Adoro Capão e digo que até "poderia" morar lá.
Apartamento confortável, belíssima vista do mar, observação dos nasceres do sol e da lua, andadas de bicicleta, várias vezes ao dia, em todas as direções e onde conheço muita gente.
O movimento permanente, nessa cidade praiana, muito me atrai.
Mas numa época de não veraneio, sinto-me incompleta, porque sinto falta de POA com tudo que me propicia, principalmente no contato familiar diário e no contato frequente com minhas amizades.
Me fazem falta as minhas andadas no centro da cidade, minhas atividades físicas e a plenitude dos dias urbanos.
A praia me encanta no verão, quando mudo-me por toda a temporada, encontro as amizades de veraneio, a praia fica lotada e meus filhos com suas famílias comparecem bastante.
Tudo isso fico a refletir quando já estou finalizando minhas atividades e meus compromissos, nesse calor quase insuportável, em POA.
Com a proximidade do final de ano, que atordoa todo mundo, começo a decidir minha mudança para a "residência de verão", na mesma ansiedade de um novo recomeço, quando, excepcionalmente, interromperemos nossa temporada, para a grande viagem a Israel, de 05 a 28/02, que certamente nos trará uma enorme vivência, no inverso do Verão.
A passagem do Ano Novo em Capão tem o gostinho de um novo porvir de paz, saúde, alegria, esperança e serenidade, que buscaremos usufruir até o finalzinho do calor, quando na volta da viagem.
domingo, 9 de dezembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Já é Natal??????

Em Gramado, sim.
Iniciou
Natal Luz, que vai até janeiro do próximo ano.
Decoração incrível, povo que não
acaba mais, de tudo que é lugar, carros atravancando as ruas, num trânsito tumultuado. Fim de semana com cuca na praça e um vai e vem incrível.
É um déjà vu.
Ouve-se
música ao longe e a iluminação enxerga-se de todos os lugares. Programação
variada todos os dias.
Respira-se clima de Natal.
Usufruo
cada momento e me delicio com a natureza pródiga de Gramado, que tem o dom de
acalmar minha rotina acelerada.
A antecipação para início de
novembro das festividades de Natal vem a me causar certa ansiedade como se apressasse a passagem do tempo.
É como se
pulássemos etapas...
- Já é Natal de novo? Que loucura!
Minha mente se acelera e, ao mesmo tempo, não acompanha a rapidez com que as coisas acontecem e já penso em
me organizar para ir à praia.
Sinto que
estou perdendo alguma coisa, que não identifico qual seja.
É uma
sensação de urgência em usufruir tudo...
Ao mesmo
tempo, consigo saborear os acontecimentos com muito prazer, aproveitando
intensamente, como é meu feitio.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Paz
Quero e busco a paz com calma, com tranquilidade, com ausência de sentimentos negativos.
Jornais, noticiários, acenam com lentes de aumento o que acontece no mundo e eu procuro não mascarar essa realidade de agressões, conflitos, violência cotidiana, vivenciada por tantos e que afetam grande parte da humanidade.
Tudo isso rebuliça minha quietude interna, meu verdadeiro sentido da paz.
Aquieto minha mente e procuro perceber que as coisas estão fluindo com maior ou menor dificuldade em meu mundo particular, onde encontro equilíbrio, entendimento, elos serenos, sem tensão.
Meu bairro, assim como todos da cidade sofrem assaltos.
É difícil alguém dizer que não teve alguma experiência, nesse sentido, no mundo atual. É questão de estatística.
Encaro a realidade, mas procuro viver normalmente, não evitando saídas, mas preferindo sair com dia claro, independente de sol ou chuva.
Apesar da violência em geral, o trânsito é o que mais me assusta e não é de agora. Desde sempre não gosto de estrada. Não as evito, mas não me agrada. Os acidentes diários, tanto divulgados, comprovam e fortalecem esse temor.
Apesar de tudo isso, o que mais quero e busco é ter e viver em paz.
Jornais, noticiários, acenam com lentes de aumento o que acontece no mundo e eu procuro não mascarar essa realidade de agressões, conflitos, violência cotidiana, vivenciada por tantos e que afetam grande parte da humanidade.
Tudo isso rebuliça minha quietude interna, meu verdadeiro sentido da paz.
Aquieto minha mente e procuro perceber que as coisas estão fluindo com maior ou menor dificuldade em meu mundo particular, onde encontro equilíbrio, entendimento, elos serenos, sem tensão.
Meu bairro, assim como todos da cidade sofrem assaltos.
É difícil alguém dizer que não teve alguma experiência, nesse sentido, no mundo atual. É questão de estatística.
Encaro a realidade, mas procuro viver normalmente, não evitando saídas, mas preferindo sair com dia claro, independente de sol ou chuva.
Apesar da violência em geral, o trânsito é o que mais me assusta e não é de agora. Desde sempre não gosto de estrada. Não as evito, mas não me agrada. Os acidentes diários, tanto divulgados, comprovam e fortalecem esse temor.
Apesar de tudo isso, o que mais quero e busco é ter e viver em paz.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Idade
Idade: mais de 72 anos.
Algumas pessoas da minha idade são muito diferentes de mim, em muitos sentidos: na maneira de encarar a vida e na falta de participação, entusiasmo e atualização.
O valor numérico da idade é alto e me assusta, por não perceber cada tempo que passa.
Ser jovem mentalmente, ativa, atualizada e acreditar nas enormes possibilidades que a vida oferece possibilitam elaborar, em parte, a inexorabilidade do tempo. Fico pensando sobre o que aconteceu nesses anos todos.
Admiro pessoas de idade avançada que são ativas, participantes, entusiasmadas e que favorecem intercomunicação. Encontro-as nas atividades variadas para 3ª idade, das quais participo há mais de 10 anos.
Algumas vão perdendo suas capacidades, com o passar dos anos, que me fazem conscientizar, como um chamamento à realidade, o resultado do avançar da idade e a limitação que isso acarreta.
Sempre afirmei que morreria sob protesto e, à medida que fico mais velha, procuro não pensar na morte, mas ela é parte da vida e não se pode saber como e quando vai ocorrer.
Espero que quando ela chegar não traga sofrimento a mim, nem aos meus.
Gostaria de sobreviver na memória dos que me são importantes, como modelo de bem viver e do meu melhor.
Na realidade, meu medo não é em relação à morte, que vem pra todos, mas em relação à dependência possível de ocorrer.
Na vida já tive perdas e essas sobrevivem dentro de mim, nas minhas memórias, às vezes tênues e, outras, muito real, atemporal.
E isso considero o sentido de uma vida, permanecer na memória dos que fazem parte do meu querer bem.
A condição humana sempre terá, em sua existência, uma angústia que preenche seu ser.
Procuro construir e dar sentido à vida e às coisas, para me fazer melhor entender e conduzir minhas ações, baseada de onde eu vim, para quê e para onde vou no mundo, convivendo o máximo que puder comigo,com minha família e meus amigos, valorizando esse convívio, como fundamental, para preencher de significados minha existência, sem deixar pesar a idade que tenho.
Algumas pessoas da minha idade são muito diferentes de mim, em muitos sentidos: na maneira de encarar a vida e na falta de participação, entusiasmo e atualização.
O valor numérico da idade é alto e me assusta, por não perceber cada tempo que passa.
Ser jovem mentalmente, ativa, atualizada e acreditar nas enormes possibilidades que a vida oferece possibilitam elaborar, em parte, a inexorabilidade do tempo. Fico pensando sobre o que aconteceu nesses anos todos.
Onde foram parar todos os anos que compõem minha idade?
Fico perplexa por sentir-me, por dentro, aquela normalista, que iniciou
namoro com Alberto, que noivou após dois anos e casou, após mais dois anos, concomitante à formatura.
Iniciei a experiência profissional, aperfeiçoei-me com a Faculdade e pós graduação, e com a maternidade, o que não me permitiu, por anos, refletir sobre a vida que levava e sobre mim mesma.
Agora, aposentada das diferentes funções, de maneira
gradativa, jovem interiormente, ao olhar-me ao espelho, vejo as marcas do tempo
que passou.
Soube acompanhar as transformações, em todas as áreas e
procurei atualizar-me em cada uma.
Faço várias coisas ao mesmo tempo, beneficiando-me com novas
aprendizagens e novas amizades. Cada desafio de aprender me encanta: a linguagem do
computador e da Internet assim como ler muito, preenchem meu dia a dia.
As surpresas da vida, boas e más, me fazem viver, superar e
procurar conviver com as marcas do tempo, com as rugas, com o sobrepeso, de
maneira equilibrada, seguindo em frente.
Durmo pouco, mas parafraseando os ditos de uma irmã: “tenho
a eternidade para dormir” e não me anseio com isso.
Fisicamente vou envelhecendo, mas em pensamento não me
acomodo, procuro não perder o espírito jovem que carrego comigo de entusiasmos
e sonhos, tirando proveito de tudo de bom, que acompanha e permite minha atual
idade.
Sempre afirmei que morreria sob protesto e, à medida que fico mais velha, procuro não pensar na morte, mas ela é parte da vida e não se pode saber como e quando vai ocorrer.
Espero que quando ela chegar não traga sofrimento a mim, nem aos meus.
Gostaria de sobreviver na memória dos que me são importantes, como modelo de bem viver e do meu melhor.
Na realidade, meu medo não é em relação à morte, que vem pra todos, mas em relação à dependência possível de ocorrer.
Na vida já tive perdas e essas sobrevivem dentro de mim, nas minhas memórias, às vezes tênues e, outras, muito real, atemporal.
E isso considero o sentido de uma vida, permanecer na memória dos que fazem parte do meu querer bem.
A condição humana sempre terá, em sua existência, uma angústia que preenche seu ser.
Procuro construir e dar sentido à vida e às coisas, para me fazer melhor entender e conduzir minhas ações, baseada de onde eu vim, para quê e para onde vou no mundo, convivendo o máximo que puder comigo,com minha família e meus amigos, valorizando esse convívio, como fundamental, para preencher de significados minha existência, sem deixar pesar a idade que tenho.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Retorno a Capão
Parece mentira que passei cinco dias em Capão, desde que
voltei do veraneio em abril.
Tinha intenção de retornar logo em seguida, mas sempre algo
impedia.
A praia com vento nordestão não me atrapalhou para dar minhas voltas de bicicleta nem para prestar atenção nos meus sentimentos.
Antes de qualquer coisa, ao chegar, largo minha bagagem, abro as janelas, saio pra encher os pneus e dar minha 1ª grande volta e aí minha mente se aquieta e sinto um bem-estar evidente.
Saio de bicicleta em vários momentos do dia, o que me dá enorme prazer e suaviza minha impaciência natural.
Quinta, sexta, sábado foram dias muito ventosos e só no Domingo ficou como um dia de verão e da sacada observava os tímidos guarda-sóis e pessoas que lagarteavam.
Olho e me deleito com a paisagem que se descortina e saboreio essa fonte de energia que sinto.
Muito movimento de carros e as praças cheias com pessoas em grupo conversando e tomando chimarrão...
O calçadão cheio me faz andar de “bici” pela ciclovia.
Alberto e eu, ao darmos nossas voltas a pé encontramos poucas pessoas conhecidas.
