quarta-feira, 8 de outubro de 2025

Dia do idoso

   É universal, Dia do idoso, ser 1° de outubro. Nesse dia, chama-se atenção da sociedade, para a faixa etária, do grupo de idosos. Fala- se dos seus direitos, dos cuidados para com eles, das suas características, da sua vida, em geral.
   Reflito muito sobre esse assunto, porque sou uma idosa com 85 anos e penso que, em todos os dias  é dia de idoso, porque não se limita a uma data no calendário, mas de um processo contínuo de vida. 
    Quando se homenageia o dia, o mês do idoso, chama-se atenção para um período específico de uma pessoa.       Mas quem vive essa fase, carrega  histórias, de toda uma vida pregressa. Eu penso, que viver essa fase, o que norteia meus passos, é o tempo vivido, minha história  ímpar, única, baseada nas escolhas que fiz e nas decisões que tomei, nas perdas e ganhos que vivi.       
   Minha trajetória de vida embasa minha velhice, que é leve ou pesada, baseada no meu passado. 
    Não cheguei ao dia de hoje, somente contando os anos, mas percorri caminhos, adquiri marcas, vivi minha história com atitude, me preparando para o porvir.
    Não se acorda idosa de repente, mas tendo um olhar à vida, desde sempre. 
   Cuido do corpo, da mente, da memória, das emoções, que me ajudam e me ajudaram na minha formação.             
   Envelhecer é inevitável!
   Penso que envelhecer bem, depende muito das opções feitas, no projeto de viver bem.
    Envelhecer ativa é meu valor maior, preservo minha independência, minha autonomia, pratico atividades fisicas, em grupos saudáveis, da minha faixa etária.
    Valorizo demais minha familia, cujo papel fundamental é me preencher, de segurança e afeto. Tenho consciência que tenho alguma fragilidade física, mas busco com meu estilo de vida superar o que posso.
Viver, continuar aprendendo, convivendo com pessoas, que me acrescentam, enchem de significado meu dia a dia.
   E viver cada dia, com significado, é aproveitar e  não diperdiçar o tempo que temos, pois não sabemos  amanhã.

domingo, 23 de março de 2025

Um dia se morre.,.

Um dia se morre, só um dia... Mas todos os outros dias que se vive, viveu ou viverá é o fundamental, até que um dia se morre. Morrer é um fim, como o dia que morre. Viver é o mais importante, pois cada momento que finda, nao retorna, morre. Usufruir, com relativa consciência, uma paisagem, um momento de silêncio, uma leitura, uma atividade física, um afazer, um contato social, está se vivendo, com o privilégio de estar vivo. Os anos que se vive, que compōe nossa idade, só têm valor, quando acresce, dentro de nós. O acúmulo de vivências nos enriquece e valoriza estar-se vivo. Essa reflexão acontece, quando me dou conta dos meus 85 anos, a pouco completados. De repente penso muito sobre envelhecimento e conscientizo que muitos anos já não os tenho. A vida passa de repente, as lembranças estacionadas num tempo podem nao ser aquelas, hoje lembradas com outra maturidade. Agora penso que o tempo só terá valor pra mim, caso eu o sinta a cada momento. Não o posso guardar, usufruir é o propósito. Não com muito alarde, não com coisas grandiosas, mas na simplicidade, com paz de espírito. A tranquilidade com que eu vivo é o valor que dou ao tempo. Meus movimentos agora mais lentos, me conscientizam que é pra usufruir mais devagar. Embates deixo de lado. porque nao quero convencer mais ninguém de nada em que acredito, que cada um siga seu rumo. Bebericar a vida mais devagar, aos goles, para que eu não sinta que se esvai.

Retorno a POA

Com o início da pandemia acabei morando na praia por 02 anos e nesse fim do verão retornei a Porto Alegre, pro meu novo endereço e pra nova adaptação. No agosto anterior, acabei retornando tendo em vista que a reforma do apto que ia morar, não acabava para pressionar diariamente a equipe que trabalhava, supervisionada pelo arquiteto. Não adiantou muito, porque só consegui me mudar dia 12/11/2022 Aí cvfiquei me organizando no novo espaço, por pouco tempo, pois logo dezembro chegou e nova temporada de praia iniciou... Então, em fim de março, encerrei a temporada e comecei a verdadeira adaptação na nova moradia e na retomada das minhas atividades,da minha vida em POA. Viver em Capão, por 02 anos, foi acontecendo pelo momento da pandemia, mas minha vida real é urbana!!!!!! Vejo que nesses 03 meses assumindo o novo lar, convivendo no novo bairro, aprendendo a me movimentar, começo a me adaptar. Não deixei de sentir nostalgia da minha casa, mas estou feliz!

Festas e novas flexibilidades

Este ano, excepcionalmente, resolvemos passar as festas de fim de ano em POA, o que não é comum. A família reunida é o que importa! O cenário muda, mas as pessoas é que tornam as datas especiais. Estas festas trazem um misto de sentimentos: de final, de recomeço, de ansiedade, de lembranças, de alegria e de tristeza. A sensação que o ano esta acabando nos faz avaliar as conquistas e as perdas.
    Mas o ano inicia e o tempo acelera e quando nos damos conta, fevereiro chega. Fexibilizei,festejando meu aniversário, também em POA. Família e amigos presentes, deram novo sabor à comemoração!!!! Impressionante que mal nos damos conta, o tempo passou. Muitas coisas acontecem, a vida cotidiana e os dias se sucedem e fevereiro chega ao fim e, no decorrer de março as pessoas vão encerrando o veraneio. É hora de recomeçar a vida em POA, as amizades recomeçam, a convivência familiar e novas rotinas acontecem. 
   Novas festas e flexibilidades acontecerão...