Há muito tempo sigo o blog do Nei.
É por ele que fico sabendo das suas novidades e muito do que me interessa diretamente, como mãe.
Sigo o roteiro de shows, leio sua receita de pão, conheço um pouco mais de seus prazeres culinários, seus vinhos preferidos, fatos alegres e tristes que ocorrem em sua vida que mereceram registro e tantas coisas mais...
Hoje, ao abrir seu blog fiquei chateada pelo seu relato sobre a presença de ladrão dentro de seu apartamento, na noite passada.
Mora no 3º andar.
Liguei para Ângela que me relatou que acordou com ruído estranho na casa e foi ver se tudo estava bem com o Theo e deu-se conta que tinha gente na sala.
Gritou pelo Nei que dormia e que acudiu.
Com a gritaria o gatuno assustou-se e escapou com o que pôde pegar, pulando pela sacada.
Transtorno pra toda família.
Experiência desnecessária de vida.
Como estamos vulneráveis!
A perda do que é material não importa como a sensação da nossa vulnerabilidade.
Começa-se a decidir maneiras de ter maior proteção dentro de casa: grades, segurança humana permanente e não sei o que mais.
É comum ouvir-se relatos desse tipo frequentemente.
Não basta os riscos que se corre na rua, a insegurança que se vive cotidianamente e quando se pensa que tudo está bem dentro de casa, um fato desses ocorre.
Aos poucos esse trauma passará.
Tantos já passaram e passarão por experiências semelhantes e até muito piores, mas isso não consola e nem se justifica.
Não podemos banalizar e achar normal que isso possa ocorrer!
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