adiantou.
Após a infiltração pensei que também não ia adiantar, mas parece que o alívio já iniciou.
Fico me observando para ver se não estou me enganando, pois como não gosto de me sentir fragilizada tenho medo de continuar a sentir a dor persistente do braço.
Me pego testando o movimento e realmente estou conseguindo levantá-lo sem abafar um gemido, como nos últimos tempos, pelo menos nos últimos 6 meses.
Não deixo de fazer meus exercícios, de organizar minhas coisas e as da casa e corro um pouco mais para me livrar dessa avaliação médica.
A gente só se dá conta como a maior parte do tempo sente-se bem, quando aparece uma dor que vai se tornando crônica e vamos nos acostumando a senti-la e a nos proteger para evitá-la.
Fiquei com medo de atrofiar o movimento do braço por evitar sentir dor.
Como a idade que me encontro é a dita Idade do "Condor"(com dor), achei que tinha chegado minha vez.
Já tive várias épocas que meus ossos reagiram com muita dor e já fiz muitos tratamentos, tanto que já me sinto especialista no assunto.
O negócio é achar a medicação e o procedimento que vai resolver e, às vezes, leva um tempo.
Através de vários caminhos, avaliações, diagnósticos, procedimentos parece que mais essa luta vai ser vencida.
É o que espero!!!!!!

Nenhum comentário:

Postar um comentário