Quero usufruir intensamente cada momento e a cada coisa que faço, ando até meu quarto ou até a sala pra deleitar-me com a visão da praia.
Surpreende-me sempre o prazer que sinto ao tomar café na sacada olhando o nascer do sol.
Tenho resistência em retornar, mas a vontade de estar com os meus é maior do que ficar em Capão.
Reflito que as raízes e os laços que me prendem a Porto Alegre são muito fortes, por isso não passo mais tempo aqui.
Volto-me para dentro de mim e alguns sentimentos vêm à tona em relação ao que sinto.
Lembro um trecho que li há pouco:
“Criadores de nós mesmos, nos inventamos e reinventamos sem trégua, diariamente. A cada experiência, boa ou má, nasce um outro eu de nossa própria autoria. O talento é dado a todos, sem exceção. Por instinto e vocação, todos nós concebemos, nos rascunhamos, nos passamos a limpo e nos apresentamos em público na versão que julgamos menos falha ou mais convincente. Depois, voltamos corajosamente para dentro de nós e labutamos. Tentamos nos emendar, nos corrigir. Cortamos aquela parte que nos incomoda ou não soa bem e acrescentamos algo que agora nos dá sentido.” Trecho do livro Arroz de Palma
Em época de veraneio não tenho esse sentimento, porque me sinto rodeada por muitos amigos e por meus filhos com suas famílias, que chegam rotineiramente à praia.
A praia com vento nordestão não me atrapalhou para dar minhas voltas de bicicleta nem para prestar atenção nos meus sentimentos.
Antes de qualquer coisa, ao chegar, largo minha bagagem, abro as janelas, saio pra encher os pneus e dar minha 1ª grande volta e aí minha mente se aquieta e sinto um bem-estar evidente.
Saio de bicicleta em vários momentos do dia, o que me dá enorme prazer e suaviza minha impaciência natural.
Quinta, sexta, sábado foram dias muito ventosos e só no Domingo ficou como um dia de verão e da sacada observava os tímidos guarda-sóis e pessoas que lagarteavam.
Olho e me deleito com a paisagem que se descortina e saboreio essa fonte de energia que sinto.
Muito movimento de carros e as praças cheias com pessoas em grupo conversando e tomando chimarrão...
O calçadão cheio me faz andar de “bici” pela ciclovia.
Alberto e eu, ao darmos nossas voltas a pé encontramos poucas pessoas conhecidas.
Quero usufruir intensamente cada momento e a cada coisa que faço, ando até meu quarto ou até a sala pra deleitar-me com a visão da praia.
Surpreende-me sempre o prazer que sinto ao tomar café na sacada olhando o nascer do sol.
Tenho resistência em retornar, mas a vontade de estar com os meus é maior do que ficar em Capão.
Reflito que as raízes e os laços que me prendem a Porto Alegre são muito fortes, por isso não passo mais tempo aqui.
Volto-me para dentro de mim e alguns sentimentos vêm à tona em relação ao que sinto.
Lembro um trecho que li há pouco:
“Criadores de nós mesmos, nos inventamos e reinventamos sem trégua, diariamente. A cada experiência, boa ou má, nasce um outro eu de nossa própria autoria. O talento é dado a todos, sem exceção. Por instinto e vocação, todos nós concebemos, nos rascunhamos, nos passamos a limpo e nos apresentamos em público na versão que julgamos menos falha ou mais convincente. Depois, voltamos corajosamente para dentro de nós e labutamos. Tentamos nos emendar, nos corrigir. Cortamos aquela parte que nos incomoda ou não soa bem e acrescentamos algo que agora nos dá sentido.” Trecho do livro Arroz de Palma
Em época de veraneio não tenho esse sentimento, porque me sinto rodeada por muitos amigos e por meus filhos com suas famílias, que chegam rotineiramente à praia.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Decisão de viajar
Sou enraizada em lugares conhecidos: moro por mais de 40 anos no mesmo endereço em POA.
Os caminhos das cidades como Porto Alegre, Capão da Canoa, Gravatal, Gramado são lugares que conheço bem e que favorecem uma rotina que me agrada e me tranquiliza.
Já viajei para o exterior, porém tenho resistência em aventurar-me.
Incomoda-me pensar em arrumar malas, pois sempre carrego mais do que preciso.
Na realidade, não gosto de me desacomodar.
Fazer essa viagem em excursão que sai em 05/02, com retorno em 21/2, depois de vencer a resistência de tantos anos do Alberto, concretiza antigo desejo de conhecer Israel.
Até abrir mão de quase um mês de curtir a beira-mar deixou de ser empecilho.
Com a possibilidade de abrir a passagem para ficarmos por mais uma semana em Bror Chail- kibutz brasileiro, visitando Ruth, Avigail e Lilian, completará nossa viagem.
Agora começa a etapa de estudar o roteiro que me permitirá experimentar sentimento de viver algo novo no porvir.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Dia de Domingo
Frio de pleno inverno.
Dia de Domingo, após almoço, sem nada especial para a reunião familiar, a lareira com uma chama hipnotizante, linda, pelo fogo feito e alimentado pelo Nei, favorecia todos conversarem e rirem juntos, numa mistura de assuntos e afetos.
A atmosfera gostosa, alegre e nosso estilo de vida caloroso fazem emanar energia positiva que aquece a todos, apesar do frio externo.
Um entra e sai da sala, cafezinho, sobremesas, troca de lugares, todos em torno do calor do fogo me faz bendizer minha vida e minha família.
Na harmonia interior e exterior, que busco sempre, acontece o equilíbrio, que fica evidente na intimidade familiar presente e na troca entre todos.
Preenchimento, contentamento, união, aconchego são combinados e interdependentes e acolhem todos nesse encontro e no ambiente de energia positiva que faz parte de mim e de cada um, nutrindo nosso bem-estar
Dia de Domingo, após almoço, sem nada especial para a reunião familiar, a lareira com uma chama hipnotizante, linda, pelo fogo feito e alimentado pelo Nei, favorecia todos conversarem e rirem juntos, numa mistura de assuntos e afetos.
A atmosfera gostosa, alegre e nosso estilo de vida caloroso fazem emanar energia positiva que aquece a todos, apesar do frio externo.
Um entra e sai da sala, cafezinho, sobremesas, troca de lugares, todos em torno do calor do fogo me faz bendizer minha vida e minha família.
Na harmonia interior e exterior, que busco sempre, acontece o equilíbrio, que fica evidente na intimidade familiar presente e na troca entre todos.
Preenchimento, contentamento, união, aconchego são combinados e interdependentes e acolhem todos nesse encontro e no ambiente de energia positiva que faz parte de mim e de cada um, nutrindo nosso bem-estar
terça-feira, 3 de julho de 2012
Liberdade e ação
Eu escolho para onde quero ir e o que quero fazer. Avalio a mim mesma e tenho essa liberdade, que considero um
baita valor.
Escolher minha direção é a responsabilidade que assumo ao tomar a decisão dos meus atos em minhas mãos. Através deles me faço conhecer.
Meu agir determina a qualidade do meu viver e é como concretizo minha maneira de ser.
Vivo determinada pelas minhas vontades e desejos, monitorando os resultados, para não ferir ninguém e dar os passos de acordo com a minha realidade.
Minha segurança é baseada no discernimento do real valor que tem minha ação e canalizo minhas energias com determinação incansável, no momento que me proponho a algo.
Concentro atenção nos pensamentos que norteiam minhas escolhas, ajustando correções para acertar a ordem das prioridades práticas, que beneficiam a mim e a meus próximos.
Com tudo que a vida me traz, sigo em frente, não perco de vista ao que me proponho. A liberdade que me movimenta me dá condições de escolher a direção do meu agir.
Resisto em sofrer influência dos outros e sei que a liberdade e a responsabilidade das minhas escolhas serão sempre as que assumo ter.
Eu sou o que sou e o que estou disposta a aprender.
A prática da liberdade me ajuda no meu autoconhecimento e na minha vivência cotidiana e, ao exercer papel ativo na vida me autoeduco.
Não quero me arrepender do que não fiz e do que deixei de aprender.
Dentro de mim encontro meus sonhos, crio e busco respostas e exerço a verdadeira liberdade que possuo, para viver dentro do meu ritmo.
Não meço meu saber para ver se iguala ao dos outros, pois ele é baseado nas minhas experiências anteriores.
E se posso ser modelo para alguém é porque vivo coerentemente com o que penso e com a liberdade que assumo, num exercício constante, que alimenta minha sede de fazer algo novo ou diferente, dentro da minha rotina e leveza de viver.
Escolher minha direção é a responsabilidade que assumo ao tomar a decisão dos meus atos em minhas mãos. Através deles me faço conhecer.
Meu agir determina a qualidade do meu viver e é como concretizo minha maneira de ser.
Vivo determinada pelas minhas vontades e desejos, monitorando os resultados, para não ferir ninguém e dar os passos de acordo com a minha realidade.
Minha segurança é baseada no discernimento do real valor que tem minha ação e canalizo minhas energias com determinação incansável, no momento que me proponho a algo.
Concentro atenção nos pensamentos que norteiam minhas escolhas, ajustando correções para acertar a ordem das prioridades práticas, que beneficiam a mim e a meus próximos.
Com tudo que a vida me traz, sigo em frente, não perco de vista ao que me proponho. A liberdade que me movimenta me dá condições de escolher a direção do meu agir.
Resisto em sofrer influência dos outros e sei que a liberdade e a responsabilidade das minhas escolhas serão sempre as que assumo ter.
Eu sou o que sou e o que estou disposta a aprender.
A prática da liberdade me ajuda no meu autoconhecimento e na minha vivência cotidiana e, ao exercer papel ativo na vida me autoeduco.
Não quero me arrepender do que não fiz e do que deixei de aprender.
Dentro de mim encontro meus sonhos, crio e busco respostas e exerço a verdadeira liberdade que possuo, para viver dentro do meu ritmo.
Não meço meu saber para ver se iguala ao dos outros, pois ele é baseado nas minhas experiências anteriores.
E se posso ser modelo para alguém é porque vivo coerentemente com o que penso e com a liberdade que assumo, num exercício constante, que alimenta minha sede de fazer algo novo ou diferente, dentro da minha rotina e leveza de viver.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Sentimentos
Meus sentimentos ganham nova força e quase se tornam
palpáveis, quando vêm à tona, em forma de palavras escritas.
O tempo que não volta atrás me encontra vibrante, serena, forte e confiante e sigo em frente valorizando minha autonomia e
independência.
No meu envelhecer procuro discernir, escolher e sentir-me viva para trabalhar-me por dentro, procurando analisar quem realmente sou e como me sinto.
É comum pessoas verbalizarem como eu sou, com tanta certeza, que parecem querer conhecer-me mais do que eu a mim própria, que continuamente tento me perceber e aos meus sentimentos, o mais objetivamente possível.
Está chegando julho e apesar da vontade de dar um chego na “outra” praia, como diz o Vic, desde que nos mudamos para o novo apto, fatos do cotidiano, assim como a temperatura muito fria vão impedindo voltar a Capão.
É tão perto e tão longe e o tempo passa e não consigo fazer tudo que desejo.
