Não é comum eu ter medo.
Eu respeito e enfrento meus medos.
Medo do envelhecer sem condições adequadas?
Medo da solidão?
Medo de doenças irreversíveis?
Medo de possíveis perdas próximas?
Medo da crise mundial?
Medo de engordar?
Medo de más notícias?
... de alguma forma, em algum momento, sinto algum medo.
Não vejo como importante deixar de ter medo, pois ele está presente na vida de todo mundo, com maior ou menor intensidade.
Toco muito bem minha vida apesar de...
É um sentimento natural, quando não exagerado e alerta de algum perigo, de alguma ameaça e, muitas vezes, serve para mobilizar e proteger.
Quando o medo traz insegurança, ansiedade, tento analisar a razão desse sentimento e busco a maneira de conviver com os fatos reais, sem exagero, com objetividade, no momento que ocorrem.
O medo não me paralisa para a vida, não me limita, não poda a riqueza interna que armazenei e que uso como uma boa ferramenta para transformar os caminhos que percorro.
Em situações de vida inesperadas que possam me despertar medo enfrento-as buscando forças internas com o máximo de equilíbrio, que busquei adquirir durante toda minha simples existência.
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