segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Refletindo sobre a morte e sobre a vida

Já escrevi várias vezes sobre a morte e sobre a vida.
Sei que a angústia da morte é comum e faz parte, em muitos momentos, das minhas reflexões.
Essa semana li dois livros que tratavam desse assunto, que me instigou a escrever sobre o assunto.
Sempre me intriga o que não sei sobre a finitude da vida.
Ao ler o livro "De frente para o Sol- como superar o medo da morte, de Irvin D. Yalom, várias passagens vinham ao encontro de como penso.
O tema do livro " A culpa é das estrelas" de John Green, que trata, basicamente, sobre dois adolescentes terminais complementou minha reflexão.
Yalom, escritor e psicanalista, aborda a inexistência de consciência ao morrer e ao nascer.
Cita Epicuro que diz "Onde a morte está, eu não estou. Não há "eu", não existo, para sentir terror, tristeza, pesar, privação... A consciência vai estar extinta, o interruptor desligado e vai-se estar no mesmo estado de inexistência de antes do nascimento."
O que é certo é que a vida é finita!
O que me faz refletir sobre a finitude é minha condição humana, quando percebo que já vivi mais tempo que meus pais, que já perdi uma irmã, a mais velha, muitos amigos e, quando as doenças se fazem mais presentes, no envelhecimento e que, como ser finito e limitado, andamos para a morte.
O real é que a vida é transitória e minha geração está na linha de frente.
Pequenas mortes, vivo de muitas maneiras. Quando o dia termina, de certa forma é uma perda, uma pequena morte... O tempo perdido não volta e a morte acontecerá em hora incerta e imprecisa dando um sentido mais significativo à efemeridade da vida.
 Nosso tempo , nossos anos, nossos dias vão se esvaindo, até que um dia termina nossa existência e, claro,  muitas coisas ficarão incompletas.
Acredito que o sentido que dou à vida, o prazer de viver,  valorizando e apreciando o puro deleite de estar consciente e estar viva, é fundamental para minimizar o sentido de morte.
A decisão de como vou viver e com que intensidade, é só minha.
Sinto certo consolo, quando tenho consciência que os meus valores, minhas ações propagar-se-ão às minhas futuras gerações e que, possivelmente, serei lembrada e estarei viva em suas lembranças.
Por enquanto, quero viver um dia de cada vez, devagar, pra não me perder nas horas e aproveitar cada minuto, o que a vida tem a me oferecer.


terça-feira, 30 de julho de 2013

Comemoração dos desaniversários

Há um tempo que não escrevia no meu blog. Acho que por culpa do facebook.
Uma colega do meu grupo de dança, para 3ª idade, organizou uma festinha para comemorar os aniversários do 1º semestre e me convocou para dizer algumas palavras. Aí deu origem a esse texto.
Como, nesse dia, ninguém aniversariava, achei adequado o título: Comemoração dos desaniversários.
De certa forma, isso significa que, enquanto vivos, todos devemos comemorar todos os dias, e não, num só.
Isso faz parecer que vivemos mais, principalmente pela fase de vida que nos encontramos.
Viver bem, e mais, é tudo que queremos: com energia positiva, com contentamento, com aconchego, com independência e com autonomia.
Viver de maneira leve, harmoniosa, lúcida, alegre, prazerosa, agradável e plena de bom humor.
Em geral, atraímos o que buscamos.
Então, espero que todos busquem viver com curiosidade, imaginação, boas escolhas...
Não podemos desperdiçar nenhum momento de nossa vida!
E, o mais importante, é nos darmos conta que o bem viver é um processo constante e evolutivo, baseado na construção das fases da vida, que se somam e são interligadas.
Viver com equilíbrio, com relativa satisfação, com tranquilidade e doçura, com menos queixas e menos sofrimento é dar o melhor significado, para essa fase da vida.
Ter um sentido de vida fortalece nossos laços afetivos.
Importante, também, é viver em movimento, buscando novas aprendizagens, rodeados de calor humano, convivendo bem consigo mesmo, com a família e com os amigos, preservando o nosso lado positivo e otimista.
A vida não espera, segue seu rumo e cuidar-nos é essencial!!!!
Parabéns a todos, todos os dias!