Quando conquistei meu espaço à beira mar transpus um muro que achava intransponível e me senti poderosa.
No meu envelhecer procuro discernir, escolher e sentir-me viva para trabalhar-me por dentro, procurando analisar quem realmente sou e como me sinto.
É comum pessoas verbalizarem como eu sou, com tanta certeza, que parecem querer conhecer-me mais do que eu a mim própria, que continuamente tento me perceber e aos meus sentimentos, o mais objetivamente possível.
Está chegando julho e apesar da vontade de dar um chego na “outra” praia, como diz o Vic, desde que nos mudamos para o novo apto, fatos do cotidiano, assim como a temperatura muito fria vão impedindo voltar a Capão.
É tão perto e tão longe e o tempo passa e não consigo fazer tudo que desejo.
Quando conquistei meu espaço à beira mar transpus um muro que achava intransponível e me senti poderosa.
Na minha faixa etária fazer novas conquistas, que tanto me
preenchem, faz-me lembrar a
fascinação que me causou fitar a paisagem conquistada.
Fluía um sentimento que crescia de significados dentro de mim, em turbilhão, semelhante ao das ondas no gigante mar.
Hoje, quando deixo o pensamento vazio, volta-me essa sensação e deleito-me no silêncio interno e na tranquilidade do meu prosseguir.
Gosto de ter sempre sentimentos que preencham meu ser.
Fluía um sentimento que crescia de significados dentro de mim, em turbilhão, semelhante ao das ondas no gigante mar.
Hoje, quando deixo o pensamento vazio, volta-me essa sensação e deleito-me no silêncio interno e na tranquilidade do meu prosseguir.
Gosto de ter sempre sentimentos que preencham meu ser.
sábado, 23 de junho de 2012
O que quero da vida
Quero que a vida seja leve, em paz, solta, harmoniosa, lúcida, alegre,
agradável...
Transformá-la está em minhas mãos, pois ela prossegue com o que fui, sou e com as experiências que se cumulam.
O que desejo e o que tem valor pra mim é a motivação que preenche meu prosseguir.
Não tenho e não quero a sensação de carregar o mundo nas costas.
Quando iniciei a minha análise com o Dr Cyro Martins, nos idos de 1970, uma parceira de grupo da psicoanálise, amiga até hoje, verbalizou que eu parecia estar carregando o mundo nas costas e trabalhei muito profundamente para mudar isso na minha vida e muito mais.
A capacidade de mudança prossegue em mim.
Um bom livro, um bom fim de semana, utilizar o computador, uma caminhada agradável, sem dores, conviver, ser inteligente o bastante para tomar decisões acertadas, compartilhar experiências, interpretar a vida do dia a dia com bom humor dão consistência para concretizar o que dá sentido à minha vida.
Li em algum lugar que a vida é o que acontece entre o nascimento e a morte, e não é? Esse meio, esse recheio merece ser muito bom.
O que quero da vida é que ela seja recheada de sensibilidade, de bom humor, de alegrias, de maturidade, de certezas, de prazeres, de encontros, de entregas, de tolerância, de curiosidades, de imaginação e das boas escolhas que faça.
Transformá-la está em minhas mãos, pois ela prossegue com o que fui, sou e com as experiências que se cumulam.
O que desejo e o que tem valor pra mim é a motivação que preenche meu prosseguir.
Não tenho e não quero a sensação de carregar o mundo nas costas.
Quando iniciei a minha análise com o Dr Cyro Martins, nos idos de 1970, uma parceira de grupo da psicoanálise, amiga até hoje, verbalizou que eu parecia estar carregando o mundo nas costas e trabalhei muito profundamente para mudar isso na minha vida e muito mais.
A capacidade de mudança prossegue em mim.
Um bom livro, um bom fim de semana, utilizar o computador, uma caminhada agradável, sem dores, conviver, ser inteligente o bastante para tomar decisões acertadas, compartilhar experiências, interpretar a vida do dia a dia com bom humor dão consistência para concretizar o que dá sentido à minha vida.
Li em algum lugar que a vida é o que acontece entre o nascimento e a morte, e não é? Esse meio, esse recheio merece ser muito bom.
O que quero da vida é que ela seja recheada de sensibilidade, de bom humor, de alegrias, de maturidade, de certezas, de prazeres, de encontros, de entregas, de tolerância, de curiosidades, de imaginação e das boas escolhas que faça.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Encanto de viver
O encanto de viver encontro na própria vida, mesmo que de
vez em quando tenha alguns desconfortos nos pés, nos joelhos, nos dentes... Coisas
da idade.
Não busco guardar a vida, nem deixo de viver. Isso eu penso e sinto não agindo numa rotina rotineira, pra passar e perder meu tempo, mas indo em frente vivendo cada momento como uma ocasião especial, significativamente.
Busco, conscientemente, no real e no possível, atrair aquilo que gosto e desenvolver paciência que evite me trazer ansiedade.
Julgar certo aquilo de que preciso para me cuidar e pra realizar meus desejos é a sintonia e estabilidade emocional que reflete quem sou e como me relaciono comigo e com o entorno. Convivo com pessoas coerentes ao estilo de vida que levo e assim me acresço no meu viver, pois tenho consciência que a vida é efêmera e tem um limite real.
Não me agrada desperdiçar oportunidades de viver em paz, de preferência conquistando vitórias. Pretendo que as sementes dos meus sonhos continuem florescendo na minha vida e constituam o melhor legado que eu possa deixar.
Quero viver até me fartar, sem ser cobrada pela minha forma de agir, faça frio, faça calor ou chova ou tudo junto. Sei que tudo que eu faço deixa marcas em mim e nas pessoas com as quais convivo.
Tento fazer e levar tudo o mais leve possível usufruindo de cada bom momento e isso me basta pra ter encanto de viver.
Não busco guardar a vida, nem deixo de viver. Isso eu penso e sinto não agindo numa rotina rotineira, pra passar e perder meu tempo, mas indo em frente vivendo cada momento como uma ocasião especial, significativamente.
Busco, conscientemente, no real e no possível, atrair aquilo que gosto e desenvolver paciência que evite me trazer ansiedade.
Julgar certo aquilo de que preciso para me cuidar e pra realizar meus desejos é a sintonia e estabilidade emocional que reflete quem sou e como me relaciono comigo e com o entorno. Convivo com pessoas coerentes ao estilo de vida que levo e assim me acresço no meu viver, pois tenho consciência que a vida é efêmera e tem um limite real.
Não me agrada desperdiçar oportunidades de viver em paz, de preferência conquistando vitórias. Pretendo que as sementes dos meus sonhos continuem florescendo na minha vida e constituam o melhor legado que eu possa deixar.
Quero viver até me fartar, sem ser cobrada pela minha forma de agir, faça frio, faça calor ou chova ou tudo junto. Sei que tudo que eu faço deixa marcas em mim e nas pessoas com as quais convivo.
Tento fazer e levar tudo o mais leve possível usufruindo de cada bom momento e isso me basta pra ter encanto de viver.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Porque me sinto rica
A vida é feita com aquilo que buscamos e conquistamos.
Às vezes, algumas intempéries acontecem independentes de nossos desejos - é o que observo, quando vejo algumas pessoas próximas, limitadas e dependentes, porque ficaram doentes e perderam a capacidade de raciocínio, de movimento, de suas faculdades, em geral.
Viver com satisfação para saborear bons alimentos doces e salgados, morar numa casa simples, mas espaçosa e com inúmeras possibilidades, veranear em frente ao mar,com o privilégio da ampla visão de toda orla, dos nasceres do sol e da lua e utilizar a bicicleta como meio de locomoção. Viver com tempero, não aceitar meias porções de prazer, de aventuras, de liberdade, sem precisar “ter que” e sim, poder “não ter que”. Poder me movimentar, participar de dança, biodança e alongamento, ter energia para agir e decidir, com saúde e achar que mereço tudo isso.
Isso não é ser rica?
Alguns acham que eu devia viajar mais.
Isso é o que alguns querem para si.
Até posso viajar e já viajei várias vezes, mas sou acomodada na minha rotina, não gosto de arrumar malas, gosto de explorar lugares conhecidos, aprecio o que tenho ao meu redor e como levo a vida, admiro a natureza, as pessoas, mesa farta, refrigerador cheio, minha família junto, nesse conforto sem luxo.
Enfrento novos desafios, desperto para novos sonhos e como vivo, faz sentido pra mim e se os sonhos mudam utilizo minha capacidade de me transformar, tanto quanto seja necessário.
Domingo com a família completa, todos à vontade, preenchendo o frio, se inverno, com o calor humano.
A alegria dos netos se interrelacionando e colocando a conversa em dia.
Chimarrão passando de mão em mão, almoço pronto, churrasco ou não, não importa, o entra e sai do pessoal alimenta o rodízio das pessoas e dos comes, sobremesas, cafezinho...
Todos agrupados vendo um novo filme, cobertos com mantas, desejo de comer pipoca, pinhão... Sentar lá fora comendo bergamotas...
Quando chega a hora da janta, todos satisfeitos, trocam idéias e a semana termina deixando um gostinho de saciedade pelos sentimentos preenchidos com o bem estar em geral.
Esses rotineiros encontros, em qualquer estação do ano, fortalecem os laços de união com consistência, intimidade e reforçam porque me sinto rica.
Às vezes, algumas intempéries acontecem independentes de nossos desejos - é o que observo, quando vejo algumas pessoas próximas, limitadas e dependentes, porque ficaram doentes e perderam a capacidade de raciocínio, de movimento, de suas faculdades, em geral.
Viver com satisfação para saborear bons alimentos doces e salgados, morar numa casa simples, mas espaçosa e com inúmeras possibilidades, veranear em frente ao mar,com o privilégio da ampla visão de toda orla, dos nasceres do sol e da lua e utilizar a bicicleta como meio de locomoção. Viver com tempero, não aceitar meias porções de prazer, de aventuras, de liberdade, sem precisar “ter que” e sim, poder “não ter que”. Poder me movimentar, participar de dança, biodança e alongamento, ter energia para agir e decidir, com saúde e achar que mereço tudo isso.
Isso não é ser rica?
Alguns acham que eu devia viajar mais.
Isso é o que alguns querem para si.
Até posso viajar e já viajei várias vezes, mas sou acomodada na minha rotina, não gosto de arrumar malas, gosto de explorar lugares conhecidos, aprecio o que tenho ao meu redor e como levo a vida, admiro a natureza, as pessoas, mesa farta, refrigerador cheio, minha família junto, nesse conforto sem luxo.
Enfrento novos desafios, desperto para novos sonhos e como vivo, faz sentido pra mim e se os sonhos mudam utilizo minha capacidade de me transformar, tanto quanto seja necessário.
Domingo com a família completa, todos à vontade, preenchendo o frio, se inverno, com o calor humano.
A alegria dos netos se interrelacionando e colocando a conversa em dia.
Chimarrão passando de mão em mão, almoço pronto, churrasco ou não, não importa, o entra e sai do pessoal alimenta o rodízio das pessoas e dos comes, sobremesas, cafezinho...
Todos agrupados vendo um novo filme, cobertos com mantas, desejo de comer pipoca, pinhão... Sentar lá fora comendo bergamotas...
