Hoje li um “post” excelente, no blog do Nei, sobre o Natal, que gostaria de ter escrito.
Inspirou-me a escrever alguma coisa sobre o assunto
Ele fala, sobre o sentimento das pessoas nessa época do ano, dentre outras coisas, e, muitas vezes, penso como ele.
Os votos que trocamos com todas as pessoas de nossas relações são os melhores: paz, saúde, amor, realização de sonhos, paz, um feliz Natal e uma enorme gama de bons desejos..., que se estende para o novo ano.
Claro que são votos sinceros que vêm ao encontro do que cada um espera para si mesmo, também.
Algumas pessoas que conheço não gostam dessa comemoração toda: ficam tristes, deprimidas, ansiosas pelo término de uma etapa e pela grande esperança que colocam na que virá, pois essa situação já se repetiu muitas vezes e muito do que foi desejado, com tanto carinho, tanta intensidade, não ocorreu.
A troca de presentes torna-se obrigação e não se quer esquecer-se de ninguém.
A ausência, de algumas pessoas, por diferentes motivos, ajuda na tristeza que é despertada.
Natal e Ano Novo são festas que favorecem demonstração de afeto, encontros, trocas de presentes, desejos de tudo de bom, mas que não bastam por si mesmos.
Vivê-las sem colocar tanta expectativa favoreceria usufruí-las com mais tranqüilidade.
Importante é vivermos o dia a dia, plantando e colhendo os frutos do cotidiano, comemorando a realidade real, com alegria e satisfação, usufruindo os vários momentos que merecem ser comemorados, simplesmente por estarmos bem, vivos, com saúde, junto das pessoas que queremos bem.
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