segunda-feira, 11 de março de 2013

Israel, a grande viagem

Tento lembrar dos detalhes dessa viagem , que chamo de grande, porque cada dia, cada hora, cada momento teve grande significado e intensidade.
Começou com um roteiro que pouco ajuda, na hora de lembrar, porque cada item representa um recheio de aspectos vistos, vividos e acompanhados de inúmeras informações históricas e da ansiedade, frente a cada nova vivência.
Tentei, ao escrever esse texto no blog, registrar de certa forma, o que foi vivido nesse fevereiro de 2013.
Olhei as fotos que tirei e as que Alberto tirou(+ de 400), mas elas, estaticamente, representam só em parte essa grande experiência.
Mesmo que fique uma redação linear, não é, porque os fatos se misturam em minha mente, cheios de significado que acho difícil expressar por escrito.
Vou tentar.
A excursão foi de 05 a 21/02( 16 dias), mas Alberto e eu abrimos a passagem por mais 7 dias, para ficarmos no kibutz brasileiro Bror Hail, com Ruth e família.


Dia 05 iniciou rumo a SP, com Joel e Victor nos levando ao aeroporto, com direito a fotos. Ao fazermos o check in já encontramos parte do grupo, que ia junto.
Alguns já conheciam Israel, mas nós íamos pela 1ª vez. A experiência era diversa, mas o entusiasmo era comum.
Em SP, despachamos as malas, que só encontraríamos em Israel.
Seguimos rumo ao aeroporto Fiumicino, em Roma, em mais de 12h de voo, onde trocamos de avião, também da Alitalia e, após mais 3h,  chegamos em Tel Aviv- Aeroporto Ben Gurion.
Horas e horas nos aeroportos e mais horas de viagem. Não percebíamos o fuso horário, pois era marcado o horário local, de cada aeroporto e, por isso, em Roma, adiantamos o relógio 4h e, em Israel, mais 1h.
Voo longo, bancos apertados e quase não consegui dormir.
Refeições cortavam o grande período de voo assim como conversas aleatórias com algumas pessoas do grupo, que sentavam próximas. Trocávamos informações pessoais  iniciando um relacionamento que fortalecer-se-ia nos 15 dias próximos.
Ao aterrizarmos em Israel foi preciso passar pela segurança, trocar dinheiro, pegar a bagagem...


Fotos de chegada e logo o grupo da excursão foi reunido em direção ao ônibus que nos levaria para o Norte- Kibuttz Maagan Norte, junto ao lago Kineret- numa viagem de mais 2h, com linda vista, que só veríamos pela manhã. 
Esse ônibus, com o motorista beduíno nos acompanhou durante todos os dias, assim como nossa guia Alícia, eficientíssima, acompanhada de Mila, carioca de nascimento e israelense por opção, mais a segurança armada, quase uma menina, Liran, mais Lizete e o rabino Pablo que organizaram, em POA, esse grupo para essa viagem. Por trás de todas essas pessoas ainda tem a Agência  Judaica de Intercâmbio Cultural(CEPI) em SP e o grupo coordenador em Israel.
Muita gente acompanhando nosso grupo de 40 pessoas para que tudo desse certo, como deu.
Nesse kibuttz ficamos dois dias. Pela manhã, um residente relações públicas nos acompanhou num tour  
com muitas informações.
Finalmente a viagem por Israel estava começando!!!
Logo ocupamos o ônibus e houve a saída para Ramat Ha Golan, cadeia de montanhas, parte principal da guerra dos 6 dias, fronteira com a Syria, território super estratégico, Caminhamos no Banias, onde se juntam as águas dos 3 rios de Israel, que vêm do Monte Carmel. e onde se vê coluna do templo romano e tivemos  uma vista panorâmica em Har Bental, lugar dos mais frios. 














