quinta-feira, 31 de março de 2011

Sobrepeso, preocupação constante, eterno recomeçar.

Estou, de novo, iniciando a eterna busca para baixar meu peso.
Não tenho lembrança de quando comecei essa caminhada em forma de gangorra.
Passa um tempo em que minhas roupas caem perfeitamente e, quando facilito no comer, elas ficam inconfortáveis salientando parte do corpo, o que não gosto.
Levo um susto quando subo na balança, mas serve para eu tomar vergonha e decidir cuidar o quê e o quanto como.
Tudo de novo vai começar. Esse "sobe desce" eu chamo de gangorra.
No correr dos dias ameniza o auto controle, começo a sentir a diferença e o foco "cuidar o quê e o quanto como" fica mais tênue e começo a me sentir melhor.
A satisfação começa a aumentar, quando as roupas, de novo, caem melhor.
Cada vez que isso está acontecendo quero manter para sempre o cuidado e atenção para manter um peso adequado constante.
Mas, aos poucos, vou me acomodando e a gangorra vai subindo, até eu levar um susto e, de novo, começar.
Com quem se fala, o assunto comum é: diferentes regimes, orientações alimentares seguidas, ingestão ou não de remédios, troca de sugestões e eternas recaídas...
A comida natural é um "up" para a saúde, comentário na mídia e entre as pessoas.
E a gente, da mistura de informações, vai aprendendo e selecionando o que melhor faz pra si mesmo.
Como o sobrepeso não chega a afetar minha saúde, as recaídas são frequentes.
As pernas ficam um pouco mais inchadas e mais pesadas para andar, o que não gosto, e a estética fica prejudicada e isso vem a ser o estímulo para o recomeço.
Eterno recomeço da intenção de que, agora, vou cuidar para sempre!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Outono, nova estação

Semana cheia!
De volta à rotina.
As coisas voltaram a ser como eram antes da ida à praia.
Hoje a temperatura outonal, no seu início, o sol a brilhar dão luminosidade às idéias.
Fico em casa, sem pressa, buscando usufruir esse dia que inicia, com calma e languidez.
Vou seguindo minha rotina de afazeres sem ansiedade, sem pendências, buscando o simples prazer de viver.
Sábado, pela manhã, no lindo jardim das Malhas Elaine, beleza e sugestões de bem vestir mais uma vez assisti no desfile da coleção Outono-Inverno.
Um domingo pleno com almoço em família, em continuidade da vinda dos netos que aqui dormiram.
À tarde, um encontro com primos do Alberto, na casa da Odete, valorizam a alegria do reencontro e a convivência familiar, com a promessa saudosista de manter mais assíduos novos futuros encontros.
A vida atribulada de cada um com suas respectivas famílias espaçam os contatos, apesar do grande carinho que temos uns pelos outros.
A intimidade se mantém e a surpresa ao ver os netos de cada família que cresceram e estão se tornando os adultos jovens que um dia fomos, nos mostra que o tempo passou para todos.
Parte do grupo comenta e compara as doses dos medicamentos que tomam.
É engraçado como isso vem a situar a nossa faixa etária, quando o foco demonstra a preocupação com a saúde e o cuidado pessoal.
Foi muito bom esse encontro fechando com chave de ouro essa 1ª semana em POA.
A nova estação que inicia prenuncia bons momentos que virão.

terça-feira, 15 de março de 2011

Retomando as atividades

Casa cheia no fim de semana com os filhos, noras e netos.
É a maior satisfação!!!
Começo a organizar a casa, os armários, depois da ausência de quase 3 meses.
Parece que não tem fim, mas aos poucos volta a ser como antes.
Já iniciei Yoga, Dança e terei Biodança também.
Encontro com as colegas, relatos de como foram as férias e tudo vai aplacando.
A melhor coisa que sinto é o retorno da rotina.
Gosto da Vida que levo em POA.
Na realidade como gosto da vida que levo, não importa onde esteja.
Cheguei a fazer uma lista de tudo que precisava fazer e também vou resolvendo as coisas pendentes.
É bom estar de volta!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Encerrando o veraneio

Parece ontem que eu estava arrumando as coisas para vir para Capão - isso foi antes de 18/12/10.
Hoje, 10/03/11 estou arrumando as coisas para fechar o veraneio.
Misto de alegria e tristeza ocorre.
Amanhã fecho o apto sem previsão de volta, antes do início do próximo veraneio.
Ansiedade pelo recomeço...
Melancolia pela visão da escuridão da maioria dos prédios, pelo pouco movimento na praia e a ventania já anunciando a chegada da nova estação.
Muito trabalho me aguarda, pois fui mandando a bagagem durante todo o tempo e Ju falou que meu quarto está atulhado com malas, sacolas e pacotes...
Quarta feira Joel com sua família retornaram e carregaram quase a maioria do resto das coisas.
Poucas coisas ficaram, minhas e do Alberto, que facilitará nosso retorno.
Tenho esperança de um dia aprender a viajar com pouca bagagem.
Enquanto isso não ocorre vou tendo esse trabalhão!
Tenho amigas inteligentes que sabem viajar.
Carregam o estritamente necessário.
Quero seguir esse modelo, mas ainda não consigo.
Vou me esforçar para melhorar!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Retorno para Capão

Alberto e eu estamos retornando para Capão.
A semana foi proveitosa e, para variar, não a senti passar.
Gramado tem o poder de trazer variadas sensações de bem estar. Sempre deixa um gostinho de "quero mais".
O contato com a belíssima paisagem e o clima agradável exige o casaquinho, o cobertor.
O aquecimento traz aconchego e convite à leitura e ao descanso.
O jogo de canastra e o tomar chimarrão fazem parte da rotina da tarde.
O Pousada do Serrano está muito acolhedor.
A Van disponível em vários horários da manhã e da tarde propicia carona nas voltas das várias caminhadas, facilitando o retorno.
Gramado nos treina em subidas e descidas.
Fico feliz também em voltar para Capão, pois tenho saudades da bicicleta e da ida diária para a beira da praia.
E, logo logo, estaremos nos preparando para o retorno a Porto Alegre.

terça-feira, 1 de março de 2011

Niver da Ju - crescimento dos netos!



Curto muito os aniversários dos meus netos me admirando sempre da rapidez com que eles cresceram!
Ontem ao me comunicar, de Gramado, pelo niver da Ju, agora com 19 anos, essa perplexidade aumenta e me dou conta, mais uma vez, da efemeridade do tempo.
Sou muito "coruja" com os filhos e com os netos: acho-os todos lindos, afetivos, amorosos, talentosos, inteligentes, queridos... e me sinto orgulhosa de todos e de cada um.
Tento me lembrar quando eram pequenos, mas só com fotos para concretizar as lembranças.
A vivência cotidiana é tão intensa quando usufruo com eles, nas fases em que se encontram e fico tão deslumbrada pelas conversas, ações e pensamentos, que parece que sempre foram assim.
Tenho que me conter para não ser aquela "chata", que quer contar para todos como cada um é, e ficar mostrando fotos.
Eventualmente me escapa e compartilho o que penso e conheço sobre eles, com medo de causar inveja.
Mesmo quando não estou no dia do aniversário perto de algum deles, como agora, me comunico para expressar todo meu afeto e, me vem ao pensamento, reflexões como essas que estou escrevendo.