Não é comum eu ter medo.
Eu respeito e enfrento meus medos.
Medo do envelhecer sem condições adequadas?
Medo da solidão?
Medo de doenças irreversíveis?
Medo de possíveis perdas próximas?
Medo da crise mundial?
Medo de engordar?
Medo de más notícias?
... de alguma forma, em algum momento, sinto algum medo.
Não vejo como importante deixar de ter medo, pois ele está presente na vida de todo mundo, com maior ou menor intensidade.
Toco muito bem minha vida apesar de...
É um sentimento natural, quando não exagerado e alerta de algum perigo, de alguma ameaça e, muitas vezes, serve para mobilizar e proteger.
Quando o medo traz insegurança, ansiedade, tento analisar a razão desse sentimento e busco a maneira de conviver com os fatos reais, sem exagero, com objetividade, no momento que ocorrem.
O medo não me paralisa para a vida, não me limita, não poda a riqueza interna que armazenei e que uso como uma boa ferramenta para transformar os caminhos que percorro.
Em situações de vida inesperadas que possam me despertar medo enfrento-as buscando forças internas com o máximo de equilíbrio, que busquei adquirir durante toda minha simples existência.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
Viver com sabedoria
Eu quero ter muita sabedoria de vida!
Com ela posso melhor usar minha energia.
Sou positiva, não deixo de cumprir minha palavra, não costumo me queixar, faço as coisas com emoção e minhas ações são frutos e reflexo da vida que levo.
Acho viver uma experiência intransferível e minha energia me conduz.
Identifico-me com pessoas afetivas, emito minha opinião pessoal com emoção e sinceridade, não uso subterfúgios, para dizer o que penso e é assim que enfrento as circunstâncias da vida, na melhor das intenções.
Quem bem me conhece identifica em minhas manifestações a objetividade do meu pensar.
Com segurança me permito tomar decisões e buscar respostas àquilo que não conheço e constantemente tento me aprimorar e vencer os desafios que encontro.
Sou crítica comigo, com o outro e com as situações.
Observo-me e avalio-me diante das minhas ações, constantemente.
Não me conformo em errar e, possíveis causas, não projeto no outro.
Ocupo-me ativamente e não tento convencer as pessoas a agirem seguindo meu modelo.
Minha capacidade de ser me ajuda a não reprimir emoções e sentimentos, a não me lamentar e me impulsiona a viver com otimismo.
Viver com alegria é meu lema e quero viver bem e com sabedoria!
Com ela posso melhor usar minha energia.
Sou positiva, não deixo de cumprir minha palavra, não costumo me queixar, faço as coisas com emoção e minhas ações são frutos e reflexo da vida que levo.
Acho viver uma experiência intransferível e minha energia me conduz.
Identifico-me com pessoas afetivas, emito minha opinião pessoal com emoção e sinceridade, não uso subterfúgios, para dizer o que penso e é assim que enfrento as circunstâncias da vida, na melhor das intenções.
Quem bem me conhece identifica em minhas manifestações a objetividade do meu pensar.
Com segurança me permito tomar decisões e buscar respostas àquilo que não conheço e constantemente tento me aprimorar e vencer os desafios que encontro.
Sou crítica comigo, com o outro e com as situações.
Observo-me e avalio-me diante das minhas ações, constantemente.
Não me conformo em errar e, possíveis causas, não projeto no outro.
Ocupo-me ativamente e não tento convencer as pessoas a agirem seguindo meu modelo.
Minha capacidade de ser me ajuda a não reprimir emoções e sentimentos, a não me lamentar e me impulsiona a viver com otimismo.
Viver com alegria é meu lema e quero viver bem e com sabedoria!
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Natal em Gramado

Em Gramado a comemoração do Natal inicia em Novembro e vai até Janeiro.
O povo que aqui vem curte tudo e o que se observa é que a cidade se transforma.
Alberto e eu viemos nesse feriadão de 15/11, para nos hospedar na Pousada do Serrano, por 4 dias, e encontramos, em Gramado, pessoas de todas as idades, de todos os lugares, que buscam assistir e participar da movimentada programação dessa festa.
