Estou preparando a mudança de apartamento, na praia.
É a 4ª mudança que ocorre em Capão, desde que mudamos de Tramandaí, que eu não gostava, por achar tudo longe de tudo.
O 1º apartamento constituído de um quarto, sala e uma quitinete, representaram uma experiência maravilhosa!
As crianças eram pequenas e a porta da frente era aberta por fora, puxando-se uma cordinha.
Não havia perigo deixar a porta aberta.
Os filhos saiam sozinhos e a localização central favorecia a independência dos guris.
Era um entra e sai o dia todo.
Minhas irmãs moravam perto e os primos estavam sempre juntos em grandes aventuras.
Ficamos lá, se não me falha a memória, por mais de 20 anos e não sentíamos desconforto pela falta de espaço.
Os vizinhos eram grandes amigos de verão.
O tempo foi mudando, os filhos crescendo e foi necessário mudarmos para um 2º apartamento maior, mais afastado do centro, pois as namoradas e os casamentos foram acontecendo e a família foi acrescida também pelas 1ªs netas.
Deu-nos um baita orgulho sua aquisição. Tinha dois dormitórios, uma sala grande, um bom terraço com rede, churrasqueira, onde desfrutávamos a convivência familiar e tinha, também, estacionamento externo, ao relento, com um gancho na parede para eu prender minha bicicleta.
Uma sacada, enfeitada por um toldo, que protegia do sol da tarde, completava o ambiente praiano.
Ter um só banheiro era o defeito desse apartamento.
Os filhos, já independentes, não ficavam o verão todo, mas um ou outro ali passava.
Apreciávamos o por do sol, de uma beleza estonteante! Tanto, que o prédio chamava-se Belvedere.
Nossos vizinhos se acresceram aos nossos amigos de verão.
Lá ficamos por mais de quatro anos, quando surgiu nova oportunidade de nos mudarmos para um apartamento mais próximo do centro e do mar.
Pela minha eterna inquietude, sempre ficava atenta aos apartamentos beira-mar, mesmo achando difícil essa possibilidade.
Depois de muita procura, encontrei melhor do que buscava: três quartos com dependência e três banheiros, Box fechado, para o carro, que veio ao encontro de tudo que poderíamos querer.
E, aí, o tempo passou, (em torno de onze anos) e, com cinco netos crescidos, continuava almejando vista para o mar.
Não me sentia ansiosa, carente, nem insatisfeita, mas observava e apreciava o crescimento acelerado das construções de altos prédios à beira-mar, não acreditando essa possibilidade pra mim.
Nesse momento atual, quando em 22 de dezembro chegava a Capão para organizar o apartamento para o início do veraneio e calibrar os pneus da bicicleta, que é o meu meio para locomoção e compras, um corretor que já me acompanhara em visitas a apartamentos à beira-mar, cumprimentou-me e falou-me que havia entrado um imóvel, que achava que eu gostaria de conhecê-lo.
Ofereceu-se para acompanhar-me e encantei-me, de imediato, quando avistei o mar inteiro, no que foi aberta a porta! Parecia algo inatingível. Ele notando meu encantamento disse que o construtor, para o qual esse apto entrara, numa venda maior, poderia avaliar meu apto para verificar possibilidade de negócio.
Disse-me ainda, que selecionaria outros apartamentos disponíveis, à beira-mar, para eu comparar.
Nenhum apresentou a vista do mar de todos os quartos, da área e da sacada, como o 1º visto.
Nuns havia muito luxo, que não vinha ao encontro nem daquilo que eu almejava, nem do meu bolso.
Seria possível realizar meu antigo desejo?
Estava brincando de comprar apesar de me sentir muito bem no nosso apartamento desde o ano 2000, pelo espaço e pelo conforto.
Mas a coisa evoluiu.
Idas e vindas, propostas e contra propostas e, ao mesmo tempo, que parecia tornar-se realidade a possível negociação, não me parecia crível pudesse ocorrer.
Victor e Joel foram os 1ºs a olhar e se encantaram. Alberto resistia, pois achava que estávamos bem e não precisávamos mudar.
Mas começava a parecer estar dando certa a negociação. Alberto teve de aceitar conhecer.
Ale e Lu nos acompanharam e, de imediato, todos se encantaram.
Alberto falou para as crianças que caso mudássemos, traria o binóculo, para ver os navios ao longe.
Aos poucos, foi se definindo a negociação e dia 08, sábado, assinamos contrato de compra e venda e desde esse dia estou ligada em 220W.
Domingo, Alberto, com sua máquina fotográfica e eu, fomos ao novo apto olhar mais de perto registrar a realidade concreta.
Tenho certeza, que ele, por não gostar de sair de casa, é quem mais vai aproveitar essa mudança.
Estou cuidando da organização da mudança quase não acreditando em tudo que ocorreu.
Estou muito agitada, mas feliz.
“Dream comes true.”