Quando chega a hora da janta, todos satisfeitos, trocam idéias e a semana termina deixando um gostinho de saciedade pelos sentimentos preenchidos com o bem estar em geral.
Esses rotineiros encontros, em qualquer estação do ano, fortalecem os laços de união com consistência, intimidade e reforçam porque me sinto rica.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Nada de novo acontece e onde anda meu tempo?
Desde que voltei da praia as coisas foram rotina na minha vida.
Envolvimento com o computador que estragou pela 4ª vez,
marcação dos exames e das consultas médicas semestrais, ida ao dentista, aulas
de alongamento, dança e biodança, convívio com a família e amigos parecem me ocupar
sobremaneira, mas ficar quatro meses na praia dá nisso. Aparece um casamento
para ir, aniversários, encontros, cuidado com a casa e o tempo vai passando.
Parece tudo ser da mesma maneira que sempre foi e não encontro espaço de tempo para voltar para a praia, mesmo que tenha me desfeito da cota de Gramado, que então também me dividia.
Já estamos em junho, mas a forma que levo minha vida, apesar de trilhar um caminho conhecido, já sabia que isso ia acontecer, pois gosto muito daqui e da movimentação também.
Não encontro nem estímulo para escrever sobre a rotina que vivo, pois seria cair na mesmice.
Procuro não criar novos projetos e não desperdiçar meus bons momentos.
Apesar de o relógio avançar nas horas, de o meu tempo ser escasso vale, acima de tudo, estar perto das pessoas que quero bem e participar de tudo que é bom e, para isso, acalmo minha mente e tento diminuir meu ritmo apressado.
Busco respostas e saídas nas confusões do dia a dia, com passos concretos e com minha intuição, mas dentro das minhas limitações, pois sei que nada é permanente.
O que a vida me oferece aceito com alegria, o mais leve e saudável que eu possa ser e na realidade tudo é novo, apesar de parecer que não.
Parece tudo ser da mesma maneira que sempre foi e não encontro espaço de tempo para voltar para a praia, mesmo que tenha me desfeito da cota de Gramado, que então também me dividia.
Já estamos em junho, mas a forma que levo minha vida, apesar de trilhar um caminho conhecido, já sabia que isso ia acontecer, pois gosto muito daqui e da movimentação também.
Não encontro nem estímulo para escrever sobre a rotina que vivo, pois seria cair na mesmice.
Procuro não criar novos projetos e não desperdiçar meus bons momentos.
Apesar de o relógio avançar nas horas, de o meu tempo ser escasso vale, acima de tudo, estar perto das pessoas que quero bem e participar de tudo que é bom e, para isso, acalmo minha mente e tento diminuir meu ritmo apressado.
Busco respostas e saídas nas confusões do dia a dia, com passos concretos e com minha intuição, mas dentro das minhas limitações, pois sei que nada é permanente.
O que a vida me oferece aceito com alegria, o mais leve e saudável que eu possa ser e na realidade tudo é novo, apesar de parecer que não.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Dia das Mães
Por menos importância que dou a esse dia, como um dia especial das mães, pois se é mãe todos os dias, sempre sinto uma emoção diferente ao ver meus filhos combinando para estarem todos juntos comigo.
Vic e Joel fazem o almoço e Nei, a 2500km daqui, twitta para dizer-me que passa ainda hoje para me dar um beijo.
Flores, presentes, beijos, e-mails, telefonemas, cumprimentos, enriquecem essa homenagem.
Assume-se tantas funções no decorrer da vida, mas creio que ser mãe é a mais importante.
Não há um dia sequer que não se pensa nos filhos.
Viram adultos, independentes, mas os elos que nos ligam são tão fortes e consistentes que passam a ser os mais importantes e significativos de tudo o mais.
Emoção e amor se multiplicam e se somam, nos encontros com eles, com as famílias que formaram e, ao observar o cuidado e amor deles com seus filhos.
A reciprocidade de afetos entre mim e meus filhos fortalece e embasa o afeto que estabeleço com minhas noras e meus netos.
E, mais uma vez afirmo:
Tenho todos os motivos do mundo para ser feliz, não no dia das mães, mas em todos os dias da vida.
Vic e Joel fazem o almoço e Nei, a 2500km daqui, twitta para dizer-me que passa ainda hoje para me dar um beijo.
Flores, presentes, beijos, e-mails, telefonemas, cumprimentos, enriquecem essa homenagem.
Assume-se tantas funções no decorrer da vida, mas creio que ser mãe é a mais importante.
Não há um dia sequer que não se pensa nos filhos.
Viram adultos, independentes, mas os elos que nos ligam são tão fortes e consistentes que passam a ser os mais importantes e significativos de tudo o mais.
Emoção e amor se multiplicam e se somam, nos encontros com eles, com as famílias que formaram e, ao observar o cuidado e amor deles com seus filhos.
A reciprocidade de afetos entre mim e meus filhos fortalece e embasa o afeto que estabeleço com minhas noras e meus netos.
E, mais uma vez afirmo:
Tenho todos os motivos do mundo para ser feliz, não no dia das mães, mas em todos os dias da vida.
domingo, 6 de maio de 2012
Gyorgy morreu
Gyorgy, meu cunhado mais velho, morreu, oito anos depois da minha irmã.
Estou triste, muito triste.
Já havia falado nele num texto do blog.
Vivia no Lar dos Velhos e muitas vezes o visitei, mas não tantas como ele gostaria.
Convivi com ele a maior parte da minha vida, pois tinha menos de 7 anos quando o conheci.
Frente a um grupo, quando eu estava com ele, costumava comentar, rindo:
-" Ela sentou no meu colo".
Era como um pai ou como um irmão mais velho, pra mim.
Nunca o vi brabo nem agressivo nem brigar com ninguém. Era muito gentil e educado.
Chegou como imigrante da Hungria bastante jovem.
Quando conheceu Hanna, minha irmã mais velha, se apaixonaram e ela largou todos os possíveis "bons partidos", segundo minha mãe, para com ele casar.
Formaram uma família com três filhos que tiveram seus próprios filhos.
Dia 17 de março fui na comemoração dos seus 87 anos, o achei abatido e fraco, pois tinha retornado do hospital fazia pouco tempo, mas estava lúcido como sempre e interagindo com todos.
Logo voltou a sentir-se mal e tiveram que novamente o internar e foi piorando, dia a dia, até que ontem morreu.
Sua imagem e as boas lembranças ficam guardadas dentro de mim e mais uma vez fico a refletir sobre a finitude, que é triste, muito triste.

Estou triste, muito triste.
Já havia falado nele num texto do blog.
Vivia no Lar dos Velhos e muitas vezes o visitei, mas não tantas como ele gostaria.
Convivi com ele a maior parte da minha vida, pois tinha menos de 7 anos quando o conheci.
Frente a um grupo, quando eu estava com ele, costumava comentar, rindo:
-" Ela sentou no meu colo".
Era como um pai ou como um irmão mais velho, pra mim.
Nunca o vi brabo nem agressivo nem brigar com ninguém. Era muito gentil e educado.
Chegou como imigrante da Hungria bastante jovem.
Quando conheceu Hanna, minha irmã mais velha, se apaixonaram e ela largou todos os possíveis "bons partidos", segundo minha mãe, para com ele casar.
Formaram uma família com três filhos que tiveram seus próprios filhos.
Dia 17 de março fui na comemoração dos seus 87 anos, o achei abatido e fraco, pois tinha retornado do hospital fazia pouco tempo, mas estava lúcido como sempre e interagindo com todos.
Logo voltou a sentir-se mal e tiveram que novamente o internar e foi piorando, dia a dia, até que ontem morreu.
Sua imagem e as boas lembranças ficam guardadas dentro de mim e mais uma vez fico a refletir sobre a finitude, que é triste, muito triste.

terça-feira, 1 de maio de 2012
Importância das coisas
A importância que dou às coisas depende das circunstâncias em que acontecem na minha vida.
Quando penso que satisfiz todas minhas necessidades básicas, crio novas.
Vivo dentro da realidade, como parte ativa e pertinente.
Não fico indiferente nem à vida nem à morte.
Elas, vida e morte, são enigmas instigantes, por isso não fico apática a nenhuma delas.
Observo tudo em torno de mim e as coisas que conquistei e me sinto privilegiada por estar bem, fazer com prazer o que me proponho e usufruo com alegria, sem tensão, a tudo e todos que me rodeiam.
Quisera esticar o tempo para sorvê-lo bem devagar.
A pressa com que ele passa me assusta e porisso estou sempre correndo.
Mesmo assim não fico ansiosa e consigo aproveitar cada momento que vivo.
Não transfiro para amanhã os momentos e oportunidades que surgem.
Dou a devida importância às coisas que conquisto.
Quando penso que satisfiz todas minhas necessidades básicas, crio novas.
Vivo dentro da realidade, como parte ativa e pertinente.
Não fico indiferente nem à vida nem à morte.
Elas, vida e morte, são enigmas instigantes, por isso não fico apática a nenhuma delas.
Observo tudo em torno de mim e as coisas que conquistei e me sinto privilegiada por estar bem, fazer com prazer o que me proponho e usufruo com alegria, sem tensão, a tudo e todos que me rodeiam.
Quisera esticar o tempo para sorvê-lo bem devagar.
A pressa com que ele passa me assusta e porisso estou sempre correndo.
Mesmo assim não fico ansiosa e consigo aproveitar cada momento que vivo.
Não transfiro para amanhã os momentos e oportunidades que surgem.
Dou a devida importância às coisas que conquisto.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Saudade antecipada
Esse fim de semana encerra minha estadia na praia, que durou de dezembro até abril.
Em geral retornava em início de março, mas minha volta tardia deve-se ao novo apartamento.
Despeço-me com um sentimento ambivalente: quero ficar mais e, ao mesmo tempo, retomar minha rotina porto-alegrense.
Começo a organizar os armários, ver o que quero deixar e o que quero trazer de volta e, ao fazê-lo, vou observando, ainda, novos detalhes desse novo lugar.
Os dias passaram tão rápido que os filmes e os livros que trouxe pouco vi e li.
O que me ocupou tanto?
Não sei, só sei que levanto muito cedo, vejo o sol nascer em uma visão estonteante, fico observando o mar, as pessoas que caminham muito cedo no calçadão e na beira mar e, cada manhã é diferente da anterior.
Tomo meu café na sacada, acompanhada de tudo isso.
Durmo tarde, quase não vejo TV e não paro um segundo.
Caminhei à beira mar, fui à praia, andei de bicicleta e estive sempre ocupada com alegria, satisfação, descontração e muita vida!
Já sinto falta da bicicleta que me dá tanta liberdade de movimento e tanto prazer de com ela percorrer os diferentes trajetos que tanto gosto e conheço.
Sei que volto a encontrar meus amigos de praia em algum momento, mas a família, que estarei muito mais próxima em POA, é o estímulo maior para voltar.
Observo a lua que está ficando cheia, brilhando e refletindo-se nas ondas, me emociono e sinto deixar essa visão. Tento registrá-la na memória.
Sinto, enfim, saudade antecipada dessa rotina que me preencheu de novo gás, de nova energia e de novo entusiasmo para voltar e seguir.