Não tomei notas durante a viagem, pensando que lembraria dos detalhes e das surpresas do dia a dia, dos lugares maravilhosos, recheados de emoções, dos hotéis bons e da alimentação fartíssima ... Ilusão.
Foram se sucedendo os passeios numa maratona que nos fazia sentir cada dia com 48 horas.



















Cruzamos de leste a oeste, quase limite com Líbano.
Conhecemos Rosh Hanikrá, que é uma estrutura natural, feita pela erosão do mar, com suas belas cavernas, impressionantes pela sua beleza. Descemos com um bondinho, assistiu-se a um filme esclarecedor.





Visitamos o Templo Bahai, com um jardim e uma visão panorâmica belíssimos.
Sente-se a pluralidade religiosa que existe em Israel.


Seguimos para Tel Aviv, para o "descanso" do Shabat, com seu porto, calçadão, com a dança, que me encantou, com sua praia lotada.
Visitamos o porto de Tel Aviv com um movimento de lojas e pessoas, estonteantes.
O dia parecia completo e ainda fizemos um passeio noturno para Yaffo, cidade dos artistas, com características árabes, onde conhecemos o monumento da baleia, com sua lenda que engole o profeta, com igrejas importantes, de onde se enxerga Tel Aviv, toda iluminada.



No Domingo, que é como 2ª feira no Brasil, fomos visitar o Museu da Independência Ben Gurion, que emociona pela conquista da Independência de Israel, em 14/05/1948 com o relato de sua história, compras no mercado de rua, visita ao museu da Diáspora, a céu aberto e homenagem na praça Rabin (Kikar Rabin), onde Isaac Rabin, herói em Israel, foi assassinado em 1995, nessa praça junto à Prefeitura de Tel Aviv.


Seguimos a Massada, ao sul, onde almoçamos em tenda beduína, com direito a andar de camelo pelas paisagens do deserto.
 .



 Com essa experiência inédita seguimos para Hotel do Mar Morto, que oferecia um dia de spa, que não foi aproveitado, pelo acúmulo de coisas para vivenciar: acompanhar o nascer do sol, muito cedo, passear pelo calçadão completamente vazio, entrar na água gelada, onde não se afunda, pelo acúmulo de sal.



As lembranças misturam-se na minha cabeça: passeio de Jeep Safari pelo deserto, de uma imensidão assombrosa, diferente do que eu imaginava, com sua visão petrificada, onde alguma vegetação nasce, quase que milagrosamente.
Guias em todos os lugares esclarecendo o que observávamos.
Enxerga-se as fronteiras de Israel de quase todos os lugares que visitamos: ora com Egito, com Syria, com Jordânia.
Israel é um país pequeno, geograficamente e enorme em sua História. Defende suas fronteiras com os melhores meios de defesa do mundo, sempre buscando a Paz.
Sente-se segurança presente, por onde se anda.
Nossa guia Alícia informava de maneira consistente cada fato histórico relacionado a cada lugar visitado.
Me deu um nó no cérebro, pois sentia-me ignorante para quase tudo que via e ouvia.
Fico estimulada para estudar sobre tudo, para numa próxima vez já estar mais preparada e aproveitar ainda melhor.
A viagem foi intensa por tudo que vimos, vivemos e ouvimos.
O grupo gradativamente integrava-se e nas refeições sentávamos juntos com muita troca e cada vez mais sentíamos essa união.



Após nosso dia no hotel do Mar Morto fomos para Eilat, que fica ao sul e é muito quente com direito a visita ao Museu Submarino, de uma beleza indescritível e um longo passeio de barco, pelo Mar Vermelho, de um azul cristalino, por causa dos corais.
O ônibus, antes, foi até a fronteira com o Egito, onde vimos o porto de Ákaba, onde também se vê a fronteira da Jordânia e Arábia Saudita.



