sábado, 23 de junho de 2012

O que quero da vida

Quero que a vida seja leve, em paz, solta, harmoniosa, lúcida, alegre, agradável...
Transformá-la está em minhas mãos, pois ela prossegue com o que fui, sou e com as experiências que se cumulam.
O que desejo e o que tem valor pra mim é a motivação que preenche meu prosseguir.
Não tenho e não quero a sensação de carregar o mundo nas costas.
Quando iniciei a minha análise com o Dr Cyro Martins, nos idos de 1970, uma parceira de grupo da psicoanálise, amiga até hoje, verbalizou que eu parecia estar carregando o mundo nas costas e trabalhei muito profundamente para mudar isso na minha vida e muito mais.
A capacidade de mudança prossegue em mim.
Um bom livro, um bom fim de semana, utilizar o computador, uma caminhada agradável, sem dores, conviver, ser inteligente o bastante para tomar decisões acertadas, compartilhar experiências, interpretar a vida do dia a dia com bom humor dão consistência para concretizar o que dá sentido à minha vida.
Li em algum lugar que a vida é o que acontece entre o nascimento e a morte, e não é? Esse meio, esse recheio merece ser muito bom.
O que quero da vida é que ela seja recheada de sensibilidade, de bom humor, de alegrias, de maturidade, de certezas, de prazeres, de encontros, de entregas, de tolerância, de curiosidades, de imaginação e das boas escolhas que faça.




Nenhum comentário:

Postar um comentário