Em geral retornava em início de março, mas minha volta tardia deve-se ao novo apartamento.
Despeço-me com um sentimento ambivalente: quero ficar mais e, ao mesmo tempo, retomar minha rotina porto-alegrense.
Começo a organizar os armários, ver o que quero deixar e o que quero trazer de volta e, ao fazê-lo, vou observando, ainda, novos detalhes desse novo lugar.
Os dias passaram tão rápido que os filmes e os livros que trouxe pouco vi e li.
O que me ocupou tanto?
Não sei, só sei que levanto muito cedo, vejo o sol nascer em uma visão estonteante, fico observando o mar, as pessoas que caminham muito cedo no calçadão e na beira mar e, cada manhã é diferente da anterior.
Tomo meu café na sacada, acompanhada de tudo isso.
Durmo tarde, quase não vejo TV e não paro um segundo.
Caminhei à beira mar, fui à praia, andei de bicicleta e estive sempre ocupada com alegria, satisfação, descontração e muita vida!
Já sinto falta da bicicleta que me dá tanta liberdade de movimento e tanto prazer de com ela percorrer os diferentes trajetos que tanto gosto e conheço.
Sei que volto a encontrar meus amigos de praia em algum momento, mas a família, que estarei muito mais próxima em POA, é o estímulo maior para voltar.
Observo a lua que está ficando cheia, brilhando e refletindo-se nas ondas, me emociono e sinto deixar essa visão. Tento registrá-la na memória.
Sinto, enfim, saudade antecipada dessa rotina que me preencheu de novo gás, de nova energia e de novo entusiasmo para voltar e seguir.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Privilégio e perplexidade
Toco a vida como a uma sinfonia em que os sons têm que estar afinados.
Meu encantamento frente ao mar é um sonho que não acreditei que um dia pudesse realizá-lo.
Mas a forma como construo e reconstruo meus caminhos tornou realidade o que era só um desejo.
Não desperdiço aquilo que está ao meu alcance e minha busca é infinita.
Quando encontro satisfação dentro de mim encontro também paz e, cada instante, dure o que durar será alegre, satisfatório e feliz.
Cuido para não perder vida enquanto viva e me esforço para ser protagonista e prolongar os bons momentos.
Apesar da idade, da vida ser curta, permanentemente usufruo cada pequena alegria.
Participar de pequenas viagens, de festas e encontros, receber e dar presente, fazer pequenas e grandes conquistas cumulam forças dentro de mim.
Apesar dos meus limites reais, coleciono os bons momentos como base sólida para seguir em frente.
Desde que me mudei, quando olho da sacada do apartamento estendo os braços e digo em voz alta, pra mim ou pra quem está perto:
-Olha que Sol!
-Olha que Mar!
E, à noite:
- Olha o céu!
-Olha as estrelas!
-Olha a lua!
- Olha as ondas brancas!
É o que venho sentindo todos os dias, desde que me mudei e espero que não passe esse privilégio e essa perplexidade diante disso tudo.
Meu encantamento frente ao mar é um sonho que não acreditei que um dia pudesse realizá-lo.
Mas a forma como construo e reconstruo meus caminhos tornou realidade o que era só um desejo.
Não desperdiço aquilo que está ao meu alcance e minha busca é infinita.
Quando encontro satisfação dentro de mim encontro também paz e, cada instante, dure o que durar será alegre, satisfatório e feliz.
Cuido para não perder vida enquanto viva e me esforço para ser protagonista e prolongar os bons momentos.
Apesar da idade, da vida ser curta, permanentemente usufruo cada pequena alegria.
Participar de pequenas viagens, de festas e encontros, receber e dar presente, fazer pequenas e grandes conquistas cumulam forças dentro de mim.
Apesar dos meus limites reais, coleciono os bons momentos como base sólida para seguir em frente.
Desde que me mudei, quando olho da sacada do apartamento estendo os braços e digo em voz alta, pra mim ou pra quem está perto:
-Olha que Sol!
-Olha que Mar!
E, à noite:
- Olha o céu!
-Olha as estrelas!
-Olha a lua!
- Olha as ondas brancas!
É o que venho sentindo todos os dias, desde que me mudei e espero que não passe esse privilégio e essa perplexidade diante disso tudo.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Sigo o fluxo da vida
O que quero nessa uma só vida é a chance para fazê-la humana e feliz.
Tento aproveitar o máximo das oportunidades que aparecem e reconheço a importância das pessoas que me cercam e assim dou o significado certo para o viver.
Transmito pelo olhar, pelos gestos, pelas palavras a validade das convivências pra mim.
Nunca sou indiferente, pois sem me relacionar me tornaria invisível e ficaria só.
O meu movimento auxilia o encontro.
Convivo com o outro sem esperar aprovação e reconhecimento para agir.
Não me deixo travar.
Sinto que a valorização e o reconhecimento vêm quando sou positiva, estou inteira e bem.
Ninguém, a não ser eu mesma, sabe como sou e da minha capacidade de me transformar naquilo que posso.
O que sou e o que faço são as marcas das minhas condições.
As experiências pessoais dão a estrutura firme para fundamentar significativamente o meu viver.
Tento aproveitar o máximo das oportunidades que aparecem e reconheço a importância das pessoas que me cercam e assim dou o significado certo para o viver.
Transmito pelo olhar, pelos gestos, pelas palavras a validade das convivências pra mim.
Nunca sou indiferente, pois sem me relacionar me tornaria invisível e ficaria só.
O meu movimento auxilia o encontro.
Convivo com o outro sem esperar aprovação e reconhecimento para agir.
Não me deixo travar.
Sinto que a valorização e o reconhecimento vêm quando sou positiva, estou inteira e bem.
Ninguém, a não ser eu mesma, sabe como sou e da minha capacidade de me transformar naquilo que posso.
O que sou e o que faço são as marcas das minhas condições.
As experiências pessoais dão a estrutura firme para fundamentar significativamente o meu viver.
Acredito que não chegaria a lugar algum, sem dar os passos necessários.
As situações não me prendem, vivo a liberdade e sigo o fluxo da vida.
As situações não me prendem, vivo a liberdade e sigo o fluxo da vida.
sábado, 10 de março de 2012
Prioridades
Com a idade as prioridades vão mudando.
Hoje priorizo a liberdade, a satisfação, ter saúde, quantia de dinheiro suficiente para sentir-me segura, estar alegre, ter entusiasmo pelas pequenas coisas, estar bem, conviver com a família, com os amigos, aprender coisas novas...
Não lembro pensar nesse assunto quando mais jovem, quando o tempo parecia ser sem fim.
Na realidade não existe uma ordem hierárquica das prioridades, quero usufruir tudo intensamente e não perder nenhuma oportunidade que se apresente.
Tento estar atenta a tudo que me rodeia e aprecio cada momento que surge, da melhor forma que possa.
Sou e não sou rotineira, pois sei mudar àquilo que me proponho, frente a algo novo que surge e que passa a me interessar.
Gostaria, como grande prioridade de vida, enxergar sempre o lado bom da vida sem sentir que falta algo e ter a confiança necessária para seguir adiante com a energia interna que possuo e esforçar-me para atingir aquilo que busco com paciência, que não me é característica, tentando aguardar o momento certo pra agir, dando um passo de cada vez.
Prioridade para valorizar as diferenças, ao trocar experiências e, quando vivenciar um pior momento, ter consciência que vai passar, como o sol que vem depois da chuva.
Quero ter como prioridade paz no coração, como uma semente que sempre crescerá mais forte, sabendo que algo tem que terminar, para algo novo começar e que as surpresas que a vida reserva é a maneira como ela continua e como a levo, de maneira intensa e verdadeira.
Uma grande prioridade é não ter medo do julgamento dos outros, porque a vida perderia seu sentido pra mim.
Aprender sempre é uma grande prioridade, buscando minha própria evolução, apreciando a beleza que me cerca e multiplicando meu tempo, para saborear as vitórias, com nova visão.
Os sonhos existem para tornarem-se realidade e sempre o melhor que está por vir reforça minha prioridade de não ter que responder “por que não fiz?”.
Meu nível de prioridades não é limitação, mas expansão, para viver entardeceres, estrelas, luares, fazendo águas do mar brilhar...
Prioridade para valorizar as diferenças, ao trocar experiências e, quando vivenciar um pior momento, ter consciência que vai passar, como o sol que vem depois da chuva.
Quero ter como prioridade paz no coração, como uma semente que sempre crescerá mais forte, sabendo que algo tem que terminar, para algo novo começar e que as surpresas que a vida reserva é a maneira como ela continua e como a levo, de maneira intensa e verdadeira.
Uma grande prioridade é não ter medo do julgamento dos outros, porque a vida perderia seu sentido pra mim.
Aprender sempre é uma grande prioridade, buscando minha própria evolução, apreciando a beleza que me cerca e multiplicando meu tempo, para saborear as vitórias, com nova visão.
Os sonhos existem para tornarem-se realidade e sempre o melhor que está por vir reforça minha prioridade de não ter que responder “por que não fiz?”.
Meu nível de prioridades não é limitação, mas expansão, para viver entardeceres, estrelas, luares, fazendo águas do mar brilhar...
quinta-feira, 8 de março de 2012
Dia da mulher
Penso nesse dia e tento avaliar-me como mulher.
Sou mulher todos os dias, não nesse dia especial de comemoração.
Só posso pensar em mim como mulher e assim curto meus pensamentos, minhas ações e as transformações que sofro ao longo do tempo.
Tento comparar as mudanças que ocorreram nesse tempo de vida: amadureci, as marcas aparecem no meu exterior e interior físico e a vitalidade interna, a aceleração de motor que mantenho, muitas vezes sem cautela, não diminui a aparência de avó que aparento.
O fôlego, apesar da jovialidade e entusiasmo internos, para atender a tudo que me proponho, às vezes falta.
A cabeça lidera meu movimento, meus interesses e alimenta minhas escolhas.
Tenho liberdade de ir e vir, sou imprevisível e às vezes surpreendo-me a mim mesma.
Tenho mais defeitos do que gostaria, mas os fatos revelam que busco acertar.
Gostaria de me aquietar mais, mas meu jeito de viver, o prazer e a alegria das minhas ações, os riscos calculados que corro, de certa forma, negam esse fato.
Esse dia especial é como qualquer outro dia especial, porque todos os dias são meu "dia da mulher".
Sou mulher todos os dias, não nesse dia especial de comemoração.
Só posso pensar em mim como mulher e assim curto meus pensamentos, minhas ações e as transformações que sofro ao longo do tempo.
Tento comparar as mudanças que ocorreram nesse tempo de vida: amadureci, as marcas aparecem no meu exterior e interior físico e a vitalidade interna, a aceleração de motor que mantenho, muitas vezes sem cautela, não diminui a aparência de avó que aparento.
O fôlego, apesar da jovialidade e entusiasmo internos, para atender a tudo que me proponho, às vezes falta.
A cabeça lidera meu movimento, meus interesses e alimenta minhas escolhas.
Tenho liberdade de ir e vir, sou imprevisível e às vezes surpreendo-me a mim mesma.
Tenho mais defeitos do que gostaria, mas os fatos revelam que busco acertar.
