quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Fim de ano, de novo

Esse fim de ano, em especial,  é diferente, pela ausência do Alberto.
Fim de ano, não deixa de ser uma finitude, como a morte, que é tão presente e, ao mesmo tempo, tão distante. 
Surreal...
Certa melancolia e tristeza estão presentes, mas vão sendo superadas.
Com o fim de ano, tem-se um novo principio com novos projetos, buscando que a vida siga para um novo rumo, que sempre desejamos diferente e melhor.
Quero viver o que é essencialmente essencial (redundância), como o convívio com minha família, que é o que me faz sentir, todos os dias, que não estou sozinha, mesmo quando me sinto só.
Aí entra o tempo que me ajuda a elaborar e clarear as idéias e sentimentos, mas que sozinho, não resolve nada. A bússola que vai nortear as escolhas da minha vida, sou eu.
 Vou vencendo as crises, acalmando as dúvidas em relação ao futuro, diminuindo o valor do que é supérfluo e, aos poucos,  preenchendo o vazio que se fez.
A praia, o convívio com a família, com os amigos, leituras, bicicleta, iPad, afazeres múltiplos, reflexões pela visão do mar, da paisagem, do céu... preenchem, com qualidade, meus momentos.
Consegui voltar a ler. 
Li: "O tempo entre costuras", de Maria Duenas, sugestão da Ju. 
Gostei muito do livro e de ler, porque nesses últimos tempos, não conseguia atentar à leitura, pois me dispersava, com meus pensamentos recorrentes.
Estou curtindo esse novo momento, sem perder minhas lembranças, meu foco,  que também me preenchem...
E as festas de final de ano favorecem reflexões, constantes avaliações e novas pretensões, para brindar a vida, que segue...


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