Agora, tantos dias da volta, fica difícil de eu lembrar a ordem dos passeios onde víamos muito, a cada dia, acompanhados de muitas informações. A localização no mapa, por Alícia, dos lugares onde estávamos nos localizava de certa forma, na hora.
Gostaria de estar registrando com o máximo de fidelidade o que vivemos, mas minha dificuldade em direção e sentido, localizar o norte, sul, leste, oeste andando em ônibus, olhando a paisagem, olhando mapa, demonstram muitos aspectos nesse texto estarem falhos.
Saímos de Eilat e viajamos 6 horas para chegarmos em Jerusalém e, ao chegarmos na Tayelet Harmon Hanatziv, novas informações históricas e uma linda visão da cidade nos esperavam.









A chegada em Jerusalém foi diferente até quanto à temperatura. Clima para camiseta e chinelo em Eilat contrastando com vento e frio em Jerusalém, 15 graus mais ou menos, mas a sensação era de muito mais frio, por causa do vento.

Chegávamos ao último hotel, onde ficaríamos por mais tempo, 5 dias, e onde terminaríamos praticamente nossa excursão.. 
Fomos fazer uma caminhada de reconhecimento num pequeno grupo e ao voltarmos ouvimos um alto falante com som altíssimo, na entrada do bairro dos religiosos, que chamava para o início do shabat e as grandes famílias iam saindo à pé para suas sinagogas, com as vestimentas características. Estranho e maravilhoso, pois só em Israel veríamos tal acontecimento.
Vivência da cerimônia do 2º Shabat da viagem, coordenada por Pablo.
No sábado, fizemos uma visita ao Santo Sepulcro, onde uma multidão enorme aprecia uma verdadeira obra de arte, sentindo-se uma religiosidade nas pessoas de todos os lugares do mundo, expressando-se emocionadas.
Fomos após, ao mercado árabe( Shuck), com suas ruas estreitíssimas, parecendo um labirinto, com lojinhas pequenas, grudadas umas às outras. Os vendedores tentavam se comunicar em várias línguas, davam um preço de suas mercadorias altíssimo, mas logo em seguida iam baixando e quando não se comprava, puxavam pelo braço, querendo obrigar à compra. O costume da pechincha concretizado ali.Ouvimos de alguns, aos brados, ofendidos: "brasileiro máo de vaca", numa pronúncia carregada de "r" e com "a" aberto, que certamente aprenderam de algum brasileiro.Cuidávamos de não nos perder.

À noite, assistimos ao Show de luzes belíssimo do Migdal David, após encerramento do Shabat.
Visitou-se a cidade velha, o Cardo, Kotel, escavações sul- Centro Davidson.



















Fomos ao novo museu de Yad Vashem, ao museu Hertzl (Merkaz Hertzl).
Visitamos Knesset, que é a corte suprema de Justiça, o museu de Israel e um tempo livre na Ben Iehuda, rua tradicional de comércio.




À noite, tivemos a janta festiva de despedida, com muita integração e após avaliação dos significados pessoais sobre a excursão.





No último dia, após check out do Grand Court Jerusalem fomos ao Latrum, museu dos tanques, onde almoçamos. Plantamos Árvores em Mitzpe Modiin e fomos para o aeroporto Ben Gurion, onde mal nos despedimos do grupo.
Alguns abriram a passagem e viajaram para Roma e Paris e nós, Alberto e eu, aguardamos a Ruth (minha cunhada) para ficarmos por uma semana no Kibutz Bror Hail.






Muita emoção no encontro com Ruth, que não víamos há mais de 10 anos, pois só nos comunicávamos por telefone.
A vida no kibutz me surpreendeu. Foi fundado em 1948, totalmente socialista, por brasileiros, mas hoje mudou muito sua forma de vida, pois foi privatizado.
Os fundadores, têm direito às moradias, ganham uma aposentadoria, porém muitos de seus filhos, saíram   para outros países ou para morar em outras cidades de Israel.
Cada família tem vida independente e o refeitório que era comum, não mais funciona.
Os filhos dos fundadores continuam com direito a um terreno, podendo construir suas casas, mas com recursos próprios.