Gostaria de me aquietar mais, mas meu jeito de viver, o prazer e a alegria das minhas ações, os riscos calculados que corro, de certa forma, negam esse fato.
Esse dia especial é como qualquer outro dia especial, porque todos os dias são meu "dia da mulher".
sexta-feira, 2 de março de 2012
Novos brinquedos
Ganhei muitos presentes de aniversário.
Quando é de usar ou vestir logo o faço, pois nada deixo para depois.
Quadros e enfeites eu os quero expostos, para encantar minha visão.
Uns presentes tem que se curtir aos poucos, por muito tempo, como o apartamento da praia, que considero também um presente, que ainda está sendo absorvido e saboreado.
Tento lembrá-lo para ver se nada esqueci, nesses oito dias que estou em Gramado.
Amanhã retorno para Capão e o usufruirei no que resta do verão, como fosse um brinquedo novo.
O ipad, de última geração, que o Nei me presenteou, eu passei a semana manuseando, com muito vagar, tentando não me assustar com essa nova aprendizagem.
Já me sinto mais à vontade, mas para dominá-lo levarei um tempo maior.
Adoro desafios e é o que me mantém jovem, apesar da minha idade e, a cada momento, as novas descobertas que ainda posso fazer traduzem meu encantamento de viver!
Quando é de usar ou vestir logo o faço, pois nada deixo para depois.
Quadros e enfeites eu os quero expostos, para encantar minha visão.
Uns presentes tem que se curtir aos poucos, por muito tempo, como o apartamento da praia, que considero também um presente, que ainda está sendo absorvido e saboreado.
Tento lembrá-lo para ver se nada esqueci, nesses oito dias que estou em Gramado.
Amanhã retorno para Capão e o usufruirei no que resta do verão, como fosse um brinquedo novo.
O ipad, de última geração, que o Nei me presenteou, eu passei a semana manuseando, com muito vagar, tentando não me assustar com essa nova aprendizagem.
Já me sinto mais à vontade, mas para dominá-lo levarei um tempo maior.
Adoro desafios e é o que me mantém jovem, apesar da minha idade e, a cada momento, as novas descobertas que ainda posso fazer traduzem meu encantamento de viver!
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Descanso à minha maneira
Muitos terminaram suas férias, mas continuo usufruindo e estendendo-as o quanto eu puder.
Mais uma vez curtindo a semana no Pousada do Serrano com a intenção de descansar de todas as mudanças que ocorreram.
Geograficamente nada muda, pois levo comigo o que sou e o que fui, em qualquer tempo, independente do lugar que esteja.
Minha intenção era chegar aqui e "baixar poeira" e de certa forma isso acontece.
Tenho dentro de mim a sensação que parar é perder tempo, pois sou viciada em movimento.
Qualquer pretexto me leva a me movimentar e nada fazer é massacrante e é quase impossível.
Fui à Expogramado , comprei cucas, pão com lingüiça, mel, suco de uva e gostei de voltar para nos deliciar.
Não vejo uniformização no meu comportamento e por isso a diversidade das minhas ações não deixa minha vida monótona.
Faço as coisas com a intensidade do meu prazer e é essa a medida do que quero.
Jogar cartas, tomar chimarrão, tricotar, ler... fazem parte da rotina.
Não me atormento com o que os outros têm e como levam suas vidas, ou o que querem e buscam.
Mais importante é saber como quero levar minha vida que é com a qualidade do que tenho e quero, em qualquer lugar que esteja.
A maneira autêntica e verdadeira do que sou, durante qualquer tempo, é o que me satisfaz.
Mais uma vez curtindo a semana no Pousada do Serrano com a intenção de descansar de todas as mudanças que ocorreram.
Geograficamente nada muda, pois levo comigo o que sou e o que fui, em qualquer tempo, independente do lugar que esteja.
Minha intenção era chegar aqui e "baixar poeira" e de certa forma isso acontece.
Tenho dentro de mim a sensação que parar é perder tempo, pois sou viciada em movimento.
Qualquer pretexto me leva a me movimentar e nada fazer é massacrante e é quase impossível.
Fui à Expogramado , comprei cucas, pão com lingüiça, mel, suco de uva e gostei de voltar para nos deliciar.
Não vejo uniformização no meu comportamento e por isso a diversidade das minhas ações não deixa minha vida monótona.
Faço as coisas com a intensidade do meu prazer e é essa a medida do que quero.
Jogar cartas, tomar chimarrão, tricotar, ler... fazem parte da rotina.
Não me atormento com o que os outros têm e como levam suas vidas, ou o que querem e buscam.
Mais importante é saber como quero levar minha vida que é com a qualidade do que tenho e quero, em qualquer lugar que esteja.
A maneira autêntica e verdadeira do que sou, durante qualquer tempo, é o que me satisfaz.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Uma perda desperta sentimentos tristes
Não estou pronta para pensar em morte e, ao saber que uma colega da dança, mais jovem que eu, faleceu, vejo que não estou preparada mesmo. Fico triste e impressionada com a finitude do ser.
Minha razão de viver é acreditar que sonhos são possíveis de realizações e que servem de alavanca para meu crescimento pessoal.
A capacidade de sonhar ajuda a manter o brilho no olhar e a alimentar minha alma
Tenho em meu pensamento sempre algo maior para realizar. A morte está longe disso.
Como sou transparente nos meus sentimentos e trabalho para realizar projetos de vida, minhas raízes simples embasam meus desejos e, minha motivação é a mola mestra que me prepara para atingir meus propósitos.
Mesmo com forte auto-estima às vezes acerto, às vezes erro e tenho muitos momentos de alegrias, incertezas que de certa forma preenchem meu tempo.
Procuro acertar o melhor caminho para fazer qualquer coisa.
Pequenas coisas já me satisfazem e minha potencialidade me ajuda a não perder as oportunidades que surgem.
Não penso em mudar meu estilo de vida.
Evoluir sempre está presente, assim como estabelecer amizades que me aprimorem e contribuam na minha evolução.
Penso no meu papel nesse mundo e encontro novas razões que me impulsionam a ir pra frente, que aplacam possíveis desânimos e que me ajudam a não desistir das minhas escolhas.
Sei que não vou acertar sempre, mas minha intenção é sempre a melhor e procuro não me arrepender por não fazer.
Viver um dia de cada vez, errar ou acertar, sempre tentar e não me torturar por deixar de fazer, é como penso.
Minha razão de viver é acreditar que sonhos são possíveis de realizações e que servem de alavanca para meu crescimento pessoal.
A capacidade de sonhar ajuda a manter o brilho no olhar e a alimentar minha alma
Tenho em meu pensamento sempre algo maior para realizar. A morte está longe disso.
Como sou transparente nos meus sentimentos e trabalho para realizar projetos de vida, minhas raízes simples embasam meus desejos e, minha motivação é a mola mestra que me prepara para atingir meus propósitos.
Mesmo com forte auto-estima às vezes acerto, às vezes erro e tenho muitos momentos de alegrias, incertezas que de certa forma preenchem meu tempo.
Procuro acertar o melhor caminho para fazer qualquer coisa.
Pequenas coisas já me satisfazem e minha potencialidade me ajuda a não perder as oportunidades que surgem.
Não penso em mudar meu estilo de vida.
Evoluir sempre está presente, assim como estabelecer amizades que me aprimorem e contribuam na minha evolução.
Penso no meu papel nesse mundo e encontro novas razões que me impulsionam a ir pra frente, que aplacam possíveis desânimos e que me ajudam a não desistir das minhas escolhas.
Sei que não vou acertar sempre, mas minha intenção é sempre a melhor e procuro não me arrepender por não fazer.
Viver um dia de cada vez, errar ou acertar, sempre tentar e não me torturar por deixar de fazer, é como penso.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Vida em festa
Sinto a vida uma festa!
Quando os obstáculos vêm, me esforço para enfrentá-los.
As dificuldades fazem-me forte.
Meu preparo físico e mental, minha coragem e minha vontade determinam a maneira como levo minha vida.
Nada permanece igual.
A cada ciclo que acaba, de maneira dinâmica novo ciclo reinicia e tudo se transforma.
Amo a Vida!
Busco não resistir às mudanças que sempre estão ocorrendo.
Meus passos me conduzem a observar o que me rodeia e a fazer o que me sinto capaz, através de como sou, do que está dentro de mim.
Vejo a beleza do mar, do sol, da lua e sinto-me com força para discernir, transformar-me e resgatar a beleza, a poesia, a música...
Estou no mundo para encantar-me e sinto no existir uma aventura.
Tenho tudo que preciso para bem levar a vida e sabedoria para transformá-la numa festa, num lugar cheio de luz, acolhendo os que eu quero bem, com muita emoção e alegria.
Quando os obstáculos vêm, me esforço para enfrentá-los.
As dificuldades fazem-me forte.
Meu preparo físico e mental, minha coragem e minha vontade determinam a maneira como levo minha vida.
Nada permanece igual.
A cada ciclo que acaba, de maneira dinâmica novo ciclo reinicia e tudo se transforma.
Amo a Vida!
Busco não resistir às mudanças que sempre estão ocorrendo.
Meus passos me conduzem a observar o que me rodeia e a fazer o que me sinto capaz, através de como sou, do que está dentro de mim.
Vejo a beleza do mar, do sol, da lua e sinto-me com força para discernir, transformar-me e resgatar a beleza, a poesia, a música...
Estou no mundo para encantar-me e sinto no existir uma aventura.
Tenho tudo que preciso para bem levar a vida e sabedoria para transformá-la numa festa, num lugar cheio de luz, acolhendo os que eu quero bem, com muita emoção e alegria.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Oportunidades
As oportunidades surgem pra todos e é preciso perceber quando aparecem.
Quando vêm ao encontro do que desejo, não as deixo passar para que não tenha que correr atrás.
Tento criar oportunidades para alcançar o que busco e quero.
Minha história de vida reflete os muitos desafios que enfrento, para atingir meus sonhos.
Dificilmente desanimo e, em geral, estou no lugar certo, na hora e momento exatos quando aparece a oportunidade que esperava e buscava.
Acredito que há uma razão para que algo aconteça, para que meu desejo seja preenchido.
E a razão é minha condição interna que me faz merecedora do que conquisto.
Sem fazer nada, quase nada acontece.
A maior parte das vezes preciso correr atrás do que aspiro e desejo.
O melhor para o futuro não vem por acaso e nada nasce em terreno não fértil, aprendi há muito tempo e, fiz disso, um lema de vida.
Quando vêm ao encontro do que desejo, não as deixo passar para que não tenha que correr atrás.
Tento criar oportunidades para alcançar o que busco e quero.
Minha história de vida reflete os muitos desafios que enfrento, para atingir meus sonhos.
Dificilmente desanimo e, em geral, estou no lugar certo, na hora e momento exatos quando aparece a oportunidade que esperava e buscava.
Acredito que há uma razão para que algo aconteça, para que meu desejo seja preenchido.
E a razão é minha condição interna que me faz merecedora do que conquisto.
Sem fazer nada, quase nada acontece.
A maior parte das vezes preciso correr atrás do que aspiro e desejo.
O melhor para o futuro não vem por acaso e nada nasce em terreno não fértil, aprendi há muito tempo e, fiz disso, um lema de vida.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Momento tão especial!