É a 4ª mudança que ocorre em Capão, desde que mudamos de Tramandaí, que eu não gostava, por achar tudo longe de tudo.
O 1º apartamento constituído de um quarto, sala e uma quitinete, representaram uma experiência maravilhosa!
As crianças eram pequenas e a porta da frente era aberta por fora, puxando-se uma cordinha.
Não havia perigo deixar a porta aberta.
Os filhos saiam sozinhos e a localização central favorecia a independência dos guris.
Era um entra e sai o dia todo.
Minhas irmãs moravam perto e os primos estavam sempre juntos em grandes aventuras.
Ficamos lá, se não me falha a memória, por mais de 20 anos e não sentíamos desconforto pela falta de espaço.
Os vizinhos eram grandes amigos de verão.
O tempo foi mudando, os filhos crescendo e foi necessário mudarmos para um 2º apartamento maior, mais afastado do centro, pois as namoradas e os casamentos foram acontecendo e a família foi acrescida também pelas 1ªs netas.
Deu-nos um baita orgulho sua aquisição. Tinha dois dormitórios, uma sala grande, um bom terraço com rede, churrasqueira, onde desfrutávamos a convivência familiar e tinha, também, estacionamento externo, ao relento, com um gancho na parede para eu prender minha bicicleta.
Uma sacada, enfeitada por um toldo, que protegia do sol da tarde, completava o ambiente praiano.
Ter um só banheiro era o defeito desse apartamento.
Os filhos, já independentes, não ficavam o verão todo, mas um ou outro ali passava.
Apreciávamos o por do sol, de uma beleza estonteante! Tanto, que o prédio chamava-se Belvedere.
Nossos vizinhos se acresceram aos nossos amigos de verão.
Lá ficamos por mais de quatro anos, quando surgiu nova oportunidade de nos mudarmos para um apartamento mais próximo do centro e do mar.
Pela minha eterna inquietude, sempre ficava atenta aos apartamentos beira-mar, mesmo achando difícil essa possibilidade.
Depois de muita procura, encontrei melhor do que buscava: três quartos com dependência e três banheiros, Box fechado, para o carro, que veio ao encontro de tudo que poderíamos querer.
E, aí, o tempo passou, (em torno de onze anos) e, com cinco netos crescidos, continuava almejando vista para o mar.
Não me sentia ansiosa, carente, nem insatisfeita, mas observava e apreciava o crescimento acelerado das construções de altos prédios à beira-mar, não acreditando essa possibilidade pra mim.
Nesse momento atual, quando em 22 de dezembro chegava a Capão para organizar o apartamento para o início do veraneio e calibrar os pneus da bicicleta, que é o meu meio para locomoção e compras, um corretor que já me acompanhara em visitas a apartamentos à beira-mar, cumprimentou-me e falou-me que havia entrado um imóvel, que achava que eu gostaria de conhecê-lo.
Ofereceu-se para acompanhar-me e encantei-me, de imediato, quando avistei o mar inteiro, no que foi aberta a porta! Parecia algo inatingível. Ele notando meu encantamento disse que o construtor, para o qual esse apto entrara, numa venda maior, poderia avaliar meu apto para verificar possibilidade de negócio.
Disse-me ainda, que selecionaria outros apartamentos disponíveis, à beira-mar, para eu comparar.
Nenhum apresentou a vista do mar de todos os quartos, da área e da sacada, como o 1º visto.
Nuns havia muito luxo, que não vinha ao encontro nem daquilo que eu almejava, nem do meu bolso.
Seria possível realizar meu antigo desejo?
Estava brincando de comprar apesar de me sentir muito bem no nosso apartamento desde o ano 2000, pelo espaço e pelo conforto.
Mas a coisa evoluiu.
Idas e vindas, propostas e contra propostas e, ao mesmo tempo, que parecia tornar-se realidade a possível negociação, não me parecia crível pudesse ocorrer.
Victor e Joel foram os 1ºs a olhar e se encantaram. Alberto resistia, pois achava que estávamos bem e não precisávamos mudar.
Mas começava a parecer estar dando certa a negociação. Alberto teve de aceitar conhecer.
Ale e Lu nos acompanharam e, de imediato, todos se encantaram.
Alberto falou para as crianças que caso mudássemos, traria o binóculo, para ver os navios ao longe.
Aos poucos, foi se definindo a negociação e dia 08, sábado, assinamos contrato de compra e venda e desde esse dia estou ligada em 220W.
Domingo, Alberto, com sua máquina fotográfica e eu, fomos ao novo apto olhar mais de perto registrar a realidade concreta.
Tenho certeza, que ele, por não gostar de sair de casa, é quem mais vai aproveitar essa mudança.
Estou cuidando da organização da mudança quase não acreditando em tudo que ocorreu.
Estou muito agitada, mas feliz.
“Dream comes true.”
eu quero ver o apartamento >.< e a fotinho ali em cima XD agora a gente vai poder jogar cartas com vista pro mar *o*
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