Andam, dia e noite, de lá pra cá e o trânsito que geralmente é tranqüilo, nessa época, congestiona.
Fico observando o movimento e as fisionomias das pessoas que se mostram atônitas frente a tudo que vêem.
Em alguns momentos Alberto tenta filmar o espetáculo das luzes, vendo se dá certo sua empreitada.
É um privilégio estarmos presentes, mais uma vez, nos encantando com a decoração, com as pessoas e com o clima antecipado natalino.
Canela, cidade irmã, onde também não deixamos de ir, vive clima similar.
Apesar de viajarmos para Gramado várias vezes por ano, a época do Natal Luz é uma das mais emocionantes, quando se ouvem músicas natalinas ao longe, assim como o espocar dos fogos de artifício e sentimos renovar nossa admiração por essa cidade serrana, tão bonita e organizada.
O povo que aqui vem curte tudo e o que se observa é que a cidade se transforma.
Alberto e eu viemos nesse feriadão de 15/11, para nos hospedar na Pousada do Serrano, por 4 dias, e encontramos, em Gramado, pessoas de todas as idades, de todos os lugares, que buscam assistir e participar da movimentada programação dessa festa.
Andam, dia e noite, de lá pra cá e o trânsito que geralmente é tranqüilo, nessa época, congestiona.
Fico observando o movimento e as fisionomias das pessoas que se mostram atônitas frente a tudo que vêem.
Em alguns momentos Alberto tenta filmar o espetáculo das luzes, vendo se dá certo sua empreitada.
É um privilégio estarmos presentes, mais uma vez, nos encantando com a decoração, com as pessoas e com o clima antecipado natalino.
Canela, cidade irmã, onde também não deixamos de ir, vive clima similar.
Apesar de viajarmos para Gramado várias vezes por ano, a época do Natal Luz é uma das mais emocionantes, quando se ouvem músicas natalinas ao longe, assim como o espocar dos fogos de artifício e sentimos renovar nossa admiração por essa cidade serrana, tão bonita e organizada.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Escrever
Escrevo para nada e para ninguém.
Penso que todos que aprenderam a ler e a escrever tem alguma vontade de escrever e tem algo a dizer.
Quando observo o esforço de algumas pessoas que abrem a boca para falar e não conseguem se fazer entender e, se pudessem escrever, ajudaria na sua comunicação...
Mas a limitação do pensamento e a incapacidade de expressarem-se, de alguma forma, os torna impotentes.
Frente aos fatos, fico triste, muito triste!
Essa limitação humana seja pelas causas que forem, vai além do que se pode aceitar.
A ciência justifica, mas a emoção daquele que observa essa realidade, não deixa de se questionar.
- É inexorável essa situação?
-Que sina é essa?
-Que futuro lhes aguarda?
-Faltou luta pessoal para modificar esse "status quo" ou faltou forças e condições para tal?
Sensação de insegurança pelo que não se pode mudar.
O caminho que a realidade apresenta não responde às questões.
Tenho saudades de outros tempos e das suas boas lembranças.
Penso que todos que aprenderam a ler e a escrever tem alguma vontade de escrever e tem algo a dizer.
Quando observo o esforço de algumas pessoas que abrem a boca para falar e não conseguem se fazer entender e, se pudessem escrever, ajudaria na sua comunicação...
Mas a limitação do pensamento e a incapacidade de expressarem-se, de alguma forma, os torna impotentes.
Frente aos fatos, fico triste, muito triste!
Essa limitação humana seja pelas causas que forem, vai além do que se pode aceitar.
A ciência justifica, mas a emoção daquele que observa essa realidade, não deixa de se questionar.
- É inexorável essa situação?
-Que sina é essa?
-Que futuro lhes aguarda?
-Faltou luta pessoal para modificar esse "status quo" ou faltou forças e condições para tal?
Sensação de insegurança pelo que não se pode mudar.
O caminho que a realidade apresenta não responde às questões.
Tenho saudades de outros tempos e das suas boas lembranças.
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