Estava ansiosa pelo meu aniversário.
Não costumo avisar as pessoas que em geral comparecem, mas dessa vez foi diferente.
Mudei de endereço e precisei comunicar, para que não causasse transtorno e para os amigos não perderem a caminhada. Avisei às que me telefonaram ou que encontrei.
O apartamento ainda não estava como eu desejava em relação à arrumação, mas comecei a fazer os doces e salgados, não sabendo quantas pessoas viriam.
Sou exagerada na quantidade, pois quero bem receber.
Sempre é uma surpresa pra mim quantas pessoas virão.
Fica uma organização desorganizada, mas fico orgulhosa das que comparecem.
Assisti na noite anterior, próximo da meia noite, da sacada do novo apto, homenagem para Iemanjá de muitas pessoas vestidas de branco, com as mãos para o alto, em torno de uma ampla estrela de seis pontas, desenhada na praia e, muitas outras, também de branco, entrando no mar. Uma visão curiosa e surpresa.
As oferendas eram oferecidas em demonstração de fé.
Foi a 1ª vez que assistia essa homenagem com tão ampla visão.
Por fazer aniversário dia 02 de fevereiro, de certa forma, me sinto ligada a Iemanjá, pois meu aniversário é sempre referido a ela.
Falei para Re que, 1º me cumprimentava, após a meia noite, que sentia-me homenageada também pelas pessoas que saudavam Iemanjá.
À tarde do dia 02, eufórica e feliz, recebi em torno de 30 pessoas contando todos meus filhos com minhas noras, meus netos, uma irmã, uma sobrinha com seu filho e nora, umas amigas do antigo apto, uns vizinhos desse novo e minhas amigas de POA, que veraneiam em Capão.
Estava muito orgulhosa por apresentar a linda vista do mar que tanto estou encantada.
Recebi muitos telefonemas de cumprimento pela minha data e muitas mensagens no computador, que completavam minha alegria.
Não sei se estou conseguindo expressar o sentimento que coloquei nessa comemoração, pois queria além de ser meu aniversário também apresentar a nova morada.
Nessa minha idade, ainda querer aspirar novos vôos deixa-me orgulhosa da minha condição e da minha iniciativa.
Sinto-me poderosa e privilegiada de estar vivendo esse momento tão especial!!!!
Não costumo avisar as pessoas que em geral comparecem, mas dessa vez foi diferente.
Mudei de endereço e precisei comunicar, para que não causasse transtorno e para os amigos não perderem a caminhada. Avisei às que me telefonaram ou que encontrei.
O apartamento ainda não estava como eu desejava em relação à arrumação, mas comecei a fazer os doces e salgados, não sabendo quantas pessoas viriam.
Sou exagerada na quantidade, pois quero bem receber.
Sempre é uma surpresa pra mim quantas pessoas virão.
Fica uma organização desorganizada, mas fico orgulhosa das que comparecem.
Assisti na noite anterior, próximo da meia noite, da sacada do novo apto, homenagem para Iemanjá de muitas pessoas vestidas de branco, com as mãos para o alto, em torno de uma ampla estrela de seis pontas, desenhada na praia e, muitas outras, também de branco, entrando no mar. Uma visão curiosa e surpresa.
As oferendas eram oferecidas em demonstração de fé.
Foi a 1ª vez que assistia essa homenagem com tão ampla visão.
Por fazer aniversário dia 02 de fevereiro, de certa forma, me sinto ligada a Iemanjá, pois meu aniversário é sempre referido a ela.
Falei para Re que, 1º me cumprimentava, após a meia noite, que sentia-me homenageada também pelas pessoas que saudavam Iemanjá.
À tarde do dia 02, eufórica e feliz, recebi em torno de 30 pessoas contando todos meus filhos com minhas noras, meus netos, uma irmã, uma sobrinha com seu filho e nora, umas amigas do antigo apto, uns vizinhos desse novo e minhas amigas de POA, que veraneiam em Capão.
Estava muito orgulhosa por apresentar a linda vista do mar que tanto estou encantada.
Recebi muitos telefonemas de cumprimento pela minha data e muitas mensagens no computador, que completavam minha alegria.
Não sei se estou conseguindo expressar o sentimento que coloquei nessa comemoração, pois queria além de ser meu aniversário também apresentar a nova morada.
Nessa minha idade, ainda querer aspirar novos vôos deixa-me orgulhosa da minha condição e da minha iniciativa.
Sinto-me poderosa e privilegiada de estar vivendo esse momento tão especial!!!!
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Movimento da vida
Justifico minhas ações por achar que a vida não espera e o tempo não pára.
Sinto que o que eu deixar passar tem poucas chances de voltar.
Realizei muitas coisas por não esperar “o cavalo vir encilhado, para montá-lo”...
Acredito que as oportunidades são assim.
Faço parte da temporalidade da vida, que segue seu rumo.
O permanente não existe, pois as mudanças das pessoas e das situações são inexoráveis e seguem seu movimento.
Tomo decisões tendo por base minha experiência adquirida e busco evolução e satisfação autênticas.
Não costumo ficar inerte aos problemas que surgem e não sou imune ao sofrimento.
Fazer e buscar o melhor conectada à realidade é minha maneira de aproveitar cada instante da vida que segue...
Satisfação pessoal encontro no meu estilo de vida, na minha capacidade de me desafiar e de afastar o desânimo, buscando energia e alegria dentro de mim para transformar em possível o que parecia impossível.
Meu imediatismo é porque o tempo não pára e a vida não espera...
Sinto que o que eu deixar passar tem poucas chances de voltar.
Realizei muitas coisas por não esperar “o cavalo vir encilhado, para montá-lo”...
Acredito que as oportunidades são assim.
Faço parte da temporalidade da vida, que segue seu rumo.
O permanente não existe, pois as mudanças das pessoas e das situações são inexoráveis e seguem seu movimento.
Tomo decisões tendo por base minha experiência adquirida e busco evolução e satisfação autênticas.
Não costumo ficar inerte aos problemas que surgem e não sou imune ao sofrimento.
Fazer e buscar o melhor conectada à realidade é minha maneira de aproveitar cada instante da vida que segue...
Satisfação pessoal encontro no meu estilo de vida, na minha capacidade de me desafiar e de afastar o desânimo, buscando energia e alegria dentro de mim para transformar em possível o que parecia impossível.
Meu imediatismo é porque o tempo não pára e a vida não espera...
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Novos dias!
Quando almejo algo, dificilmente desisto da idéia e enfrento os obstáculos por pior que sejam, para satisfazer meu desejo.
Havia esquecido como é difícil fazer mudança.
Juntam-se, no decorrer da vida, “n” coisas pensando precisar em algum momento. Sou a rainha nesse aspecto.
Agora, mudança feita, com tudo que trouxemos nos lugares, que achamos que seriam os adequados, damo-nos conta que não achamos aquilo que procuramos.
Espaços diferentes exigem, aos poucos, nova adaptação.
A visão do mar de todos os ângulos do apartamento compensa qualquer incômodo que se possa ter.
Um dia depois do outro ajuda a tranqüilizar a alta voltagem em que me encontrava.
Havia esquecido como é difícil fazer mudança.
Juntam-se, no decorrer da vida, “n” coisas pensando precisar em algum momento. Sou a rainha nesse aspecto.
Agora, mudança feita, com tudo que trouxemos nos lugares, que achamos que seriam os adequados, damo-nos conta que não achamos aquilo que procuramos.
Espaços diferentes exigem, aos poucos, nova adaptação.
A visão do mar de todos os ângulos do apartamento compensa qualquer incômodo que se possa ter.
Um dia depois do outro ajuda a tranqüilizar a alta voltagem em que me encontrava.
Agora, a rotina se reestabelece e sinto a alegria de viver nesse local privilegiado, que acreditava inatingível pra mim.
Que venham novos dias!
Que venham novos dias!
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Casamento da Laurinha com Roberto
Domingo, Alberto e eu voltamos de Capão para o casamento religioso da Laurinha com Roberto.
Já tinham casado no civil há mais tempo, sem comemoração.
Estava resistindo voltar da praia, por vários motivos, mas na última hora decidi que para bons acontecimentos não se deve faltar e viajamos no próprio dia do casamento.
Que bom que assim fizemos!
Que linda cerimônia!
Como tudo estava lindo, alegre, feliz, descontraído e elegante!
Laura e Renée com a criatividade que têm, esmeraram-se como nunca na organização, decoração e no bem receber!
A maior parte da família da noiva, muitos parentes do noivo e muitos amigos participaram com muita alegria, entusiasmo e espontaneidade, reforçando a felicidade presente contagiante.
Música , dança, janta, sobremesas maravilhosas, mais a emoção, completavam essa comemoração, que fico feliz por não ter perdido.
Valeu! Como valeu!
Estamos retornando a Capão fortalecidos, para organizar a mudança!
Já tinham casado no civil há mais tempo, sem comemoração.
Estava resistindo voltar da praia, por vários motivos, mas na última hora decidi que para bons acontecimentos não se deve faltar e viajamos no próprio dia do casamento.
Que bom que assim fizemos!
Que linda cerimônia!
Como tudo estava lindo, alegre, feliz, descontraído e elegante!
Laura e Renée com a criatividade que têm, esmeraram-se como nunca na organização, decoração e no bem receber!
A maior parte da família da noiva, muitos parentes do noivo e muitos amigos participaram com muita alegria, entusiasmo e espontaneidade, reforçando a felicidade presente contagiante.
Música , dança, janta, sobremesas maravilhosas, mais a emoção, completavam essa comemoração, que fico feliz por não ter perdido.
Valeu! Como valeu!
Estamos retornando a Capão fortalecidos, para organizar a mudança!
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Entusiasmo , harmonia e tranquilidade
Quando surge algo novo em minha vida que não esperava e almejava, crio nova energia para agir.
A ansiedade fica elevada a nível quase incontrolável.
Busco todos os caminhos que possa satisfazer meu desejo.
Falo mais, num volume maior, em repetidas vezes, parecendo estar tentando me convencer mais que aos outros, do que quero.
Fico cega para a racionalidade, de certa maneira.
Naquilo em que era tão objetiva, racional, confiante, quando baixa o entusiasmo, fico triste, se não consigo evidenciar que a forma com que faço algo, me é a única possível.
É uma pena, porque a vida também perde a graça.
Valorizo tanto a saúde, estar bem, usufruir das coisas simples e agradáveis, rir à toa, bater papo, que quando tenho um contratempo, por menor que seja, tudo que antes valorizava deixa de existir
Tento reforçar os valores essenciais e postergar aquilo que parece ser um problema tão grande, nesse momento, com a possibilidade de resolvê-lo, satisfatoriamente, no momento em que se apresentar.
Mesmo acreditando que estou agindo para satisfazer algo que desejo, nas condições favoráveis e únicas, não deixo de me desgastar mais do que quereria.
Busco me tranqüilizar diante da responsabilidade que assumo frente a qualquer decisão que tomo, procurando resguardar qualquer pessoa, sobre qualquer prejuízo que possa ter, por minha ação.
Mesmo assim, é difícil convencer quem pensa diferente.