Curtimos conviver com Ruth, Avigail e Lilia cada momento, com alegria e emoção, absorvendo o que foi possível em tão pouco tempo.





Vivenciamos a comemoração da festa de Purim, com as crianças fantasiadas e comemorando nas escolas e em comunidade.






A viagem ficou completa com mais essa vivência que permitiu valorizar cada vez mais esse país que tanto se destaca pelo seu desenvolvimento, em todas as áreas do conhecimento e dos meios de defesa, fundamentais para a sobrevivência do povo judeu e de seu Estado.
Vivemos um banho de cultura e emoções, nessa grande viagem para Israel.
Retornamos sem o grupo da excursão, mas tudo deu certo e novamente Joel e Victor nos esperavam no Aeroporto depois de horas, horas e horas de voos e aeroportos.
Encontrar os filhos,noras e netos nos faz sentir a segurança da volta ao Lar.







quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Interrupção do veraneio

Está terminando o mês de Janeiro e, hoje, dia 30 voltamos para POA, para arrumarmos as malas para a viagem de Israel- 05 a dia 28 de Fevereiro. Retornar para Capão, só em Março.
Sinto uma saudade antecipada. O nascer do sol acompanhei pela manhã, emocionada mais uma vez.
Me deslumbrei à noite com o nascer da lua cheia, refletindo seu brilho nas ondas.
Fico paralisada observando, encantada com o reflexo no mar do imenso brilho de ambos.
Filmei várias vezes essa maravilha querendo captar numa imagem o que me encanta, mas não chega nem perto da realidade.
Esse veraneio interrompido nos fará viver uma grande e nova experiência.
A curiosidade de conhecer novos lugares, novas pessoas me entusiasmam e acalmam a apreensão de organizar a bagagem.
Não me agrada arrumar mala e, nessa época de calor, separar roupas de inverno, pensar no peso da mala, na lista de medicamentos, objetos de higiene e tantas mais miudezas... vão ocupando meu pensamento.
Me falta habilidade de organizar essa seleção.
Não gosto de sentir o tempo correr, mas logo estaremos dentro do avião para curtirmos novos momentos, que, certamente, usufruiremos intensamente.
Por tudo isso está valendo interromper o veraneio!




sábado, 19 de janeiro de 2013

Mundo de hoje e o ensino/aprendizagem

Hoje avalia-se melhor o potencial das pessoas, a cultura é mais rica, a criatividade é mais valorizada e desenvolvida e podemos prever melhor o futuro, que se apresenta inconstante e desafiador.
Vivemos num mundo digital hiper rápido que exige um homem criativo no seu aprendizado.
Nem sempre a escola exerce o papel inovador na formação de um professor que atenda esse desenvolvimento tecnológico.
A construção de um novo conhecimento que valorize a paz, o respeito e a sustentabilidade deveria fazer parte de todas as escolas e, para isso, a escola precisa transformar-se. Desde que me formei esse discurso é feito- há mais de 50 anos. Mas falta tanto!!!!!
Os alunos fortalecem suas experiências educativas em ambientes não escolares onde interagem, avançam e exploram as novas descobertas e estão motivados para crescer.
Os desafios escolares deveriam sempre atender aos diferentes alunos, respeitando os interesses e ritmos de cada um.
Os computadores, cada vez mais modernos, barateiam e ficam ao alcance de um maior nº de pessoas e poderiam propiciar uma discussão muito mais rica com a sua utilização em classe. Seria trazer o mundo pra dentro da sala de aula, instantaneamente.
Os recursos tecnológicos vieram pra ficar e possibilitam gerar uma mudança rápida e crescente quando utilizados eficientemente.
É fundamental compartilhar informações e experiências na utilização desses recursos na solução dos mais variados problemas, principalmente no que se refere ao ensino/aprendizagem.