O mais importante na minha vida, acima de qualquer entusiasmo, é manter a harmonia e o bem viver de todos que me cercam, o que influirá diretamente na minha tranqüilidade pessoal.
A ansiedade fica elevada a nível quase incontrolável.
Busco todos os caminhos que possa satisfazer meu desejo.
Falo mais, num volume maior, em repetidas vezes, parecendo estar tentando me convencer mais que aos outros, do que quero.
Fico cega para a racionalidade, de certa maneira.
Naquilo em que era tão objetiva, racional, confiante, quando baixa o entusiasmo, fico triste, se não consigo evidenciar que a forma com que faço algo, me é a única possível.
É uma pena, porque a vida também perde a graça.
Valorizo tanto a saúde, estar bem, usufruir das coisas simples e agradáveis, rir à toa, bater papo, que quando tenho um contratempo, por menor que seja, tudo que antes valorizava deixa de existir
Tento reforçar os valores essenciais e postergar aquilo que parece ser um problema tão grande, nesse momento, com a possibilidade de resolvê-lo, satisfatoriamente, no momento em que se apresentar.
Mesmo acreditando que estou agindo para satisfazer algo que desejo, nas condições favoráveis e únicas, não deixo de me desgastar mais do que quereria.
Busco me tranqüilizar diante da responsabilidade que assumo frente a qualquer decisão que tomo, procurando resguardar qualquer pessoa, sobre qualquer prejuízo que possa ter, por minha ação.
Mesmo assim, é difícil convencer quem pensa diferente.
O mais importante na minha vida, acima de qualquer entusiasmo, é manter a harmonia e o bem viver de todos que me cercam, o que influirá diretamente na minha tranqüilidade pessoal.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Mudanças e lembranças
Estou preparando a mudança de apartamento, na praia.
É a 4ª mudança que ocorre em Capão, desde que mudamos de Tramandaí, que eu não gostava, por achar tudo longe de tudo.
O 1º apartamento constituído de um quarto, sala e uma quitinete, representaram uma experiência maravilhosa!
As crianças eram pequenas e a porta da frente era aberta por fora, puxando-se uma cordinha.
Não havia perigo deixar a porta aberta.
Os filhos saiam sozinhos e a localização central favorecia a independência dos guris.
Era um entra e sai o dia todo.
Minhas irmãs moravam perto e os primos estavam sempre juntos em grandes aventuras.
Ficamos lá, se não me falha a memória, por mais de 20 anos e não sentíamos desconforto pela falta de espaço.
Os vizinhos eram grandes amigos de verão.
O tempo foi mudando, os filhos crescendo e foi necessário mudarmos para um 2º apartamento maior, mais afastado do centro, pois as namoradas e os casamentos foram acontecendo e a família foi acrescida também pelas 1ªs netas.
Deu-nos um baita orgulho sua aquisição. Tinha dois dormitórios, uma sala grande, um bom terraço com rede, churrasqueira, onde desfrutávamos a convivência familiar e tinha, também, estacionamento externo, ao relento, com um gancho na parede para eu prender minha bicicleta.
Uma sacada, enfeitada por um toldo, que protegia do sol da tarde, completava o ambiente praiano.
Ter um só banheiro era o defeito desse apartamento.
Os filhos, já independentes, não ficavam o verão todo, mas um ou outro ali passava.
Apreciávamos o por do sol, de uma beleza estonteante! Tanto, que o prédio chamava-se Belvedere.
Nossos vizinhos se acresceram aos nossos amigos de verão.
Lá ficamos por mais de quatro anos, quando surgiu nova oportunidade de nos mudarmos para um apartamento mais próximo do centro e do mar.
Pela minha eterna inquietude, sempre ficava atenta aos apartamentos beira-mar, mesmo achando difícil essa possibilidade.
Depois de muita procura, encontrei melhor do que buscava: três quartos com dependência e três banheiros, Box fechado, para o carro, que veio ao encontro de tudo que poderíamos querer.
E, aí, o tempo passou, (em torno de onze anos) e, com cinco netos crescidos, continuava almejando vista para o mar.
Não me sentia ansiosa, carente, nem insatisfeita, mas observava e apreciava o crescimento acelerado das construções de altos prédios à beira-mar, não acreditando essa possibilidade pra mim.
Nesse momento atual, quando em 22 de dezembro chegava a Capão para organizar o apartamento para o início do veraneio e calibrar os pneus da bicicleta, que é o meu meio para locomoção e compras, um corretor que já me acompanhara em visitas a apartamentos à beira-mar, cumprimentou-me e falou-me que havia entrado um imóvel, que achava que eu gostaria de conhecê-lo.
Ofereceu-se para acompanhar-me e encantei-me, de imediato, quando avistei o mar inteiro, no que foi aberta a porta! Parecia algo inatingível. Ele notando meu encantamento disse que o construtor, para o qual esse apto entrara, numa venda maior, poderia avaliar meu apto para verificar possibilidade de negócio.
Disse-me ainda, que selecionaria outros apartamentos disponíveis, à beira-mar, para eu comparar.
Nenhum apresentou a vista do mar de todos os quartos, da área e da sacada, como o 1º visto.
Nuns havia muito luxo, que não vinha ao encontro nem daquilo que eu almejava, nem do meu bolso.
Seria possível realizar meu antigo desejo?
Estava brincando de comprar apesar de me sentir muito bem no nosso apartamento desde o ano 2000, pelo espaço e pelo conforto.
Mas a coisa evoluiu.
Idas e vindas, propostas e contra propostas e, ao mesmo tempo, que parecia tornar-se realidade a possível negociação, não me parecia crível pudesse ocorrer.
Victor e Joel foram os 1ºs a olhar e se encantaram. Alberto resistia, pois achava que estávamos bem e não precisávamos mudar.
Mas começava a parecer estar dando certa a negociação. Alberto teve de aceitar conhecer.
Ale e Lu nos acompanharam e, de imediato, todos se encantaram.
Alberto falou para as crianças que caso mudássemos, traria o binóculo, para ver os navios ao longe.
Aos poucos, foi se definindo a negociação e dia 08, sábado, assinamos contrato de compra e venda e desde esse dia estou ligada em 220W.
Domingo, Alberto, com sua máquina fotográfica e eu, fomos ao novo apto olhar mais de perto registrar a realidade concreta.
Tenho certeza, que ele, por não gostar de sair de casa, é quem mais vai aproveitar essa mudança.
Estou cuidando da organização da mudança quase não acreditando em tudo que ocorreu.
Estou muito agitada, mas feliz.
“Dream comes true.”
É a 4ª mudança que ocorre em Capão, desde que mudamos de Tramandaí, que eu não gostava, por achar tudo longe de tudo.
O 1º apartamento constituído de um quarto, sala e uma quitinete, representaram uma experiência maravilhosa!
As crianças eram pequenas e a porta da frente era aberta por fora, puxando-se uma cordinha.
Não havia perigo deixar a porta aberta.
Os filhos saiam sozinhos e a localização central favorecia a independência dos guris.
Era um entra e sai o dia todo.
Minhas irmãs moravam perto e os primos estavam sempre juntos em grandes aventuras.
Ficamos lá, se não me falha a memória, por mais de 20 anos e não sentíamos desconforto pela falta de espaço.
Os vizinhos eram grandes amigos de verão.
O tempo foi mudando, os filhos crescendo e foi necessário mudarmos para um 2º apartamento maior, mais afastado do centro, pois as namoradas e os casamentos foram acontecendo e a família foi acrescida também pelas 1ªs netas.
Deu-nos um baita orgulho sua aquisição. Tinha dois dormitórios, uma sala grande, um bom terraço com rede, churrasqueira, onde desfrutávamos a convivência familiar e tinha, também, estacionamento externo, ao relento, com um gancho na parede para eu prender minha bicicleta.
Uma sacada, enfeitada por um toldo, que protegia do sol da tarde, completava o ambiente praiano.
Ter um só banheiro era o defeito desse apartamento.
Os filhos, já independentes, não ficavam o verão todo, mas um ou outro ali passava.
Apreciávamos o por do sol, de uma beleza estonteante! Tanto, que o prédio chamava-se Belvedere.
Nossos vizinhos se acresceram aos nossos amigos de verão.
Lá ficamos por mais de quatro anos, quando surgiu nova oportunidade de nos mudarmos para um apartamento mais próximo do centro e do mar.
Pela minha eterna inquietude, sempre ficava atenta aos apartamentos beira-mar, mesmo achando difícil essa possibilidade.
Depois de muita procura, encontrei melhor do que buscava: três quartos com dependência e três banheiros, Box fechado, para o carro, que veio ao encontro de tudo que poderíamos querer.
E, aí, o tempo passou, (em torno de onze anos) e, com cinco netos crescidos, continuava almejando vista para o mar.
Não me sentia ansiosa, carente, nem insatisfeita, mas observava e apreciava o crescimento acelerado das construções de altos prédios à beira-mar, não acreditando essa possibilidade pra mim.
Nesse momento atual, quando em 22 de dezembro chegava a Capão para organizar o apartamento para o início do veraneio e calibrar os pneus da bicicleta, que é o meu meio para locomoção e compras, um corretor que já me acompanhara em visitas a apartamentos à beira-mar, cumprimentou-me e falou-me que havia entrado um imóvel, que achava que eu gostaria de conhecê-lo.
Ofereceu-se para acompanhar-me e encantei-me, de imediato, quando avistei o mar inteiro, no que foi aberta a porta! Parecia algo inatingível. Ele notando meu encantamento disse que o construtor, para o qual esse apto entrara, numa venda maior, poderia avaliar meu apto para verificar possibilidade de negócio.
Disse-me ainda, que selecionaria outros apartamentos disponíveis, à beira-mar, para eu comparar.
Nenhum apresentou a vista do mar de todos os quartos, da área e da sacada, como o 1º visto.
Nuns havia muito luxo, que não vinha ao encontro nem daquilo que eu almejava, nem do meu bolso.
Seria possível realizar meu antigo desejo?
Estava brincando de comprar apesar de me sentir muito bem no nosso apartamento desde o ano 2000, pelo espaço e pelo conforto.
Mas a coisa evoluiu.
Idas e vindas, propostas e contra propostas e, ao mesmo tempo, que parecia tornar-se realidade a possível negociação, não me parecia crível pudesse ocorrer.
Victor e Joel foram os 1ºs a olhar e se encantaram. Alberto resistia, pois achava que estávamos bem e não precisávamos mudar.
Mas começava a parecer estar dando certa a negociação. Alberto teve de aceitar conhecer.
Ale e Lu nos acompanharam e, de imediato, todos se encantaram.
Alberto falou para as crianças que caso mudássemos, traria o binóculo, para ver os navios ao longe.
Aos poucos, foi se definindo a negociação e dia 08, sábado, assinamos contrato de compra e venda e desde esse dia estou ligada em 220W.
Domingo, Alberto, com sua máquina fotográfica e eu, fomos ao novo apto olhar mais de perto registrar a realidade concreta.
Tenho certeza, que ele, por não gostar de sair de casa, é quem mais vai aproveitar essa mudança.
Estou cuidando da organização da mudança quase não acreditando em tudo que ocorreu.
Estou muito agitada, mas feliz.
“Dream comes true.”
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